Categoria: Teste

  • Caesb e Terracap aprovam pagamento de até R$ 374 mil para diretores após exoneração

    Caesb e Terracap aprovam pagamento de até R$ 374 mil para diretores após exoneração

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Fachada do predio da terracap em brasilia

    A Companhia do Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) pagarão seis meses de salários, após a exoneração, aos diretores e, no caso da Caesb, também aos integrantes do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e ao secretário executivo.

    A “quarentena” poderá render até R$ 374 mil fora do cargo público. A medida foi aprovada pela Caesb em assembleia geral realizada em 25 de novembro de 2025, e, pela Terracap, em fevereiro do mesmo ano.

    No caso da Caesb, há sete diretores e um secretário executivo. O Conselho de Administração possui sete membros e o Conselho Fiscal tem cinco. Veja os salários: 

    Após deixarem os cargos, o presidente da Caesb poderá receber R$ 342,2 mil pelos seis meses; os diretores, R$ 307,9 mil; e os membros dos conselhos de Administração e Fiscal, e do Comitê de Auditoria, R$ 68,4 mil. A ata da assembleia que aprovou a quarentena da Caesb foi publicada no dia 2 de fevereiro de 2026.

    Terracap

    Já em relação à Terracap, a resolução interna permite pagamento de salário por seis meses ao presidente e diretores após término do mandato, destituição, renúncia ou afastamento do cargo.

    O salário bruto dos gestores da Terracap é, atualmente, R$ 62,3 mil. Portanto, eles poderão receber R$ 374 mil após deixar a estatal. A diretoria da agência é composta por sete integrantes.

    A Resolução nº 274/2025, que trata da “quarentena” remunerada foi aprovada em fevereiro de 2025. De acordo com o texto, “a caracterização da situação que configure a aplicação da quarentena estará condicionada à análise prévia e manifestação expressa da Comissão de Ética da Terracap”, na qual serão apresentados elementos necessários para avaliação da existência de potencial “conflito de interesse”.

    A norma classifica conflito de interesse como “a situação em que interesses públicos e privados de agentes públicos que ocupam ou ocuparam cargos de presidente ou de diretor entram em conflito, devido ao acesso privilegiado a informações estratégicas, com potencial para comprometer o interesse coletivo ou influenciar de forma inadequada a gestão pública, independentemente da ocorrência de prejuízo ao patrimônio público ou do recebimento de qualquer vantagem ou benefício pelos envolvidos”.

    A nova regra permite que, durante a quarentena remunerada, ex-presidentes e ex-diretores terão assegurados:

    Os ex-dirigentes ficarão proibidos de desempenhar atividades “que possam configurar conflito de interesses”, além de “preservar sigilo sobre informações confidenciais obtidas em razão do cargo anteriormente ocupado” e deverão informar à Terracap “quaisquer propostas de trabalho”, de acordo com a resolução.

    A remuneração após a exoneração ou afastamento será calculada com base no último valor bruto recebido, excluída a parcela de caráter indenizatório, bem como verbas não permanentes, como férias e décimo terceiro salário, além de adicionais e outras vantagens.

    Segundo a resolução, caberá ao Comitê de Ética da Terracap decidir se o ex-dirigente deverá receber a quarentena ou se poderá exercer atividade indicada no formulário de requerimento.

    A norma prevê que, em caso de exercício de atividade que configure conflito de interesse, o ex-diretor terá o pagamento suspenso e poderá restituir o valor pago. “Em situações que envolvam potencial lesão ao patrimônio público ou infrações éticas graves, o caso também será encaminhado ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF)”, diz o documento. 

  • Calderano e Takahashi vencem título inédito no Smash de Singapura

    Calderano e Takahashi vencem título inédito no Smash de Singapura

    VCG/VCG via Getty Images
    Takahashi-Calderano

    Hugo Calderano e Bruna Takahashi venceram os sul-coreanos Jonghoon Lim e Yunin Shin e conquistaram o Smash de Singapura nesta sexta-feira (27/2). É a primeira dupla não-asiática a conquistar um título na categoria dupla mista.

    Os brasileiros venceram por 3 sets a 0, com parciais de 11 a 7, 11 a 6 e 13 a 11. A dupla de casal teve grande eficiência nos saques e nos contra-ataques.

    Para chegar à final, eles bateram a dupla de Hong Kong formada por Chun Ting Wong e Hoi Kem Doo por 3 sets a 1, parciais de 9/11, 11/8, 11/9 e 11/8.

     

  • Champions League: PSG reencontra Chelsea após final do Mundial

    Champions League: PSG reencontra Chelsea após final do Mundial

    Hector Vivas – FIFA/FIFA via Getty Images
    Chelsea x psg

    O sorteio das oitavas da Champions League, realizado nesta sexta-feira (27/2), reservou um duelo que pode soar como revanche. A equipe do PSG encara o Chelsea em primeiro confronto entre os times após a final da Copa do Mundo de Clubes, disputada em julho de 2025.

    No torneio disputado nos Estados Unidos, o PSG chegou como o mais recente campeão da Champions League e favorito ao título. No entanto, o Chelsea ganhou consistência ao longo do torneio, principalmente com a chegada do brasileiro João Pedro, e faturou o título do Mundial com vitória por 3 x 0 na final.

    Caminho até as oitavas da Champions League

    O Chelsea conquistou a vaga direta para as oitavas da Champions League com a sexta melhor campanha da primeira fase. A posição foi conquistada com vitória por 3 x 2 sobre o Napoli, na Itália.

    Já o PSG precisou disputar a fase playoffs da competição ao ficar em 11º lugar. Para ir às oitavas, os parisienses precisaram passar pelo rival Monaco com vitória por 3 x 2 no jogo de ida, e empate por 2 x 2 no duelo de volta.

    Veja o calendário do mata-mata da Champions League 2025/26:

  • Hepatologista responde: toda gordura no fígado evolui para cirrose?

    Hepatologista responde: toda gordura no fígado evolui para cirrose?

    Mohammed Haneefa Nizamudeen/Getty Images
    Ilustração colorida de fígado com gordura - O que o fígado realmente precisa para funcionar de forma saudável - Metrópoles

    A cirrose é uma doença comumente associada ao consumo de bebidas alcoólicas, entretanto, essa não é a única causa. A doença hepática gordurosa não alcoólica, popularmente conhecida como gordura no fígado, se destaca como um fator de risco para o desenvolvimento da condição.

    Henrique Sérgio Moraes Coelho, hepatologista da Rede Américas destaca que a doença hepática gordurosa pode se desenvolver a partir de quadros de obesidade— uma “epidemia silenciosa” no mundo —, bem como em pacientes com hipertensão e diabetes. “A obesidade é associada com diabetes e algumas as alterações genéticas facilitam essa evolução da esteatose para cirrose, mas na boa parte da população ela fica só na gordura mesmo”, diz. 

    De acordo com o médico, a cirrose hepática a partir da gordura no fígado pode levar até 20 anos para se desenvolver. “Primeiro essa gordura pode provocar uma inflamação no fígado e ao longo dos anos, 10, 15, 20 anos, se transformar em uma esteatohepatite, a hepatite causada pela gordura. Depois isso cicatriza, se forma o que chamamos de fibrose, uma etapa pré-cirrose, podendo chegar até a cirrose em um grupo pequeno de pessoas”, destaca o hepatologista.

    Ilustração colorida de fígado em esqueleto humano - Hepatologista lista sinais de que você pode ter gordura no fígado - Metrópoles
    A doença hepática gordurosa pode evoluir para cirrose

    Cirrose é evolução grave da gordura no fígado

    Entretanto, o médico destaca que a gordura no fígado ainda é uma das principais causadoras de cirrose, “mais até do que o álcool” e outras condições como hepatite C e hepatite B. “De 30% da população que tem esteatose hepática, mais ou menos 20% desse grupo, ou seja, 6% tem esteatohepatite e 20% desses pacientes que tem esteatohepatite vão evoluir para cirrose”, exemplifica o médico.

    Caso o paciente venha a desenvolver a cirrose, o profissional alerta ainda sobre a possibilidade de câncer no fígado. “Quando o indivíduo tem cirrose, a gente vai ficar o tempo todo procurando descobrir focos de câncer pequenos, que podem ser tratados. Mas existe um percentual de paciente que desenvolve carcinoma hepatocelular, o câncer, mesmo sem desenvolver a cirrose”, completa.

    Ilustração colorida de um fígado humano com cirrose - Metrópoles
    Ilustração de um fígado com cirrose, consequência da doença hepática crônica caracterizada por fibrose e cicatrização do tecido

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • MPDFT denuncia chefes de esquema de pirâmide que arrecadou R$ 1 bilhão

    MPDFT denuncia chefes de esquema de pirâmide que arrecadou R$ 1 bilhão

    Luh Fiuza/Metrópoles @Luhfiuzafotografia
    Imagem colorida mão com dinheiro pagamento moeda papel - Metrópoles

    O Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) denunciou, nessa quinta-feira (26/2), seis integrantes do G44 Brasil, acusados de comandar um esquema de pirâmide financeira a partir de um escritório em Taguatinga (DF). O prejuízo é estimado em mais de R$ 1 bilhão.

    Segundo a denúncia apresentada em 29 de janeiro pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), o grupo atuou entre 2017 e funcionou por, pelo menos, quatro anos, prometendo rendimentos mensais entre 10% e 11,5%.

    A oferta atraiu milhares de investidores no Distrito Federal e em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Bahia, Maranhão e Piauí.

    De acordo com o MPDFT, cerca de R$ 600 milhões teriam sido captados e distribuídos entre os beneficiários do esquema. Parte dos recursos teria sido utilizada para a aquisição de bens de alto valor, como:

    Na ação, o promotor de Justiça Paulo Roberto Binicheski pede a condenação dos acusados por organização criminosa e lavagem de capitais.

    O MPDFT pede também o confisco dos bens apreendidos e da fixação de indenização mínima de R$ 1 bilhão para ressarcimento das vítimas.

    Como funcionava o esquema

    Conforme a investigação, os investidores firmavam contratos como sócios-cotistas da empresa, sob a promessa de lucros provenientes de operações com criptomoedas e da mineração de esmeraldas e ouro.

    Para reforçar a credibilidade do negócio, o grupo organizava visitas a uma suposta mina em Campos Verdes.

    As apurações indicam, porém, que o dinheiro dos novos investidores era utilizado para pagar os antigos, configurando o chamado esquema Ponzi ou pirâmide financeira.

    Nos primeiros meses, os rendimentos eram pagos por meio do chamado Zen Card, um cartão pré-pago vinculado à conta digital. A denúncia aponta que mais de R$ 154 milhões passaram pela plataforma para viabilizar os pagamentos e dificultar o rastreamento dos recursos.

    A partir de novembro de 2019, os créditos deixaram de ser feitos e investidores passaram a relatar dificuldades para sacar ou recuperar os valores aplicados.

    Segundo o MPDFT, ao serem questionados, os responsáveis alegavam que os contratos envolviam riscos e não previam ressarcimento.

    “O esquema consistia na permuta de dinheiro mediante o recrutamento contínuo de novos participantes, sem qualquer entrega de produto ou prestação de serviço real”, afirma a denúncia.

    “Assim, ficou claro que a natureza dos fatos não está relacionada à operação financeira legítima de uma corretora de valores, mas sim ao recrutamento fraudulento, à estruturação de uma organização criminosa e à lavagem de dinheiro dela decorrente”, diz trecho da denúncia.

    Estrutura e desdobramentos

    As investigações apontam que a organização tinha estrutura hierárquica, com núcleo de comando liderado por Saleem Ahmed Zaheer e Joselita de Brito Escobar, além de setores responsáveis por captação, operações financeiras e ocultação de valores, inclusive com uso de “laranjas” e empresas vinculadas.

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já havia instaurado procedimento administrativo contra a empresa em 2018, suspendendo suas atividades por operar no mercado de valores mobiliários sem autorização.

    Em maio de 2024, a Justiça Federal condenou Saleem Ahmed Zaheer a 14 anos de prisão e Joselita de Brito Escobar a 8 anos, por crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro. Um terceiro operador também foi sentenciado.

    No mesmo ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a G44 não atuava como instituição financeira legítima, mas como esquema baseado no recrutamento fraudulento de pessoas, fixando a competência da Justiça Estadual para julgar os crimes relacionados ao golpe.

    Com a decisão, o MPDFT passou a atuar diretamente no caso e formalizou a denúncia por organização criminosa e lavagem de ativos financeiros.

    A reportagem não localizou a defesa dos réus. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos.

  • TJAM realiza mutirão para agilizar julgamento de processos de violência contra a mulher no Amazonas

    TJAM realiza mutirão para agilizar julgamento de processos de violência contra a mulher no Amazonas

    O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realiza, nesta sexta-feira (27), às 8h, no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, em Manaus, o lançamento da 32ª edição da Semana Justiça pela Paz em Casa. A iniciativa é coordenada pela Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid), em parceria com o […]

  • TCE suspende pela segunda vez show de R$ 1,1 milhão de Bruno & Marrone no Tocantins

    TCE suspende pela segunda vez show de R$ 1,1 milhão de Bruno & Marrone no Tocantins

    O Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) suspendeu, pela segunda vez, o contrato de R$ 1,1 milhão firmado pela Prefeitura de Axixá para a realização do show da dupla Bruno & Marrone. A apresentação estava prevista para o dia 14 de março de 2026, durante um evento de motociclismo no município. A primeira […]

  • TRF1 restabelece licença para obras da BR-319 entre Porto Velho e Manaus

    TRF1 restabelece licença para obras da BR-319 entre Porto Velho e Manaus

    O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) restabeleceu a Licença Prévia concedida pelo Ibama para as obras de pavimentação e restauração…

  • Nova creche é inaugurada no Quinari e amplia atendimento para 300 crianças

    Nova creche é inaugurada no Quinari e amplia atendimento para 300 crianças

    A prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, inaugurou na tarde de ontem, quinta-feira, 26, a nova Creche Municipal do Quinari, localizada no bairro Chico Paulo. A solenidade reuniu moradores, autoridades e lideranças comunitárias. A nova unidade tem capacidade para atender aproximadamente 300 crianças nos turnos da manhã e da tarde, beneficiando mais de 150 famílias. […]