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  • Actor Awards: reação de Viola com vitória de Michael B. Jordan viraliza

    Actor Awards: reação de Viola com vitória de Michael B. Jordan viraliza

    Getty Images
    Viola Davis

    Viola Davis foi a responsável por anunciar o vencedor da categoria Melhor Ator em Filme do The Actor Awards 2026. Michael B. Jordan venceu a disputa por seu papel em Pecadores, e a reação da atriz viralizou nas redes sociais.

    Veja:

    The way Viola Davis was so excited calling his name out 😂 https://t.co/yORaFIjlc2

    — Onyinye (@daisy_blac) March 2, 2026

    Isso porque Viola não conteve a alegria ao revelar que Michael B. Jordan foi o grande vencedor. Ele disputava contra Timothée Chalamet, por Marty Supreme; Leonardo DiCaprio, por Uma Batalha Após a Outra; Ethan Hawke, por Blue Moon; e Jesse Plemons, por Bugonia.

    Viola Davis falou por todos nós! Ele está vindo para ganhar o Oscar!”, comemorou uma pessoa no X. “Ele merecia tanto. Perdeu tantos prêmios. Viola Davis tinha todo o direito de reagir dessa forma”, afirmou outro. “A maneira como Viola Davis estava animada ao gritar o nome dele”, disse um terceiro.

    Michael B. Jordan e Jesse Buckley foram os grandes vencedores da noite. A atriz levou a categoria de Melhor Atriz em filme por sua atuação em Hamnet.

  • Presidente do BRB vai à CLDF nesta 2ª para falar sobre capitalização

    Presidente do BRB vai à CLDF nesta 2ª para falar sobre capitalização

    Divulgação/BRB
    nelson antonio de souza presidente do BRB

    O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, se reunirá com deputados distritais nesta segunda-feira (2/3) para falar sobre o projeto de lei de capitalização do BRB para cobrir os prejuízos com o Banco Master.

    O Metrópoles apurou que a reunião não será aberta ao público. Nelson foi convidado para ir à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), ocasião na qual deve esclarecer dúvidas a respeito do banco e do atual projeto apresentado pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

    Na última terça-feira (24/2), o GDF enviou à CLDF uma alteração no texto original que autoriza empréstimo com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições financeiras no valor de até R$ 6,6 bilhões para o Banco de Brasília.

    A reunião com o presidente do BRB está marcada para as 9h. À tarde, os deputados vão se reunir no Colégio de Líderes para definir quando a proposta será votada.

    A medida é tida pelo Executivo local como a solução para a crise desencadeada pelos prejuízos nos negócios com o Banco Master.

    O texto, obtido pelo Metrópoles, atualiza o primeiro projeto de lei, encaminhado na sexta-feira (20/2). Uma das novidades é exatamente a inclusão do limite do valor do empréstimo que o governo, como acionista controlador, pode pegar para destinar ao BRB.

    A proposta também permite aportes patrimoniais do GDF ao BRB e alienação de bens públicos com posterior destinação do produto da venda ao reforço patrimonial do BRB. São listados nove imóveis públicos, em vez dos 12 inicialmente previstos.

  • Homem brutalmente atacado em padaria no DF deu carona para agressores. Veja vídeo

    Homem brutalmente atacado em padaria no DF deu carona para agressores. Veja vídeo

    Reprodução / @portal_ns2_sobradinho
    Homem brutalmente atacado em padaria no DF deu carona para agressores

    . Ele contou à polícia que, ao se recusar a seguir para outro local solicitado pelos ocupantes do carro, começou a ser atacado. A vítima conseguiu sair do veículo e correu para uma padaria em busca de socorro.

    Vídeo da agressão dentro da padaria:

    De acordo com a ocorrência policial, um dos agressores usou um objeto perfurocortante para golpear a vítima.

    Imagens de uma câmera de segurança (vídeo acima) registraram o momento em que o homem entra no estabelecimento com as mãos para cima, possivelmente pedindo ajuda, e é agredido.

    O agressor chega em seguida, cobre o rosto com uma blusa e dá um chute na vítima, que continua sendo espancada brutalmente. Funcionários e clientes, assustados com a violência, saíram correndo do local.

    O ataque ocorreu na manhã deste sábado (28/2), na Fercal (DF). A vítima foi encontrada caída nas proximidades da padaria, com ferimentos no rosto e diversas escoriações pelo corpo.

    O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros no local. Apesar da gravidade das lesões, o homem estava consciente e foi encaminhado a um hospital da região.

    O caso será investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal.

  • O que lhe parece?

    O que lhe parece?

    Reprodução/YouTube @HookGlobal
    Imagem colorida, Tradicional desfile de Carnaval na Alemanha ironiza Trump e Putin - Metrópoles

    Se os Estados Unidos e Israel podem bombardear o Irã para derrubar seu governo, a Rússia pode invadir a Ucrânia para tomar parte de seu território. Não lhe parece? Respostas de 3.378 leitores:
    Sim – 45,5%
    Não – 54,5%

  • Zendaya e Tom Holland teriam se casado em segredo

    Zendaya e Tom Holland teriam se casado em segredo

    @zendaya/Instagram/Reprodução
    Zendaya e Tom Holland

    Zendaya e Tom Holland, casal queridinho de Hollywood, teriam se casado em segredo. A novidade foi revelada pelo estilista da atriz, Law Roach, no The Actor Awards 2026, que aconteceu nesse domingo (1º/3).

    Ao site Access Hollywood, Roach disse: “O casamento já aconteceu. Vocês perderam”. A repórter questiona se ele fala a verdade, e Law volta a afirmar: “É muito verdade!”.

    O casal se conheceu em 2017, durante as gravações de Homem-Aranha: de Volta ao Lar. Eles ficaram noivos no final de 2024, segundo revelou uma fonte ao TMZ. A informação nunca foi confirmada pelo casal.

    Segundo o TMZ, o momento foi discreto, romântico e íntimo, contando até com o ator se ajoelhando para pedir a mão da amada. Zendaya teria, inclusive, usado o anel de noivado no Globo de Ouro 2025.

  • Flávio e Malafaia conversam antes de ato em SP e acertam diferenças

    Flávio e Malafaia conversam antes de ato em SP e acertam diferenças

    Fraga Alves/Especial Metrópoles
    Foto colorida do pastor Silas Malafaia - Metrópoles

    Além de criticar o governo Lula, o ato bolsonarista do domingo (1º/3) na Avenida Paulista, em São Paulo, serviu para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o pastor Silas Malafaia superassem possíveis divergências antes da campanha.

    Segundo aliados, antes da manifestação, Flávio e Malafaia se reuniram em um hotel próximo à região da Paulista, onde aconteceu a concentração para a manifestação, e tiveram uma longa conversa sobre a candidatura do senador.

    Após a conversa, interlocutores do senador e do pastor disseram à coluna sob reserva a “briga” entre ambos, devido à preferência de Malafaia pelo nome do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), virou “assunto superado”.

    Durante o ato, Flávio fez um gesto a Malafaia. Em seu discurso de cima do trio elétrico, o senador e pré-candidato à Presidência da República disse que o pastor é um “professor” e que sua coragem “inspira” os bolsonaristas.

    “Muitas vezes, as coisas não acontecem do jeito que a gente espera. Mas eu acredito tanto que o que está acontecendo no Brasil é projeto de Deus que eu quero mais uma vez pedir a sua ajuda, os seus conselhos. Você é um professor para todos nós, sua coragem nos inspira. Vamos juntos resgatar esse Brasil, pastor”, disse Flávio.

    No domingo pela manhã, a coluna revelou que aliados em comum de Flávio e Malafaia — entre eles, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) — articulavam uma conversa entre o pastot e o senador justamente para acertar as diferenças.

    Dias antes, o deputado Pastor Marco Feliciano (PL-SP) havia sugerido, em reunião de Flávio com a bancada do PL no Congresso, que o presidenciável procurasse pastores evangélicos como forma de se aproximar ainda mais do eleitorado religioso.

  • Não é o Irã que ameaça a paz no mundo. É Trump que ameaça

    Não é o Irã que ameaça a paz no mundo. É Trump que ameaça

    Carla Sena/ Arte Metrópoles
    Montagem com as imagens de Donald Trump e do líder supremo do Irã, Ali Khamenei -- Metrópoles

    Pau que bate em Chico também bate em Francisco. Está ok?

    Não está. Depende de quem maneja o pau. E de quem seja Chico ou Francisco. Se Chico é forte e Francisco não, Francisco é quem apanha. Chico escapa ileso ou com pequenas escoriações.

    Aplique-se o ensinamento ao que ocorre desde tempos imemoriais no Oriente Médio. Ou pelo menos desde a criação do Estado de Israel em terras que pertenciam aos palestinos.

    À época, as maiores potências ocidentais prometeram criar um estado para os palestinos chamarem de seu. A promessa não saiu do papel.  E não há sinais de que sairá um dia.

    Israel, hoje, controla de 78% a 97% da Palestina histórica, dependendo se o cálculo inclui a ocupação da Cisjordânia, a administração de Jerusalém Oriental e áreas da Faixa de Gaza.

    E funciona como um braço armado dos Estados Unidos. O ex-presidente Joe Biden já disse que Israel é o maior porta-aviões dos Estados Unidos estacionado no Oriente Médio. E assim é.

    O pau está comendo nas costas do Francisco da vez – no caso, o Irã, coração do antigo Império Persa, um dos maiores da história. O motivo: o Irã é uma ameaça à segurança do Ocidente.

    Em 1953, a CIA e a inteligência britânica (MI6) derrubaram o primeiro-ministro democraticamente eleito do Irã para proteger os interesses petrolíferos ocidentais, e instalaram o Xá.

    Mohammad Rezā Shāh Pahlavi, o Xá, governou o Irã de 16 de setembro de 1941 até à sua deposição pela Revolução Iraniana, em de fevereiro de 1979. Comportou-se como um ditador sanguinário.

    Seu regime era escandalosamente corrupto e violento. Sua polícia secreta torturava e matava dissidentes com o conhecimento e o apoio financeiro dos Estados Unidos e de outros países.

    Já sob o jugo cruel do aiatolá Ruhollah Musavi Khomeini, que sucedeu ao Xá, o Irã foi invadido pelo Iraque do ditador Saddam Hussein. Os Estados Unidos apoiaram a invasão. Mas não só.

    Os Estados Unidos fecharam os olhos enquanto Saddam usava armas químicas contra os iranianos. Morreram até um milhão deles. As leis da guerra proíbem o uso de armas químicas.

    Tanto que, a pretexto de que Saddam acumulava armas de destruição em massa, os Estados Unidos, em 2003, invadiram o Iraque, capturaram Saddam e o mataram. Não havia armas.

    Por décadas, os Estados Unidos esmagaram os iranianos comuns com sanções que destruíram sua economia, enquanto o regime dos aiatolás permanecia intocado. Tudo pelo petróleo. Sempre foi.

    Em 2015, a diplomacia deu esperança aos iranianos. O acordo nuclear assinado por eles com os Estados Unidos ia bem. As sanções diminuíram. Até que em 2018, Trump o desmantelou.

    E agora bombardeia o país. É o que o povo iraniano vê quando olha para os EUA. “Setenta anos de promessas quebradas, traição e destruição”, segundo a blogueira americana Heather Reese.

    A Constituição americana é explícita, como observa Reese. O Artigo I, Seção 8, concede ao Congresso, e somente ao Congresso, o poder de declarar guerra. Trump sequer consultou o Congresso.

    A Resolução sobre Poderes de Guerra, de 1973, permite que o presidente mobilize forças militares sem a aprovação do Congresso apenas quando houver uma ameaça iminente ao país.

    Trump não apresentou provas sobre ameaça iminente. Porque não as tem. Porque não há nenhuma. Porque o Irã não representa ameaça. Quem tem bombas atômicas é Israel, seu aliado.

    Trump é quem ameaça a paz no mundo.

     

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  • FAB precisou de verba de última hora para manter programas militares

    FAB precisou de verba de última hora para manter programas militares

    Divulgação/Força Aérea Brasileira
    Imagem colorida mostra caça F-39 Gripen - Metrópoles

    A Força Aérea Brasileira (FAB) só conseguiu manter em funcionamento seus principais programas militares em 2025 após retirar esses projetos das regras fiscais usuais. Segundo documento obtido pela coluna, a adoção de um regime excepcional permitiu a liberação de recursos no fim do ano e evitou a paralisação de contratos estratégicos da Aeronáutica.

    A mudança ocorreu após a promulgação da Lei Complementar nº 221, em novembro de 2025, que autorizou o Poder Executivo, por até seis anos, a excluir da meta fiscal e do teto de gastos despesas com projetos estratégicos de defesa, até o menor valor entre a dotação do PAC Defesa e R$ 5 bilhões por ano. Para 2025, a lei permitiu a exclusão de até 60% desse limite, condicionou os gastos à categoria de investimentos e priorizou a Base Industrial de Defesa.

    De acordo com o relatório, o orçamento aprovado para 2025 não foi suficiente para cobrir todas as etapas dos contratos em execução. No documento, a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate registra que, no início daquele ano, as restrições fiscais e a demora na liberação dos recursos comprometeram a execução regular dos projetos.

    “O montante orçamentário inicialmente previsto na LOA, para o ano de 2025, ficou abaixo do planejamento necessário para o pagamento de todas as etapas contratuais dos projetos da COPAC”, afirma o colegiado.

    Diante do cenário, os responsáveis relatam que foi necessário renegociar contratos e ajustar cronogramas para adequar os compromissos à disponibilidade financeira. A comissão aponta que a situação começou a ser revertida apenas após a aprovação da lei que criou um tratamento diferenciado para programas estratégicos de defesa.

    Com a nova regra, passaram a ficar fora das limitações fiscais os recursos destinados aos programas KC-390, FX-2, que envolve os caças Gripen, e aos programas de helicópteros HX-BR e TH-X. Ainda assim, segundo o documento, a liberação efetiva ocorreu somente na segunda quinzena de dezembro de 2025, às vésperas do encerramento do exercício fiscal.

    O relatório registra que o repasse tardio permitiu quitar etapas pendentes e evitar a interrupção dos projetos. Entre os resultados, a comissão destaca o recebimento da última aeronave prevista no contrato do programa HX-BR.

    No balanço final, a COPAC informa que os programas sob sua coordenação envolvem investimentos elevados e prazos longos, o que exige previsibilidade orçamentária. Em 2025, conforme o documento, essa estabilidade só foi alcançada após a alteração das regras fiscais no fim do ano.

  • Ganhando R$ 3 mil, ex-assessor de Hugo Motta movimentou R$ 3,1 milhões em 6 meses

    Ganhando R$ 3 mil, ex-assessor de Hugo Motta movimentou R$ 3,1 milhões em 6 meses

    Arte Metropoles
    Júnior do Peixe e Hugo Motta

    Um ex-assessor do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), movimentou R$ 3,1 milhões em suas contas bancárias em apenas seis meses, no período em que trabalhou para o parlamentar paraibano. O montante é incompatível com o salário do então assessor no gabinete, que era de apenas R$ 3,3 mil líquidos.

    O assessor em questão é Jerônimo Arlindo da Silva Júnior, o Júnior do Peixe. Além de ter trabalhado no gabinete de Motta, ele também foi dirigente da entidade Conafer, uma das principais suspeitas de realizar descontos indevidos nas aposentadorias pagas pelo INSS.

    No período de seis meses em que esteve trabalhando com Motta, de outubro de 2020 a março de 2021, ele recebeu R$ 1,59 milhão (R$ 1.590.678,81) de terceiros em suas contas bancárias e repassou R$ 1,57 milhão (R$ 1.573.766,84) a contas de outros titulares.

    A Conafer é uma das principais entidades investigadas na Farra do INSS. Em cinco anos, de 2022 a 2025, a entidade arrecadou quase R$ 800 milhões com descontos de aposentados. Segundo a Polícia Federal, quase 90% desse valor foi transferido para empresas de fachada.

    As informações sobre a movimentação financeira de Júnior do Peixe foram enviadas pelo COAF à CPMI do INSS e obtidas pela coluna.

    A movimentação de recursos nas contas de Júnior do Peixe é muito superior ao que seria possível com o salário dele no gabinete de Motta. À época, Júnior foi nomeado para o cargo de Secretário Parlamentar 5 (código SP-05), um dos mais baixos da Casa, com rendimentos líquidos de R$ 3,3 mil mensais.

    Em nota publicada em sua conta no Instagram em maio de 2025, o ex-assessor disse que “não mantinha qualquer vínculo” com a Conafer enquanto era assessor de Motta, e que só passou a trabalhar para a entidade depois.

    “Em conformidade com a legislação vigente e visando evitar o acúmulo de cargos públicos, (Júnior) solicitou a exoneração do cargo de assessor parlamentar para assumir a função de diretor de políticas públicas da Conafer”, diz um trecho.

    Nota do ex-assessor de Hugo Motta Júnior do Peixe
    Nota do ex-assessor de Hugo Motta Júnior do Peixe

    Desde que saiu da Câmara, a única fonte de renda declarada por Júnior do Peixe à Receita passou a ser o salário da Prefeitura de João Pessoa (PB), de R$ 4,3 mil mensais.

    Júnior do Peixe não figura na Receita como diretor ou dono de nenhuma empresa. Nas eleições municipais de 2024, quando concorreu a prefeito de Marizópolis (PB) pelo Republicanos, ele declarou R$ 470 mil em bens, e nenhum investimento que pudesse justificar o giro financeiro.

    Como mostrou a coluna, ele trabalha desde o ano passado no governo da Paraíba. Em vídeo recente, Júnior do Peixe menciona Hugo Motta como seu “aliado” político.

    A coluna procurou Júnior do Peixe, mas ele não respondeu até o momento. Hugo Motta foi procurado, mas não comentou.