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  • Urach critica machismo e cita a Bíblia após polêmica sobre vídeo íntimo com filho

    Urach critica machismo e cita a Bíblia após polêmica sobre vídeo íntimo com filho

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    Depois de anunciar o lançamento de um vídeo em parceria com o filho, Arthur Urach, para uma plataforma de entretenimento adulto e criar uma repercussão negativa, a modelo e criadora de conteúdo Andressa Urach usou as redes sociais na noite desta sexta-feira (2) para se defender das críticas.

    Em seu stories no Instagram ela disse: “Machismo, né… homens podem… mulheres, não”. Urach aproveitou e citou a Bíblia para fazer um comparativo: “Ninguém fala sobre o que Ló fez??? Tá na Bíblia! Já o Abraão, o pai na fé, com sua irmã Sara?”.

    Mais detalhes do vídeo

    Em seu comunicado oficial, Urach afirmou que a gravação atende a pedidos frequentes de seus assinantes e que aguardou o momento em que se sentisse preparada para realizar o projeto.

    “Gravei com meu filho Arthur!!! Esse é o vídeo que mais me pediram. Eu só gravei quando tive certeza de que estava pronta. Tá do jeito que você imaginou — e melhor do que esperava. Se você faz parte de quem pediu… essa é a sua chance. Eu demorei porque sabia o efeito. Agora tá pronto. Exclusivo. Muito pedido. Quem esperou… vai entender”, escreveu a modelo ao anunciar o novo vídeo na plataforma adulta.

    • Andressa Urach anuncia vídeo com o filho para plataforma adulta e choca web

    Arthur Urach, que já atuava nos bastidores das produções da mãe como cinegrafista, agora assume o papel de protagonista ao lado dela.

    A trajetória de Andressa na plataforma é marcada por colaborações inusitadas, incluindo registros com familiares, como o pai e a irmã, e ex-parentes, como a ex-sogra, o que mantém a modelo em evidência constante nos portais de celebridades.

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  • Fronteira do Brasil com a Venezuela é fechada após ataque dos EUA e captura de Maduro; veja vídeo

    Fronteira do Brasil com a Venezuela é fechada após ataque dos EUA e captura de Maduro; veja vídeo

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    A fronteira do Brasil com a Venezuela amanheceu fechada neste sábado (3), em Pacaraima, no estado de Roraima. O bloqueio ocorreu poucas horas após os Estados Unidos anunciarem um ataque militar de grande escala contra o território venezuelano e informarem a retirada e a prisão do presidente Nicolás Maduro.

    Imagens divulgadas pela Polícia Militar mostram viaturas, militares do Exército e barreiras físicas posicionadas no marco fronteiriço entre os dois países. O acesso foi interrompido com cones e presença ostensiva das forças de segurança, em uma medida adotada ainda no início da manhã.

    • Após prisão de Maduro, EUA deve interromper bombardeios na Venezuela

    Segundo a Polícia Federal, o fechamento partiu do lado venezuelano e já provocou mudanças no movimento da região. De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, houve redução significativa no fluxo migratório logo nas primeiras horas do bloqueio.

    O fechamento da fronteira acontece em meio à escalada de tensão internacional após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que forças americanas realizaram uma operação militar na Venezuela. Segundo ele, Nicolás Maduro teria sido retirado do país por via aérea, junto com a esposa, sem a divulgação do destino.

    Ataque dos EUA

    Durante a madrugada, moradores de Caracas relataram uma sequência de explosões em diferentes pontos da capital. Houve registros de aeronaves voando em baixa altitude, correria nas ruas e falta de energia elétrica em áreas próximas a instalações militares.

    Após os ataques, o governo venezuelano divulgou comunicado oficial declarando estado de Comoção Exterior em todo o território nacional. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou não saber onde Maduro está e cobrou do governo americano uma prova de vida do presidente, enquanto o clima de instabilidade segue refletindo diretamente na fronteira brasileira.

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  • Maduro e esposa serão julgados em Nova York, afirma procuradora-geral dos EUA

    Maduro e esposa serão julgados em Nova York, afirma procuradora-geral dos EUA

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    Após serem capturados em meio ao bombardeio dos Estados Unidos na capital venezuelana, Caracas, na madrugada deste sábado (3), o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores retirados do país. Eles serão julgados pela Justiça dos Estados Unidos em um tribunal de Nova York, conforme informou a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.

    Bondi afirmou que os dois irão responder pelos seguintes crimes: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras.

    “Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Nicolás Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos”, afirmou.

    Ainda não há data para que o casal seja julgado, mas o processo deve começar em breve. “Em breve, eles enfrentarão toda a severidade da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”.

    • Estados Unidos atacam Venezuela e capturam Maduro

    Agradecimentos a Trump

    Por fim, a procuradora-geral agradeceu a Trump pela ação de sucesso. Mesmo assim, ela não deu detalhes de para onde Maduro e sua esposa foram levados.

    “Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais”.

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  • Ministro venezuelano classifica ataques dos EUA como ‘covarde’ e pede por ‘Venezuela livre’

    Ministro venezuelano classifica ataques dos EUA como ‘covarde’ e pede por ‘Venezuela livre’

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    Após uma madrugada de bombardeios à capital Caracas e mais três estados venezuelanos, que terminou com a captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, o Ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, gravou uma mensagem de vídeo na manhã deste sábado (3) e rechaçou os ataques militares norte-americanos.

    O ministro classificou a ação como um ataque covarde que ameaça a paz e fez um apelo para que a comunidade internacional e entidades multilaterais condenem o governo dos EUA por, segundo ele, violar a Carta da ONU e o direito internacional.

    “Diante deste ataque vil e covarde que ameaça a paz e a estabilidade da região, elevamos nossa mais veemente denúncia à comunidade internacional e a todas as organizações multilaterais para condenar o governo dos EUA pela flagrante violação da Carta da ONU e do direito internacional”, disse o ministro.

    • URGENTE: Estados Unidos atacam Venezuela e capturam Maduro

    Venezuela livre

    Vladimir Padrino destacou que a Venezuela, livre e independente, não aceita tropas estrangeiras em solo nacional, apontando que a ação trouxe apenas consequências negativas.

    “A Venezuela livre, independente e soberana rejeita com toda a força de sua história a presença dessas tropas estrangeiras que só trouxeram morte, dor e destruição”, completou.

    O pronunciamento foi dado após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o sucesso de um “ataque em larga escala” no país sul-americano, com a confirmação da captura de Maduro e Cilia Flores.

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  • Lula convoca reunião de emergência com ministros após ataques dos EUA à Venezuela

    Lula convoca reunião de emergência com ministros após ataques dos EUA à Venezuela

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    O governo brasileiro, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), convocou, por meio do Itamaraty, uma reunião de emergência ainda para a manhã deste sábado (3) para discutir os ataques dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro. O encontro está marcado para as 10h e, só então, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro deve se manifestar oficialmente sobre o caso.

    Fontes da diplomacia confirmaram que o Brasil já entrou em contato com representantes venezuelanos para monitorar os desdobramentos na fronteira. Ainda não há confirmação oficial sobre os ministros que participarão da reunião, mas grande parte deles foi convocada.

    O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, antecipou o retorno das férias e está a caminho de Brasília. Até sua chegada, a coordenação da pasta segue com a secretária-executiva Maria Laura da Rocha.

    • URGENTE: Estados Unidos atacam Venezuela e capturam Maduro

    O presidente Lula está fora de Brasília, passando o fim de ano na base militar da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, ao lado da primeira-dama, Janja da Silva, e irá participar da reunião de forma online.

    Detalhes da operação

    Nas primeiras horas deste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em rede social que tropas americanas realizaram, durante a madrugada, um ataque de grande escala na Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro. Trump não detalhou para onde Maduro e sua esposa foram levados.

    Enquanto isso, o governo da Venezuela declarou que ainda não recebeu informações sobre o paradeiro de Nicolás Maduro após a intervenção americana. A vice-presidente venezuelana solicitou uma prova de vida do presidente detido.

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  • Antes de EUA confirmar bombardeios, Venezuela já havia se pronunciado após ataques aéreos

    Antes de EUA confirmar bombardeios, Venezuela já havia se pronunciado após ataques aéreos

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    Horas antes de os EUA confirmarem o ataque militar e as capturas do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, o governo da Venezuela já havia declarado estado de emergência após registrar fortes explosões em bases militares e em um aeroporto na capital Caracas, ainda nas primeiras horas da madrugada deste sábado (3).

    “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que garantem o respeito à soberania, a igualdade jurídica entre os Estados e a proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, especialmente na América Latina e no Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, afirma o comunicado oficial.

    Explosões foram registradas em várias regiões da capital, assim como nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Antes de ser capturado por agentes norte-americanos, foi o próprio presidente Nicolás Maduro que decretou estado de emergência em todo o país.

    • URGENTE: Estados Unidos atacam Venezuela e capturam Maduro

    No comunicado, de acordo com autoridades venezuelanas, a intenção dos ataques seria “se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, especialmente petróleo e minerais”.

    Além disso, destaca que a vida de milhões de pessoas está sob grave risco com a escalada do conflito. Por fim, a Venezuela informou que levará o caso ao Conselho de Segurança da ONU, à CELAC e ao MNOAL, exigindo responsabilização dos Estados Unidos pelo ocorrido.

    Solidariedade mundial

    O governo venezuelano também declarou que se reserva o direito à legítima defesa e pediu solidariedade mundial na condenação à ofensiva estrangeira.

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  • Aliada da Venezuela, Rússia reage a ataque dos EUA contra Caracas

    Aliada da Venezuela, Rússia reage a ataque dos EUA contra Caracas

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    O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comentou, neste sábado (3), o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela. A ação militar norte-americana resultou na captura e prisão de Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

    “Deve ser garantido à Venezuela o direito de decidir seu próprio destino sem qualquer intervenção destrutiva, muito menos intervenção militar, vinda do exterior”, diz o comunicado do ministério. 

    A chancelaria russa denunciou o ataque como “um ato de agressão armada contra a Venezuela” perpetrado pelos Estados Unidos. O órgão diplomático indicou ainda que as “desculpas” usadas para justificar os ataques contra o país latino-americano são “insustentáveis”.

    “Reiteramos nossa solidariedade ao povo venezuelano e nosso apoio à linha de sua liderança bolivariana, voltada para a defesa dos interesses nacionais e da soberania do país”, diz o comunicado oficial.

    Ataque à Venezuela

    Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos. Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. As explosões começaram por volta das 2h, pelo horário local (3h, em Brasília).

    Nos últimos meses, Trump já havia dito que os EUA poderiam realizar ataques terrestres contra a Venezuela, como parte da campanha contra cartéis de drogas no país.

    A expectativa é que a ação dos Estados Unidos tenha sido pontual, com o objetivo de capturar Trump e destruir instalações supostamentes utilizadas pelos cartéis de drogas.

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  • Após prisão de Maduro, EUA deve interromper bombardeios na Venezuela

    Após prisão de Maduro, EUA deve interromper bombardeios na Venezuela

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    Após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores na madrugada deste sábado (3), durante uma série de bombardeios na capital Caracas, os EUA devem interromper os ataques em solo venezuelano.

    A afirmação foi feita pelo senador norte-americano Mike Lee, que teria ligado para o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e afirmou que “não prevê mais ações na Venezuela agora que Maduro está sob custódia dos Estados Unidos”.

    Nas primeiras horas desta manhã, bombardeios e aviões voando baixo não estão sendo registrados na Venezuela, dando a entender que a operação foi feita justamente para capturar Maduro.

    Detalhes da prisão

    Por enquanto, não foram divulgados detalhes de como foi a captura, apenas que foi realizada por equipes da Delta Force, uma tropa de elite do exército dos EUA, que contou com apoio de outras forças de segurança americanas.

    • URGENTE: Estados Unidos atacam Venezuela e capturam Maduro

    Apesar de ter confirmado as prisões de Maduro e Cilia Flores, os EUA não informaram para onde eles foram levados. A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez, inclusive, afirmou que não sabe do paradeiro de Maduro e pediu uma prova de vida ao governo norte-americano.

    “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, disse Rodríguez em um áudio exibido pela TV estatal nas primeiras horas deste sábado.

    Sem dar detalhes, os EUA afirmaram que Maduro e sua esposa estão sob custódia americana e irão responder criminalmente após o líder ser apontado como um dos grandes nomes do narcotráfico internacional. Trump afirmou que mais detalhes serão dados em entrevista coletiva marcada para este sábado (3), às 13h (horário de Brasília).

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  • Atenção: fenômeno meteorológico vai aumentar volume de chuvas em todo o Acre; entenda

    Atenção: fenômeno meteorológico vai aumentar volume de chuvas em todo o Acre; entenda

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    O Acre está entre os estados afetados pelo primeiro episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) de 2026, fenômeno que provoca aumento e persistência das chuvas em parte do território brasileiro. O sistema meteorológico favorece precipitações frequentes e períodos prolongados de céu encoberto no estado.

    O levantamento foi compartilhado pelo ClimaTempo/Foto: ClimaTempo

    A ZCAS começou a se estabelecer neste sábado (3) e deve permanecer atuando até, pelo menos, a próxima quarta-feira (7). O fenômeno está associado à presença de um cavado atmosférico e à atuação de uma frente fria, formando um corredor de umidade que se estende da região amazônica até o Sudeste do país.

    No Acre, a configuração atmosférica intensifica a frequência das chuvas, com volumes distribuídos ao longo de vários dias e poucas aberturas de sol. Além do estado, o sistema também influencia o tempo em Rondônia, Tocantins, sul do Pará e em áreas do Amazonas.

    Segundo a análise meteorológica, o principal fator de atenção não é apenas o volume acumulado em um único dia, mas a regularidade das precipitações, que mantém o solo saturado e reduz a capacidade de drenagem. Diante desse cenário, órgãos de monitoramento e a Defesa Civil acompanham a evolução das condições climáticas e o comportamento dos rios durante o período de atuação da ZCAS.

  • Acre registra quase 4,9 mil casos de Covid-19 e 24 mortes em 2025

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    O Acre contabilizou 4.873 casos confirmados de Covid-19 e 24 mortes até a semana epidemiológica 49 de 2025, segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

    Quase 5 mil casos foram registrados ao longo de 2025/Foto: Reprodução

    O levantamento mostra que, desde o início da pandemia, em 2020, o estado registrou 444.878 notificações da doença. Desse total, 176.241 foram confirmadas e 2.119 resultaram em óbito. A análise do período mais recente, entre 2023 e 2025, indica que a maior parte dos casos ocorreu entre pessoas de 40 a 49 anos, com predominância do sexo feminino, que concentrou 62,8% das infecções.

    Em relação ao perfil étnico-racial em 2025, a maioria dos casos foi identificada entre pessoas pardas, que representaram 67,6% das confirmações. Na sequência aparecem pessoas amarelas (13,5%), brancas (12%), pretas (2,4%) e indígenas (0,3%). No mesmo período, a letalidade da doença no estado ficou em 0,4%.

    As mortes seguem concentradas nos grupos mais vulneráveis. Entre os 79 óbitos registrados de 2023 a 2025, a maior parte ocorreu em pessoas com mais de 60 anos. Os registros mostram distribuição semelhante entre homens e mulheres, e em 65,8% dos casos havia presença de comorbidades.

    A incidência acumulada da Covid-19 no Acre, entre 2023 e 2025, alcançou 1.985 casos por 100 mil habitantes. Acrelândia apresentou os maiores índices, tanto no acumulado do período, com 3.867 casos por 100 mil habitantes, quanto em 2025, quando chegou a 1.433 casos por 100 mil habitantes. No estado, a incidência neste ano é de 544,8 casos por 100 mil habitantes.

    Dados de vigilância genômica apontam que a variante Ômicron continua predominante no Acre. As análises identificaram seis sublinhagens em circulação, com destaque para a JN.1, atualmente a mais frequente no país, além de variantes recombinantes, como a XDR.