Categoria: Teste

  • Lanús fatura prêmio milionário com a conquista da Recopa Sul-Americana

    Lanús fatura prêmio milionário com a conquista da Recopa Sul-Americana

    Reprodução/X/Lanus
    O Lanús venceu o Flamengo no Maracanã e conquistou a taça da Recopa Sul-Americana

    Em noite mágica para o Lanús, o clube argentino conquistou a Recopa Sul-Americana. Nessa quinta-feira (26/2), o Granate derrotou o Flamengo por 3 x 2 no Maracanã, e levantou o troféu do certame. Com o título conquistado, a equipe irá receber um prêmio milionário da Conmebol.

    Além da taça, o Lanús vai levar para a Argentina a quantia de aproximadamente R$ 10 milhões. Já o Flamengo, que amargou o vice-campeonato, irá receber por volta de R$ 5 milhões. A premiação será paga pela entidade que rege o futebol sul-americano.

     

    O Lanús conquistou a Recopa após vencer o Rubro-Negro por 4 x 2 no agregado. O Granate derrotou o Flamengo por 1 x 0 na partida de ida, realizada na Argentina. No duelo dessa quinta-feira (26/2), o time brasileiro venceu por 2 x 1 no tempo normal, mas acabou sofrendo dois gols na prorrogação e perdeu por 3 x 2.

  • Incêndio atinge Faculdade de Direito da USP em São Paulo

    Incêndio atinge Faculdade de Direito da USP em São Paulo

    Redes sociais/ reprodução
    Incêndio prédio USP

    Um incêndio atingiu o prédio da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) na noite desta quinta-feira (26/2). O fogo atingiu o 3º andar do edifício que fica no centro da capital paulista.

    O Corpo de Bombeiros usa 10 viaturas para atender à ocorrência. Segundo a corporação, o fogo começou em um equipamento de ar-condicionado e foi controlado pouco antes da meia-noite.

    A Faculdade de Direito da USP ocupa o local do antigo Convento de São Francisco, que data do século XVI, no Largo de São Francisco. Na década de 1930, foi construído um novo edifício, amplo e monumental. O projeto é de autoria de Ricardo Severo e o prédio é tombado como patrimônio histórico do estado de São Paulo.

  • Defesa de Lulinha diz que quebra de sigilo é "dispensável"

    Defesa de Lulinha diz que quebra de sigilo é "dispensável"

    Reprodução
    fabio-luis-lula-da-silva-o-lulinha

    A defesa do empresário Fábio Luís, o Lulinha, afirmou nesta quinta-feira (26/2) considerar a quebra de sigilo dele “dispensável”, já que ele se colocou à disposição do Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecimentos. O filho do presidente Lula teve a quebra dos sigilos bancário e fiscal autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    “Desde o início, Fábio expressamente se colocou à disposição do STF, informando sua intenção de prestar todos os esclarecimentos que a Corte entendesse necessários. O fornecimento de documentos seria etapa inevitável para esclarecer fatos, dissipar ilações e evitar a desnecessária politização de seu nome”, disse.

    Os advogados afirmaram que acionaram o STF para informar que fornecerão voluntariamente ao Tribunal os documentos pertinentes. “Por tudo isso, entendo que a quebra de sigilo é dispensável, pois não é necessário coagir quem desde o início demonstrou interesse inequívoco em contribuir.”

    Apesar disso, a defesa disse que recebeu a notícia com tranquilidade. “Estamos absolutamente tranquilos quanto ao resultado da quebra, pois ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime”, afirmou.

    Quebra de sigilo

    Nesta quinta-feira (26/2), a imprensa revelou que o ministro André Mendonça, que é relator do inquérito sobre a “Farra do INSS” no STF, atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF) para a quebra de sigilo de Lulinha.

    No mesmo dia, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dele. O pedido é referente ao período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.

    Lulinha foi citado por uma testemunha na investigação sobre as fraudes do INSS. Segundo o depoimento, o filho do presidente seria sócio oculto do “Careca do INSS” em negócios na área da saúde.

     

     

     

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    Neymar decide, Santos vence e joga Vasco para a lanterna do Brasileirão

    Quatro rodadas depois, o Santos pode, enfim, respirar e comemorar três pontos. Jogando na Vila Belmiro, pela quarta rodada, o Peixe venceu…

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    Com dois gols de Neymar, o Peixe venceu o Gigante da Colina por 2 x 1 e saiu da zona do rebaixamento. Equipe carioca caiu para a lanterna

  • OAB-DF determina afastamento de integrantes pré-candidatos às eleições

    OAB-DF determina afastamento de integrantes pré-candidatos às eleições

    Gustavo Moreno/ Especial Metrópoles
    Foto da fachada do prédio da OAB-DF

    O Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB-DF) aprovou, nesta quinta-feira (26/2), uma resolução que determina o afastamento de integrantes da diretoria, do conselho, das subseções, da caixa de assistência e das comissões que se lançarem como pré-candidatos nas Eleições 2026.

    A medida, relatada pela diretora-tesoureira Raquel Cândido, busca preservar o apartidarismo e a independência da Ordem, e impedir que a imagem da entidade seja associada a candidaturas ou correntes político-partidárias em ano eleitoral.

    O ato é dirigido desde ocupantes de mandatos e representações no sistema OAB-DF até cargos de livre nomeação e funções em estruturas vinculadas, além de estabelecer proibições para uso de canais institucionais e para participação de pré-candidatos em eventos.

    Renúncia

    A resolução fixa que, a partir da declaração de pré-candidatura, integrantes da OAB-DF que pretendam concorrer em 2026 devem deixar funções internas em até 48 horas.

    No caso de conselheiros e representantes com mandato em nome do Conselho Seccional, Subseções e Caixa de Assistência, o texto indica a renúncia e, em caso de descumprimento, prevê abertura de procedimento apuratório de eventual falta ética.

    Para ocupantes de cargos de livre nomeação e funções internas — como diretorias de comissões, Clube da Advocacia e Fundação de Assistência Judiciária — a resolução determina que devem renunciar, sob pena de desligamento automático se a pré-candidatura for declarada.

    Proibições em eventos

    A determinação veda ainda a participação de ocupantes de cargos políticos e afins, bem como de candidatos e pré-candidatos, em eventos institucionais promovidos, apoiados ou realizados pela OAB-DF (palestras, aulas, congressos e similares), presencialmente ou de forma remota, nas estruturas da Seccional e das subseções.

    A exceção prevista é a presença como ouvinte, junto ao público.

    O texto também proíbe participação em eventos que utilizem selo/estrutura vinculada à OAB-DF, como ESA-DF, CAADF, Clube da Advocacia, OAB 360°, entre outros citados.

  • Em vídeo, presidente da CPMI do INSS defende votação sobre Lulinha. Veja vídeo

    Em vídeo, presidente da CPMI do INSS defende votação sobre Lulinha. Veja vídeo

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    o-presidente-da-cpmi-do-inss-carlos-viana-concede-coletiva-de-imprensa-no-senado-federal-metropoles-9

    O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), comparou a votação que aprovou a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a uma dinâmica de sala de aula para rebater as acusações de irregularidade feitas por parlamentares governistas.

    Em vídeo publicado nas redes sociais na noite desta quinta-feira (26/2), Viana sustentou que a votação ocorreu conforme o regimento e que não houve maioria para derrubar a proposta.

    A base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou recurso ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, pedindo a anulação da deliberação que autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do chefe do Executivo. O grupo alega erro na contagem dos votos e afirma que 14 parlamentares teriam se manifestado contra os requerimentos.

    “Eu vou explicar essa votação do Senado hoje de um jeito simples, que até uma criança entende. Imagine uma sala de aula, 31 alunos, a professora fala assim: ‘Quem é contra fica em pé, quem é a favor fica sentado.’ Para cancelar a decisão, precisava da maioria, metade mais um, ou seja, 16 alunos de pé. Mas sabe quantos aqui senadores ficaram de pé e deputados? Menos de 16. Então, a decisão continua valendo”, afirmou.

    O senador acrescentou que havia quórum e que a deliberação seguiu as regras internas. “A votação foi feita conforme o regimento. A contagem foi realizada e o governo, a base não tinham votos suficientes para derrubar a proposta. Democracia não funciona no grito, não funciona na pressão, funciona com regra. E regra vale para governo, para oposição e para quem está presidindo. Quatorze, sete, não são 16. Não existe mágica. O resultado é legítimo e está mantido”, declarou.

    Sessão marcada por tumulto

    A sessão da CPMI desta quinta foi marcada por tumulto. A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal. Ao abrir a deliberação, Viana pediu que os parlamentares contrários se manifestassem e contabilizou sete votos contrários entre os titulares, desconsiderando suplentes. Com isso, proclamou aprovados os requerimentos apresentados pelo relator da comissão.

    Governistas contestam o resultado e acusam o presidente da CPMI de condução parcial dos trabalhos. Além de pedirem a suspensão imediata dos efeitos da decisão, também solicitaram que Alcolumbre encaminhe denúncia ao Conselho de Ética do Senado contra Viana.

    O presidente do Congresso ainda não deu prazo para analisar o recurso. Segundo aliados do governo, ele deve ouvir a Advocacia do Senado antes de tomar uma decisão. Até lá, a quebra de sigilo de Lulinha permanece válida.

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