Categoria: Teste

  • Novo prazo para retirar Cartão Uniforme Escolar começa nesta segunda

    Novo prazo para retirar Cartão Uniforme Escolar começa nesta segunda

    Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
    Cartão Uniforme Escolar, GDF | Metrópoles

    Famílias de estudantes da rede pública do Distrito Federal que têm direito ao Cartão Uniforme Escolar e não retiraram o benefício no prazo do 1º lote poderão fazer o saque a partir desta segunda-feira (2/2).

    O prazo de retirada segue até a próxima segunda-feira (9/2) e contempla 60.311 beneficiários que não buscaram o cartão na primeira etapa do cronograma.

    Pago em parcela única anual, no valor de R$ 282,99, o benefício é destinado à compra das peças do uniforme escolar. O programa garante acesso universal aos itens, sem exigência de comprovação de renda, para alunos regularmente matriculados na rede pública até 2025.

    Com o valor, é possível adquirir três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça comprida e um casaco. As compras podem ser feitas em mais de 90 malharias credenciadas no DF.

    Para consultar o ponto de retirada, basta acessar o site gdfsocial.brb.com.br, selecionar a opção “Consulta Cartão Uniforme Escolar”, preencher os dados solicitados e, em seguida, o sistema informará o endereço onde o cartão está disponível.

    No caso de famílias com mais de um filho matriculado, é emitido um único cartão por responsável, reunindo o valor total correspondente aos créditos de todos os estudantes.

    A concessão é automática, desde que os dados cadastrais do aluno e do responsável estejam atualizados junto à escola.

    Segundo lote

    O cronograma do segundo lote também já foi definido. Estudantes não contemplados na primeira etapa poderão retirar o benefício entre os dias 10 e 13 de fevereiro.

    A lista de contemplados será divulgada em breve. Esse lote é destinado a alunos dos Centros de Ensino Especial e àqueles que enfrentaram problemas na impressão do cartão do responsável, o que gerou a necessidade de nova emissão.

  • Estudo mostra como o Alzheimer desorganiza memórias durante o repouso

    Estudo mostra como o Alzheimer desorganiza memórias durante o repouso

    Richard Drury/Gettyimages
    Imagem mostra cérebro feito de feltro com várias fitas ao redor - Cérebro usa ondas cerebrais para diferenciar o “eu” do ambiente - Metrópoles

    Uma nova pesquisa conduzida por cientistas da University College London (UCL), no Reino Unido, sugere que parte dos problemas de memória no Alzheimer pode começar justamente nos momentos de descanso.

    Segundo o estudo, quando o cérebro deveria repassar experiências recentes para fixá-las, esse processo acontece de forma desordenada. Em vez de fortalecer as lembranças, a repetição perde a organização e as memórias acabam se consolidando com mais dificuldade.

    O trabalho, publicado na quinta-feira (29/1) na revista Current Biology, foi realizado em camundongos geneticamente modificados para desenvolver placas amiloides, uma das principais marcas biológicas do Alzheimer. Os resultados ajudam a entender melhor como essas alterações interferem diretamente na atividade cerebral e podem contribuir para novas formas de diagnóstico e tratamento.

    Como as placas alteram o funcionamento do cérebro

    A pesquisadora Sarah Shipley, da área de Biologia Celular e do Desenvolvimento da UCL, explica que o Alzheimer está associado ao acúmulo de proteínas e placas nocivas no cérebro, levando a sintomas como perda de memória e dificuldade de orientação espacial.

    “O Alzheimer é causado pelo acúmulo de proteínas e placas nocivas no cérebro, levando a sintomas como perda de memória e dificuldade de orientação espacial, mas ainda não se compreende exatamente como essas placas interrompem os processos cerebrais normais”, explica em comunicado.

    Segundo a pesquisadora, o objetivo da equipe era justamente observar como a função das células cerebrais muda à medida que a doença avança. “Queríamos entender como a função das células cerebrais muda à medida que a doença se desenvolve, para identificar o que está causando esses sintomas”, diz Sarah.

    O papel do repouso na formação das lembranças

    Um dos processos mais importantes para a memória ocorre quando estamos em repouso. “Quando descansamos, nossos cérebros normalmente reproduzem experiências recentes e acredita-se que isso seja fundamental para a formação e manutenção das memórias”, afirma Sarah.

    Essa repetição ocorre principalmente no hipocampo, região central para o aprendizado. Nela atuam neurônios chamados células de lugar, que se ativam em sequências específicas quando um animal se move por determinado espaço. Depois, essas mesmas sequências costumam reaparecer durante o descanso, reforçando a lembrança do caminho percorrido.

    Repetição desordenada e memória enfraquecida

    Nos camundongos afetados, a equipe observou que os eventos de repetição continuavam acontecendo com a mesma frequência. A diferença é que eles já não seguiam uma estrutura organizada.

    Em vez de reforçar a memória, a atividade das células se tornava caótica, sem preservar a sequência que representava a experiência vivida. Além disso, os neurônios passaram a perder estabilidade, deixando de representar de forma confiável os mesmos lugares ao longo do tempo.

    “Descobrimos uma falha na forma como o cérebro consolida as memórias, visível ao nível dos neurônios individuais. O que é surpreendente é que os eventos de repetição ainda ocorrem, mas perderam sua estrutura normal”, diz o professor Caswell Barry, coautor do trabalho. “Não é que o cérebro pare de tentar consolidar as memórias. O próprio processo falhou”.

    Essa desorganização também apareceu no comportamento dos animais. Os ratinhos com repetição prejudicada tiveram pior desempenho no labirinto, voltando repetidamente a caminhos já explorados, como se não conseguissem lembrar por onde tinham passado.

    Para os autores, entender essa falha pode ajudar a identificar sinais do Alzheimer em estágios iniciais, antes que o dano cerebral seja amplo. Também pode orientar tratamentos que tentem restaurar esse tipo de atividade coordenada no hipocampo.

    Barry afirma que o grupo já investiga se é possível manipular esse mecanismo por meio da acetilcolina, neurotransmissor que já é alvo de medicamentos usados hoje para aliviar sintomas da doença.

    “Esperamos que nossas descobertas possam ajudar no desenvolvimento de testes para detectar o Alzheimer precocemente ou levar a novos tratamentos direcionados a esse processo de repetição”, finaliza.

  • Dia de Iemanjá: estudiosos questionam estátuas brancas da entidade

    Dia de Iemanjá: estudiosos questionam estátuas brancas da entidade

  • Nipah, gripe K, aviária: as doenças no radar dos infectologistas

    Nipah, gripe K, aviária: as doenças no radar dos infectologistas

    Kateryna Kon/Science Photo Likbrary/Getty Images
    Ilustração da partícula do vírus do sarampo. Este vírus, do grupo Morbillivirus, consiste em um núcleo de RNA (ácido ribonucleico) circundado por um envelope repleto de proteínas de superfície, como a hemaglutinina-neuraminidase e a proteína de fusão, que são utilizadas para se ligar e penetrar em uma célula hospedeira. Metrópoles

    A recente confirmação de dois casos do vírus Nipah na Índia acendeu um alerta em diversos países. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todas as 190 pessoas que tiveram contato direto com os infectados foram testadas e liberadas, mas a possibilidade de uma contaminação em massa assustou a comunidade internacional.

    Essa não é a primeira vez que o Nipah chama atenção. Desde 2001, Índia e Bangladesh relatam surtos em frequência quase anual. Segundo a infectologista Priscilla Sawada, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia, o risco pandêmico desse vírus é baixo.

    “Trata-se de uma doença zoonótica, cuja principal fonte de infecção são os morcegos frutíferos do gênero Pteropus, espécies que não existem no Brasil, estando restritas a Ásia, Oceania e parte do leste da África”, explica.

    A alta letalidade desse agente infeccioso — entre 40% e 75% — limita sua capacidade de disseminação sustentada. O contágio pode ocorrer com o consumo de frutas que foram contaminadas por animais doentes ou a partir do contato muito próximo com pessoas e animais infectados.

    Não há vacina ou tratamento específico para a doença, o que a torna mais preocupante. A enfermidade causa febre, infecções respiratórias agudas e inflamações no cérebro. Além disso, um a cada cinco infectados pode ter sequelas neurológicas de longo prazo, segundo a OMS.

    De olho no cenário global

    Apesar das preocupações com o Nipah, ele não é a única doença em que os infectologistas estão de olho para evitar surtos ou pandemias. Em 2026, o cenário global promete ser marcado tanto pela circulação antecipada de vírus respiratórios humanos, como a variante do Influenza A conhecida como gripe K, quanto pela presença cada vez mais constante de vírus da gripe aviária, como os subtipos H5N1 e H5N5. No Brasil, a atenção também se volta à expansão de arboviroses e ao avanço da sífilis.

    No final de 2025, autoridades de saúde alertaram para o aumento de casos na Europa e nos Estados Unidos da gripe K, cujos primeiros casos foram confirmados no Brasil em meados de dezembro.

    Mas não se trata de uma nova doença: o agente causador é o vírus da gripe comum, mais especificamente a variante H3N2 do subclado K, que deu o “apelido” à doença. A mudança de subclado indica uma mutação sutil na estrutura viral, o que pode ter potencializado levemente a capacidade de transmissão da gripe, segundo análises preliminares.

    “Os vírus Influenza têm uma capacidade de sofrer mutações naturais regularmente. O que colocou esse subclado em destaque foi sua circulação de forma precoce e muito acelerada no Hemisfério Norte, antes do pico do inverno”, analisa a infectologista Maria Daniela Bergamasco, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Einstein Hospital Israelita.

    Apesar de isso reforçar a importância de medidas preventivas, como a vacinação, não é preciso gerar alarde. “Essa não é uma variante especialmente mais agressiva, ela causa apenas sintomas comuns da síndrome gripal de Influenza A H3N2”, esclarece Bergamasco.

    Quanto à prevenção, medidas universais de higiene que se tornaram populares durante a pandemia de Covid-19 continuam válidas para evitar infecções respiratórias, incluindo o uso de máscara, especialmente em quem tem sintomas, e a higiene constante das mãos.

    “A vacinação segue como ferramenta central de prevenção. Embora o imunizante atual não seja adaptado para este subclado específico, ele oferece uma proteção relevante. Além disso, é uma doença para a qual temos muitos tratamentos disponíveis”, afirma a infectologista. “Pacientes devem buscar atendimento médico diante de sintomas para a realização de testes virais que permitam acompanhar a situação epidemiológica e fazer o tratamento”.

    Gripe aviária no radar

    Outras infecções virais respiratórias estão em permanente observação. Nos últimos dois anos, as formas de gripe aviária H5N1 e H5N5 causaram surtos em aves selvagens por todo o mundo. Foram registrados casos em diversas espécies de mamíferos, inclusive humanos que tiveram contato direto com animais contaminados.

    A boa notícia é que não há registro de contaminação entre pessoas. “O risco de transmissão entre humanos permanece baixo”, assegura Maria Daniela Bergamasco. Ainda assim, o agente infeccioso merece atenção constante. “Como outros vírus influenza, essas variantes acumulam mutações ao longo do tempo. O maior risco atual é de fato associado à gripe K, mas os influenzas aviários demandam vigilância contínua”, frisa a médica do Einstein.

    Arboviroses em expansão

    Outro grupo de doenças com crescimento recente são as arboviroses, doenças virais transmitidas por mosquitos. Embora velhas conhecidas como a dengue e a febre amarela ainda sejam responsáveis pelos quadros mais graves, há novas enfermidades ganhando protagonismo, como a febre oropouche.

    Desde 2023, carregada pelo mosquito maruim, a doença saiu da regão amazônica, onde era endêmica, e se espalhou pelo país. Em 2024, o Ministério da Saúde registrou duas mortes pela condição. “Ela não tem uma vacina, então a prevenção envolve evitar a exposição à picada do maruim, com uso de repelentes e controle de sua reprodução, que ocorre nos mesmos contextos da arbovirose mais conhecida, a dengue”, detalha Bergamasco.

    Falando em dengue, o imunizante anunciado no final de 2025 pelo Instituto Butantan, em São Paulo, promete começar a mudar o cenário da doença a partir deste ano, ao lado da vacina Qdenga, aplicada desde 2024. Contudo, até que a vacinação chegue à maioria da população, evitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti ainda é a melhor forma de diminuir os casos de dengue, cujo pico ocorre logo no começo do ano.

    “O verão é uma época propícia para a reprodução dos mosquitos, por isso é essencial estar de olho neles. Todas as arboviroses podem ser muito preocupantes, mas a dengue é uma das mais frequentes a levar a casos graves. É fundamental não descuidarmos da prevenção neste ano, já que os casos têm quebrado recordes sucessivos nos últimos verões”, alerta a infectologista.

    Sífilis volta a ameaçar

    Não são apenas enfermidades virais que merecem acompanhamento. Uma doença bacteriana, a sífilis, tem crescido de maneira expressiva no Brasil e no mundo. Ela integra o grupo das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e quebrou recordes de casos nos últimos anos. Em 2024, foram 256 mil registros, segundo o painel epidemiológico do Ministério da Saúde, e dados preliminares indicam que em 2025 podem ter sido mais.

    O avanço da IST ocorre por múltiplos fatores, como não usar preservativo e a falta de testagem. Não há indícios de resistência bacteriana ao tratamento com benzetacil, que segue disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). “A chave está mesmo na conscientização”, afirma Bergamasco. Além disso, estratégias adicionais de prevenção combinada estão em avaliação, como a DoxiPEP, uma profilaxia pós-exposição para infecções bacterianas, mas que ainda depende de dados para definição de uso amplo.

  • Confiança dos empresários começa o ano em alta, aponta estudo da FGV

    Confiança dos empresários começa o ano em alta, aponta estudo da FGV

    Compassionate Eye Foundation/David Oxberry/Getty Images
    Imagem de reunião de trabalho - Metrópoles

    A confiança dos empresários brasileiros começou o ano de 2026 em alta, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (2/2) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Segundo a pesquisa, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) registrou um avanço de 0,5 ponto em janeiro, para 92,5 pontos.

    Em médias móveis trimestrais, o indicador também subiu 0,5 ponto, a terceira alta consecutiva.

    Expectativas e situação atual

    De acordo com o levantamento, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 0,6 ponto em janeiro, para 92,8 pontos.

    O resultado manteve o índice na estreita faixa de flutuação – entre 92 e 94 pontos –, observada desde junho do ano passado.

    Entre os seus componentes, o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios cedeu 0,8 ponto, para 91,3 pontos, enquanto o indicador que mede o nível da demanda no momento presente caiu 0,3 ponto, para 94,4 pontos.

    Já o Índice de Expectativas Empresariais (IE-E), por sua vez, teve crescimento de 1,7 ponto no primeiro mês de 2026, a maior alta desde agosto de 2024, para 92,3 pontos.

    Segundo a FGV, o resultado indica a continuidade do movimento de redução gradual do pessimismo no meio empresarial. Entre os seus componentes, o indicador que mede o otimismo com a demanda nos três meses seguintes avançou 2,8 pontos, para 92,7 pontos, enquanto o indicador que reúne as expectativas em relação à evolução dos negócios seis meses à frente avançou 0,5 ponto, para 92 pontos.

    Análise

    De acordo com Aloisio Campelo Junior, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da instituição (FGV Ibre), “a confiança empresarial mantém a trajetória de recuperação iniciada em setembro de 2025”.

    “Ainda que as avaliações sobre a situação atual dos negócios continuem sinalizando níveis de atividade mais fracos que os do mesmo período do ano passado, observa-se uma melhora das expectativas, com destaque para as projeções de demanda nos próximos meses, com reflexos já perceptíveis nas intenções de contratação ao longo do primeiro trimestre”, avalia.

  • No Acre, traficante foge da polícia e deixa drogas e namorada para trás

    No Acre, traficante foge da polícia e deixa drogas e namorada para trás

    Um homem suspeito de tráfico de drogas resolveu fugir ao perceber a presença da Polícia Militar. Com isso, deixou para trás a namorada, uma adolescente de 16 anos, e certa quantidade de entorpecentes. O caso aconteceu no bairro da Cohab, em Cruzeiro do Sul, no último sábado (31). A guarnição fazia patrulhamento no bairro Cohab […]

  • Acre recebe novo alerta de chuvas intensas com risco potencial e perigo

    Acre recebe novo alerta de chuvas intensas com risco potencial e perigo

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de grau de severidade de perigo para o estado do Acre, indicando a possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes a partir da manhã do domingo (01). De acordo com o aviso, o alerta teve início às 10h35 e segue válido até 23h59 do dia 4 […]

  • Aprovados na Educação são chamados para inspeção médica e entrega de documentos

    Aprovados na Educação são chamados para inspeção médica e entrega de documentos

    O Governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead) e da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), publicou no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira, 02, o Edital nº 064 SEAD/SEE, que convoca candidatos aprovados no concurso público da Educação para a etapa de inspeção médica e entrega de […]

  • Precariedade em escola indígena vira alvo do MPF no Acre

    Precariedade em escola indígena vira alvo do MPF no Acre

    O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para investigar a precariedade da Escola Municipal da Aldeia Estirão, do Povo Jaminawa, localizada em Santa Rosa do Purus, no Acre. A portaria, assinada pelo procurador da República Luidgi Merlo Paiva dos Santos, foi publicada oficialmente nesta segunda-feira (02). O procedimento investigatório, com prazo de duração […]

  • Brasileia reajusta salários de servidores das áreas Administrativa, Educação e Saúde

    Brasileia reajusta salários de servidores das áreas Administrativa, Educação e Saúde

    A Prefeitura de Brasileia, no interior do Acre, publicou três decretos que atualizam os valores das tabelas salariais dos servidores municipais das áreas Administrativa, Educação e Saúde. As medidas foram oficializadas pelos Decretos nº 004, 005 e 006, todos assinados pelo prefeito Carlinhos do Pelado (Progressistas), com efeitos retroativos a 1º de janeiro. De acordo […]