A equipe de Jordana se manifestou nas redes sociais nesse domingo (22/3) após a sister ser alvo de ataques machistas. A polêmica ganhou força depois de uma cena em que ela e Jonas Sulzbach movimentaram o edredom na madrugada do último sábado (21/3).
Em nota publicada, a equipe classificou as críticas como inaceitáveis e destacou que Jordana vem sendo alvo de ataques com o objetivo de “ferir, diminuir e expor uma mulher à humilhação pública”.
A equipe ainda enfatizou a autonomia feminina sobre suas escolhas, defendendo que atitudes pessoais não justificam desrespeito: “Mulheres podem se envolver apenas por prazer. Mulheres podem ficar com quantas pessoas quiserem. Mulheres podem mudar de ideia, ir, voltar, sentir ou não sentir. Nada disso justifica desrespeito”.
“Não é comum. Não é normal. Não é aceitável”, completa o comunicado. Nos comentários, fãs da sister prestaram apoio.
A bola da vez veio a ser Cuba, e a próxima, qual será?
O presidente Donald Trump, dos EUA, neste seu 2º mandato, chegou pronto e preparado, diria até, firmemente determinado a mandar no mundo, e com o seu tarifaço, a primeira das suas mais estupefacientes ações, e em escala mundial, explicitou o seu mandonismo.
Ninguém imaginava que o lema central de sua campanha, “A América em Primeiro Lugar”, viesse a focar tão somente nos interesses dos EUA, ainda que em prejuízo das nações aliadas. O México e o Canadá, seus vizinhos territoriais e longevos aliados, jamais imaginaram que se tornariam vítimas das suas inconsequentes prepotências.
A propósito, embora recorrentemente revistos e reavaliados, sobretudo pelos prejuízos causados aos próprios EUA, o seu tarifaço, na sua versão original, já tenha sido alterado e se tornado menos indigesto.
Como se tivesse sido eleito para mandar no mundo, e não apenas nos EUA, Donald Trump, em princípio, pretendeu retomar o controle do Canal do Panamá, da Groenlândia, fazer do Canadá a 51ª unidade da federação dos EUA, fazer da Faixa de Gaza um balneário de luxo e da Venezuela o que acabou fazendo.
A própria Europa que, no decorrer da 2ª Guerra Mundial e ao seu final, havia se tornado uma aliada incondicional dos próprios EUA, sequer está sendo poupada das suas ameaças. Daí encontrar-se cercada de múltiplas preocupações; afinal de contas, a “America First” vem se revelando contrária aos interesses dos 50 países que a compõem.
Por sua vez a China, contra quem os EUA irão enfrentar-se na busca pela hegemonia mundial, a seu jeito e modo, vem se espraiando mundo afora e compondo novas parcerias, a ponto de já se fazer presente em vários países do nosso continente americano, entre os quais, o nosso país.
Como assim, se a China é comunista e avessa ao capitalismo? A explicação é bastante simples e fácil: em suas transações comerciais, notadamente de produtos derivados da nossa pujante agropecuária, as nossas receitas superam, muitas vezes, as dos EUA.
E a Rússia? Não tão fortalecida quanto quando era chamada de URSS, mas dado o seu extraordinário arsenal atômico, em se tratando de guerra continua sendo respeitadíssima, até mesmo quando faz o que vem fazendo com a pobre coitada Ucrânia. Em se tratando de guerras, Vladimir Putin e Donald Trump se assemelham, não nos seus acertos, e sim, nos seus recorrentes erros.
Se não existem guerras boas e a pior paz é sempre melhor, infelizmente, enquanto existirem chefes de Estado do tipo: Donald Trump, Vladimir Putin, Benjamin Netanyahu, as piores guerras continuarão a ser trocadas pelas melhores pazes.
Moradores de áreas de Sobradinho terão o fornecimento de energia elétrica suspenso temporariamente nesta segunda-feira (23/3) para a realização de serviços de manutenção e melhoria na rede.
De acordo com a Neoenergia, a interrupção atinge o Núcleo Rural Lago Oeste, nas ruas 12, 13, 14 e 16, além da QMS 51A e da QMS 52, entre 10h e 16h.
Segundo a concessionária, as interrupções são necessárias para garantir a segurança das equipes durante a execução dos serviços e aumentar a confiabilidade e a estabilidade do fornecimento de energia nas regiões atendidas.
A Neoenergia informa ainda que, caso os trabalhos sejam concluídos antes do prazo previsto, a energia poderá ser restabelecida sem aviso prévio. Interrupções não programadas devem ser comunicadas pelo telefone 116.
Clientes com deficiência auditiva ou de fala podem entrar em contato pelo número 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
A semana começa com 1.184 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador do Distrito Federal. Nesta segunda-feira (23/3), as oportunidades têm salários que chegam até R$ 3 mil.
O posto com maior remuneração é o de coordenador de eventos, no Park Way, com salário de R$ 3 mil. Para concorrer à única vaga, é preciso ter experiência comprovada e ensino médio completo.
Outro destaque é o cargo de vendedor interno, que concentra 200 vagas na Asa Sul. Para concorrer, não é necessário ter experiência comprovada, mas é exigido ensino médio incompleto. O salário é de R$ 1.621, além de benefícios, o que torna a função uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho na região.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
Um gesto simples e cotidiano, que é esvaziar a bexiga de forma espontânea, simplesmente deixa de acontecer quando uma pessoa convive com retenção urinária crônica. Nesses casos, a urina permanece acumulada no organismo, o que pode favorecer infecções urinárias recorrentes, exigir uso frequente de antibióticos e, em situações mais graves, provocar danos renais.
O problema pode estar associado a diferentes causas, especialmente condições neurológicas como lesão medular, mielomeningocele e esclerose múltipla. Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 350 mil pessoas convivem com retenção urinária hoje no Brasil.
O tema se torna ainda mais delicado e necessário de ser debatido quando pesquisas mostram que usuários de cateterismo intermitente têm, em média, 3,5 infecções do trato urinário por ano, o que demonstra o impacto da condição quando o esvaziamento vesical não ocorre de forma adequada.
Como ocorre a retenção urinária
Segundo Marthyna de Mello, Medical Affairs Manager da Coloplast, a retenção urinária crônica ocorre quando há interrupção na comunicação entre o cérebro e o sistema urinário, algo comum em pessoas com lesão medular. Nesses casos, o organismo perde a capacidade de controlar adequadamente o esvaziamento da bexiga.
A especialista explica que o problema não está apenas na mobilidade, frequentemente associada à lesão medular, mas também no funcionamento do sistema urinário e intestinal.
Quando o esvaziamento não ocorre de forma completa, a urina residual permanece na bexiga, criando condições favoráveis para infecções e outras complicações.
“Se esse paciente não esvazia a urina adequadamente, ele sempre vai ter uma urina residual na bexiga. Com isso começam as infecções do trato urinário, o uso de antibiótico e um ciclo que pode evoluir até para dano renal.”
Marthyna de Mello, gerente de assuntos médicos da Coloplast
O cateterismo intermitente limpo é o método mais difundido no Brasil para o manejo da retenção urinária crônica. O procedimento consiste na introdução de um cateter na uretra para drenar a urina acumulada na bexiga, geralmente feito entre quatro e seis vezes ao dia.
Diferenças entre tecnologias disponíveis
No Brasil, o cateter mais utilizado ainda é o de PVC, que exige lubrificação manual antes da introdução, inclusive hoje é o disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde, o SUS. Mas, segundo Marthyna, esse processo pode aumentar o risco de contaminação e causar atrito durante o procedimento.
Ela explica que tecnologias mais recentes, como o cateter hidrofílico, chegam prontos para uso, com lubrificação uniforme no próprio material, o que reduz etapas do procedimento e facilita a adesão ao tratamento, especialmente entre pessoas com limitações motoras nas mãos.
Pesquisas mais recentes têm comprovado que cateteres hidrofílicos podem reduzir significativamente complicações associadas ao procedimento, incluindo infecções urinárias, traumas uretrais e estenose uretral.
A experiência de quem convive com a condição
Para quem vive com retenção urinária crônica, o impacto vai além do aspecto clínico. A condição influencia diretamente a autonomia, a vida social e o trabalho.
Andrea Schwarz, usuária de cateter hidrofílico, embaixadora da Coloplast e palestrante, perdeu os movimentos das pernas aos 22 anos após uma má formação congênita da medula se manifestar de forma aguda. Desde então, passou a redescobrir o próprio corpo e a rotina diária.
Ela conta que, por muitos anos, a maior dificuldade não estava relacionada à mobilidade, mas à adaptação da função urinária. Antes de conhecer o cateterismo intermitente, enfrentou infecções urinárias frequentes e limitações na rotina.
Segundo Andrea, o uso do cateter hidrofílico trouxe mudanças significativas no dia a dia, permitindo maior independência e segurança.
Andrea Schwarz segurando cateter da Coloplast
“Isso me trouxe mais autonomia, mais saúde, mais praticidade, mais agilidade. Eu ganhei muito em qualidade de vida. Mudou a minha relação com o trabalho, com a minha vida pessoal, com os lugares que eu conseguia ir e para onde eu conseguia viajar.”
Andrea Schwarz, usuária de cateter hidrofílico, embaixadora da Coloplast e palestrante
Ela também defende que o tema ainda é cercado por tabus, apesar de se tratar de uma necessidade básica de saúde, e que falar abertamente ao público é um movimento que têm ajudado muitas pessoas a superarem as limitações.
Embora o cateter hidrofílico tenha sido incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) pela Portaria nº 37, de 24 de julho de 2019, a oferta ainda não é uniforme em todo o país.
A decisão do Ministério da Saúde estabeleceu a incorporação da tecnologia para o cateterismo vesical intermitente em pessoas com lesão medular e bexiga neurogênica.
No entanto, a consulta pública de nº 34, promovida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em 2020, para definir o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da bexiga neurogênica ainda não resultou na publicação do documento, que é considerado essencial para padronizar o diagnóstico, o tratamento e os critérios de dispensação do dispositivo no sistema público de saúde.
Na prática, isso significa que a oferta do cateter hidrofílico ainda depende de iniciativas locais, decisões administrativas ou ações judiciais, tanto no SUS quanto na saúde suplementar.
Segundo Gilberto Koehler, gerente de Relações Institucionais, Governamentais e Grupos de Defesa de Pacientes da Coloplast, a ausência desse protocolo nacional dificulta a implementação uniforme da tecnologia.
“Essa não é uma tecnologia que vai encarecer os custos da saúde, muito pelo contrário. Apesar do custo inicial mais alto do que o cateter convencional, ela traz economia para o sistema de saúde porque evita internações.”
Gilberto Koehler, gerente de Relações Institucionais, Governamentais e grupos de defesa de pacientes da Coloplast
A padronização da dispensação desses dispositivos é considerada fundamental para garantir que os usuários tenham acesso contínuo ao tratamento e consigam manter o esvaziamento adequado da bexiga.
Segundo Koehler, a empresa tem atuado junto a instituições públicas e organizações da sociedade civil para contribuir com a regulamentação dos protocolos clínicos e ampliar o acesso à tecnologia já incorporada ao sistema de saúde.
Referências: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção à Pessoa com Lesão Medular. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. KENNELLY, M. et al. Adult Neurogenic Lower Urinary Tract Dysfunction and Intermittent Catheterization in a Community Setting: Risk Factors Model for Urinary Tract Infections. Advances in Urology, 2019. PANNEK, J. et al. EAU Guidelines on Neurogenic Lower Urinary Tract Dysfunction. European Association of Urology, 2013. LAPIDES, J. et al. Clean, intermittent self-catheterization in the treatment of urinary tract disease. Journal of Urology, 1972. CAMERON, A. P. et al. Bladder Management After Spinal Cord Injury in the United States 1972–2005. Journal of Urology, 2010. FURLAN, J. M. Lesão medular: conceitos básicos. Jornal Brasileiro de Neurocirurgia, 2001. Estudo epidemiológico de nascidos vivos com Espinha Bífida no Brasil. Brazilian Journal of Health Review. Prevalence of comorbidities in multiple sclerosis patients with neurogenic bladder. ScienceDirect. COLOPLAST. IC User Survey. 2016.
O tempo segue quente e seco na maior parte do estado de São Paulo nesta segunda-feira (23/3). Ao longo do dia, o sol aparece entre muitas nuvens, deixando a sensação de calor e abafamento.
Na parte da tarde, há risco de temporais no oeste e sudoeste paulista. Essas chuvas podem ser moderadas com raios e trovoadas.
Nas demais regiões, o tempo segue estável e sem previsão de chuva.
Na cidade de São Paulo, segundo a Defesa Civil, a temperatura varia entre 18°C e 30°C.
No interior, em Piracicaba, dia de sol com algumas nuvens. A mínima é de 19°C e a máxima chega aos 31°C.
O sol também aparece no litoral, mas a temperatura não sobe muito. No Guarujá, o calor varia entre 23°C e 28°C.
Vai acabar a vida boa do senador Flávio Bolsonaro (PL), o candidato do pai dele a presidente. Porque até aqui foi muito boa, sem concorrentes à direita, e à esquerda somente Lula com quem se bater. Por isso ele cresceu sem obstáculos, herdando os votos do pai enfermo e somando-os aos dos antipetistas.
Se parte, somente uma parte da direita dita civilizada ainda resiste aos seus encantos, ela o apoiaria se não lhe restasse outra opção. Afinal, às favas todos os escrúpulos desde que seus interesses sejam satisfeitos. De resto, o voto é secreto. Quem poderá saber em quem votei? Posso continuar posando de direita civilizada.
Romeu Zema renunciou, ontem, ao governo de Minas Gerais porque pretende, ou diz pretender, disputar a Presidência pelo NOVO. Nos próximos dias, se não se arrepender, Ratinho Júnior renunciará ao governo do Paraná para disputar a Presidência pelo PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
Flávio tentou atrair Zema e Ratinho para seu lado, mas sem sucesso. No caso de Ratinho, ofereceu-lhe mundos e fundos, da vice-presidência a ministro poderoso no seu eventual governo. Ou as duas coisas juntas. Ao sentir-se rejeitado por ele, anunciou apoio a Sérgio Moro, candidato à sucessão de Ratinho.
A fantasia de candidato moderado vestida por Flávio começará em breve a ser posta em xeque – à direita por Zema, que poderá lhe tomar uma parcela dos votos mais radicais, à esquerda por Lula e os seus aliados. Entre Flávio, Zema e Ratinho, Lula torce por Flávio para reeditar a batalha que travou com Bolsonaro em 2022.
Diz-se que a eleição deste ano será decidida por uma diferença igual ou menor que a de quatro anos atrás. Por ora, isso não passa de palpite, aposta, ou desejo. Sabe-se lá o que irá acontecer nos próximos meses. Ninguém será cobrado por previsões contrariadas pelos resultados, a não ser os institutos de pesquisas.
Os pontos fracos de Lula são explorados diariamente pela imprensa que quer vê-lo pelas costas desde a primeira eleição, a de 1989, depois do fim da ditadura. Ela só tolerou Lula uma vez para evitar a reeleição de um candidato, o pai de Flávio, que a hostilizou e quis derrubar a democracia. Não conseguiu por pouco.
Os pontos fracos de Flávio pedem para ser explorados com a mesma intensidade. Flávio é uma cópia encardida do pai a quem nunca disse não, como seus irmãos nunca disseram. Se disseram, não foi em público. Se disseram, renderam-se às suas ordens. Ah, mas Flávio não estimulou o pai a dar o golpe.
Não se conhece uma palavra que Flávio tenha dito contra o golpe. Ele se refere ao golpe como um suposto golpe. E, se eleito, promete suspender a pena do pai e anistiar os supostos golpistas. Ora, mas é natural que Flávio proceda assim em defesa do pai. Ora, mas não se premia golpistas para não se incentivar novos golpes.
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu não acatar o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL) para suspender a negociação de um empréstimo de até R$ 20 bilhões destinado à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
A decisão foi tomada por unanimidade pelo plenário da Corte. Nas considerações que embasaram o julgamento, o tribunal destacou que “ainda não há ato administrativo formalizado sobre o assunto que configure objeto concreto de apreciação por parte do Tribunal em sede de atuação cautelar”, diz trecho do acórdão.
A Corte considerou ainda que o empréstimo já está sendo monitorado. “O acompanhamento da situação e de eventuais operações de crédito com garantia da União está sendo realizado no âmbito do TC Processo 021.622/2025-6, que subsidiará a análise das contas”, informou o órgão.
Flávio Bolsonaro pediu a abertura de investigação sobre a operação de crédito, além de questionar os motivos que levaram a estatal a registrar prejuízos que, segundo ele, somam R$ 7 bilhões entre 2024 e 2025.
“Prejuízo acumulado”
De acordo com a representação, “atos praticados por agentes vinculados ao Ministério da Fazenda, ao Tesouro Nacional, à Casa Civil da Presidência da República e à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) indicam a possível ocorrência de irregularidades graves e/ou ilegalidades relacionadas à operação de crédito em fase de negociação, estimada em até R$ 20 bilhões”.
No documento, o senador também atribui ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a “grave deterioração financeira e administrativa” dos Correios. “Em apenas dois anos, os sinais de colapso se intensificaram: o prejuízo acumulado da estatal em 2024 foi de R$ 2,6 bilhões. Já em 2025, somente no primeiro semestre, a empresa reportou um déficit alarmante de R$ 4,4 bilhões, superando todo o prejuízo do ano anterior”, argumentou.