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  • Mãe é detonada ao fazer fotos de bebê abraçado a cobras e sapos

    Mãe é detonada ao fazer fotos de bebê abraçado a cobras e sapos

    Reprodução/Instagram/@adelebender_
    montagem de bebê com cobra e lagarto

    A influenciadora australiana Adele Bender tem causado burburinho na internet com vídeos e fotos do mêsversário do filho em meio a cobras, sapos e outros animais exóticos. Conhecida pelo trabalho com exposição de espécies para fins de educação ambiental, ela transformou a comemoração em um verdadeiro “minizoológico educativo” — e a internet, claro, reagiu.

    As imagens rapidamente viralizaram nas redes sociais, impulsionadas por debates sobre maternidade, segurança infantil e conscientização ambiental. Enquanto alguns seguidores elogiaram a criatividade e a proposta educativa, outros classificaram a iniciativa como “sem noção” e questionaram os riscos.

    Nos registros compartilhados por Adele Bender, o bebê aparece cercado por espécies como cobras e sapos — sempre sob supervisão, segundo ela. A estética foge completamente dos tradicionais ensaios com balões, ursinhos ou temas da moda.

    A proposta, de acordo com a influenciadora, nasceu da vontade de unir maternidade e profissão. A família trabalha com manejo e exposição educativa de animais silvestres, promovendo ações de conscientização sobre preservação ambiental. O mêsversário, então, virou uma extensão natural desse universo.

    “É a nossa realidade. Nosso filho está crescendo em meio a educação ambiental”, explicou em resposta aos comentários.

    Educação ambiental ou exposição desnecessária?

    Especialistas em educação ambiental defendem que o contato supervisionado com animais pode estimular o respeito a natureza desde cedo.

    Já críticos apontam que, independentemente da experiência dos pais, a presença de espécies potencialmente perigosas ao redor de um bebê causa apreensão — especialmente quando compartilhada para milhões de seguidores.

    Nos comentários, é possível encontrar desde elogios como “melhor mêsversário que já vi” até críticas diretas questionando responsabilidade e bom senso.

  • PM prende dupla por tráfico após anunciarem “promoção” de drogas no bairro São Francisco

    PM prende dupla por tráfico após anunciarem “promoção” de drogas no bairro São Francisco

    Dois homens foram presos na noite de quarta-feira (25) por tráfico de drogas na região do bairro São Francisco, na parte alta da cidade. A ação foi realizada por uma guarnição do Tático do 3º Batalhão da Polícia Militar. Gabriel de Souza Pessoa, de 35 anos, e Jamim Souza de Oliveira, também de 35, foram […]

  • MPF e ICMBio firmam acordo para mapear colocações na Reserva Extrativista Chico Mendes

    MPF e ICMBio firmam acordo para mapear colocações na Reserva Extrativista Chico Mendes

    O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) firmaram acordo judicial para promover o mapeamento das colocações na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre. O termo foi celebrado no âmbito de ação civil pública proposta pelo MPF e homologado pela Justiça Federal nesta quinta-feira (26). Segundo a assessoria, […]

  • Justiça bloqueia ações do BRB ligadas ao Master e à Reag

    Justiça bloqueia ações do BRB ligadas ao Master e à Reag

    Hugo Barreto/Metrópoles
    Entrevista com o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na nova sede do BRB.

    A Justiça atendeu ao pedido do Banco de Brasília (BRB) e determinou bloqueio e arresto das ações da instituição financeira em posse dos investigados na Operação Compliance Zero.

    O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-sócio do Master Maurício Quadrado, o investidor Nelson Tanure e o fundador da Reag, João Carlos Mansur, tornaram-se sócios do BRB após adquirem ações de dois laranjas, conforme revelou o Metrópoles.

    O grupo Master/Reag, então, virou dono de 25% do capital do BRB.

    O Metrópoles apurou que o arresto/bloqueio atinge ações do BRB de titularidade das seguintes pessoas e fundos:

    A 13ª Vara Cível do Distrito Federal concedeu liminar e determinou o bloqueio imediato de todas as ações dos citados e faça o ressarcimento ao banco.

    No processo, o BRB declarou que os empresários investigados passaram a integrar o capital social do banco “de forma ilegal”.

    O BRB tenta recompor a liquidez e o capital do banco após os prejuízos com o Banco Master.

    Em fato relevante divulgado na noite desta quinta-feira (26/2), o BRB informou que, “diante de alguns resultados encontrados no âmbito da investigação independente”, realizada pela auditoria contratada da Machado Meyer com a Kroll, o BRB ajuizou “tutela cautelar em caráter antecedente com pedido liminar, visando o bloqueio e arresto de participações societárias detidas pelos réus no capital social do próprio BRB”.

    Segundo o BRB, “a medida tem por objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à companhia em razão de operações envolvendo o Banco Master – em liquidação extrajudicial e outras partes relacionadas”.

  • CPMI do INSS: governistas apresentam recurso para anular quebra de sigilo de Lulinha

    CPMI do INSS: governistas apresentam recurso para anular quebra de sigilo de Lulinha

    Geraldo Magela/Agência Senado
    CPMI – INSS – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS

    Quatorze deputados e senadores da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionaram, nesta quinta-feira (26/2), o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AL), para reverter a decisão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

    No recurso, os parlamentares pedem, de forma preliminar, a “imediata suspensão dos efeitos” da votação que quebrou os sigilos do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O grupo também pede que, ao final da análise do processo, a presidência do Congresso declare a nulidade da deliberação.

    Além disso, a base de Lula na CPMI solicita que Alcolumbre encaminhe ao Conselho de Ética do Senado uma denúncia contra o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG). Os parlamentares argumentam que Viana recorreu a uma manobra para confirmar os requerimentos. Viana nega qualquer irregularidade.

    Sessão marcada por tumulto

    As quebras foram aprovadas pela manhã, em uma sessão marcada por tumultos. Os pedidos haviam sido apresentados pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos.

    “Os senadores e deputados que votaram contra os requerimentos em globo levantaram-se de suas cadeiras e ergueram os braços, manifestando-se de forma inequívoca e visível. O contraste visual era evidente e incontornável. Não obstante essa manifestação clara da maioria dos presentes — cujo contraste apontava, de forma inequívoca, o resultado de 14 a 7 — o presidente da CPMI proclamou o resultado como se os requerimentos houvessem sido aprovados”, argumentam os parlamentares.

    Governistas alegam fraude na contagem

    O grupo também afirma que a “gravidade da fraude na contagem dos votos é agravada pela nítida parcialidade na condução dos trabalhos”. “O grupo de oposição, por intermédio da presidência da CPMI, realizou uma seleção arbitrária de requerimentos para a pauta do dia”, afirma o recurso.

    Mais cedo, membros da base governista se reuniram com Alcolumbre na Residência Oficial do Senado para discutir a deliberação da CPMI. No encontro, o grupo comunicou que apresentaria o recurso. Davi Alcolumbre não deu prazo para a análise e sinalizou que apenas deveria avaliar o caso após o protocolo formal do pedido.

    “Ele [Alcolumbre] vai analisar junto com a Advocacia do Senado. Alcolumbre só ouviu. Ele não deu prazo, mas diante da gravidade ele não deve demorar. Ele viu imagens, mas não pré-julgou”, disse a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS).

    Lulinha passou a ser alvo da CPMI após investigados por desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mencionarem um suposto vínculo dele com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

    Como revelou o Metrópoles, na coluna de Tácio Lorran, Lulinha é citado como possível sócio oculto de Antunes em negócios na área da saúde junto ao governo federal. Uma das iniciativas mencionadas previa o fornecimento de cannabis em larga escala ao Ministério da Saúde.

    Questionamento durante a sessão

    O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) criticou, ainda durante a sessão que quebrou os sigilos de Lulinha, a condução dos trabalhos de Viana. E afirmou que houve erro na contagem.

    Logo após o resultado, ele chegou a pedir que o senador anulasse a deliberação, mas teve o pleito rejeitado pelo presidente da CPMI.

    “No momento da votação, 14 parlamentares votaram contrários aos requerimentos. Há um contraste visual entre os que estavam de pé e os que permaneciam sentados”, argumentou Pimenta.

    No recurso apresentado a Alcolumbre, o grupo afirma que Carlos Viana desempenhou a sua função de forma “acerba e antidemocrática”.

    “O senador incorreu, em tese, em violação a tais deveres, ofendendo não apenas a Constituição da República e a normativa interna do Senado Federal, mas também os princípios estruturantes do regime democrático e representativo”, dizem os parlamentares.

  • Erramos: Carlos Portinho não se manifestou sobre a questão de Lulinha na CPMI

    Erramos: Carlos Portinho não se manifestou sobre a questão de Lulinha na CPMI

    Vinicius Schmidt/Metrópoles
    Líder do PL, Carlos Portinho

    Ao contrário do publicado pela coluna nesta quinta-feira (26/2), a declaração de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não deve livrar o filho do presidente Lula, o chamado “Lulinha”, das medidas aprovadas pela CPMI do INSS, não é do senador Carlos Portinho (PL-RJ) , mas do senador Eduardo Girão (Novo-CE).

    Segundo Girão, a quebra de sigilo de Lulinha já foi uma questão definida pelos parlamentares.

    “Ficaria estranho se ele [Alcolumbre] barrasse, não ficaria? É uma questão que foi decidida pelos próprios senadores. Ele não faria isso, até mesmo porque assessores dos senadores já foram abordados pela CPI”, declarou Girão.

  • CPMI do INSS: Damares diz que Congresso ficou "perigoso para crianças"

    CPMI do INSS: Damares diz que Congresso ficou "perigoso para crianças"

    Agência Senado
    Damares Alves

    A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse, nesta quinta-feira (26/2), que o Congresso “ficou perigoso” para crianças após a confusão generalizada na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a aprovação da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha.

    A parlamentar explicou que, no momento do tumulto, as comissões de Educação e de Desenvolvimento Humano realizavam uma audiência sobre políticas públicas para pessoas com altas habilidades e superdotação. Segundo ela, havia crianças no evento.

     “Hoje de manhã, nós tivemos, nesta Casa, uma das mais lindas e incríveis audiências públicas sobre crianças com altas habilidades, crianças superdotadas. E a audiência seria aqui do lado. Ainda bem que não foi; a secretaria colocou lá no outro corredor. Mas eu quero que os senhores imaginem que as cenas que aconteceram aqui, se as crianças estivessem aqui do lado… Eu tinha crianças com autismo. Isso me mostra que esta Casa pode ter ficado perigosa para crianças”, disse Damares.


    Farra no INSS


    Relembre a confusão

    Mais cedo, depois de aprovados os requerimentos, parlamentares governistas foram para cima da mesa da presidência do colegiado. Houve uma confusão generalizada, com gritos, xingamentos e até agressão física.

    Nas imagens, é possível ver um empurra-empurra entre os deputados Rogério Correia (PT) e Luiz Lima (Novo). Esse último afirma que foi agredido com um soco por Correia, que admitiu a agressão e pediu desculpas ao colega.

    A sessão do colegiado precisou ser suspensa por 15 minutos.

  • Com Paquetá no banco, Flamengo divulga escalação para duelo da Recopa

    Com Paquetá no banco, Flamengo divulga escalação para duelo da Recopa

    Flamengo e Lanús se enfrentam na noite desta quinta-feira (26/2), às 21h30, no Maracanã, pelo jogo de volta da Recopa Sul-Americana

  • Foragido por feminicídio na Paraíba é preso em São Paulo

    Foragido por feminicídio na Paraíba é preso em São Paulo

    Polícia Civil/Reprodução
    Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil. Preso por feminicídio - Metrópoles

    Um homem foragido por feminicídio cometido na Paraíba foi preso, nesta quinta-feira (26/2), em São Paulo. Ele foi localizado em um imóvel na Vila Aricanduva, zona leste da cidade.

    Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil, o criminoso matou Ascleia Ferreira da Silva a tiros na rua. O caso ocorreu aproximadamente um mês depois da separação de um relacionamento de cerca de nove anos. A vítima, que estava a caminho do trabalho, morreu no local.

    A prisão do criminoso foi realizada por policiais da 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG). “A equipe trabalhou em conjunto com integrantes da Unintelpol (Unidade de Inteligência Policial) da Polícia Civil da Paraíba. A troca de informações permitiu localizar o foragido”, informou a corporação.

     

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    Após enxurrada, rua de Brasiléia receberá drenagem e pavimentação

    A Prefeitura de Brasiléia anunciou que a rua Deusuite de Alencar Matos, importante via de acesso aos bairros Alberto Castro, Eldorado e Samaúma, será contemplada com obras de drenagem e pavimentação. A intervenção atende também reivindicações dos vereadores da Câmara Municipal e será executada com recursos de emenda especial da deputada estadual Michelle Melo, no […]