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  • Lula explica próximos passos de acordo sobre terras raras com Índia

    Lula explica próximos passos de acordo sobre terras raras com Índia

    Reprocução/Palácio do Planalto
    lula-deli-21fev2026-1

    Nova Déli e Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, neste sábado (21/02), que o acordo firmado com a Índia busca implementar cadeias de processamento dos minerais críticos no Brasil “sem fazer opções excludentes”.

    Mais cedo, junto ao primeiro-ministro Narendra Modi, os líderes anunciaram a assinatura de oito atos, incluindo um memorando de cooperação sobre terras raras- o primeiro do tipo assinado pelo Brasil com outro país.

    Lula discursou no Fórum Empresarial Brasil-Índia, em Nova Déli, onde também citou a ampliação da prospecção das chamadas terras raras. O país tem somente 30% de todo o território prospectado, percentual que já coloca o Brasil como uma das maiores reservas de minerais críticos do mundo.

    “Queremos atrair a cadeia de processamento dessas riquezas para o território brasileiro sem fazer opções excludentes. O acordo assinado hoje com a india vai exatamente nessa direção”, disse Lula.

    Em 2025, o Governo Federal começou os trabalhos do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) com foco justamente na criação de politicas públicas voltadas à exploração desses recursos essenciais para a indústria de tecnologia.

    O Governo Lula tem insistido nesse tema com ênfase na soberania nacional. Ao instalar cadeias de processamento no Brasil, os minerais críticos podem ser exportados com maior valor agregado do que se fossem somente vendidos como materia prima bruta.

    “A transição energética e digital não se fará sem os minerais críticos. O Brasil conta com 26% das reservas mundiais dos minerais críticos, tendo apenas com 30% do território prospectado”, disse Lula.

  • Palmeiras x Capivariano: saiba onde assistir ao jogo do Paulistão

    Palmeiras x Capivariano: saiba onde assistir ao jogo do Paulistão

    Cesar Greco/Palmeiras
    Foto colorida de Flaco López, do Palmeiras - Metrópoles

    O Palmeiras entra em campo neste sábado (21/2) em busca da classificação para a semifinal do Campeonato Paulista. A equipe alviverde encara o Capivariano às 20h30, na Arena Barueri, pelas quartas de final do torneio estadual.

    Comandado por Abel Ferreira, o Palmeiras foi vice-líder da primeira fase do Paulistão, com cinco vitórias, um empate, duas derrotas e os mesmos 16 pontos do líder, Novorizontino. O Verdão, que está há quatro jogos sem perder, vem de empate por 1 x 1 com o Guarani.

    Embalado pelas duas vitórias nas últimas rodadas, incluindo um triunfo por 1 x 0 sobre o Mirassol, o Capivariano faz campanha histórica para os padrões do clube. O time da cidade de Capivari conquistou pela primeira vez uma vaga no mata-mata do Paulistão. No entanto, a intenção é ir mais longe e buscar um lugar na semifinal do torneio.

    Onde assistir:

    A partida entre Palmeiras e Capivariano, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, terá transmissão em TV aberta (Record) e streaming (CazéTV e HBO Max).

  • Saiba detalhes de viagem de trem "congelante" pela Aurora Boreal

    Saiba detalhes de viagem de trem "congelante" pela Aurora Boreal

    Em 2026, a Aurora Boreal estará com cores mais intensas devido a um ciclo do Sol. A viagem de trem “passeia” pelo espetáculo luminoso

  • Suspeitos de roubo de barcos em Marechal Thaumaturgo são detidos

    Suspeitos de roubo de barcos em Marechal Thaumaturgo são detidos

    Em Marechal Thaumaturgo, a Polícia Militar prendeu dois homens e apreendeu um menor na sexta-feira (20), suspeitos de roubos de embarcações na Comunidade Triunfo e na sede do município. O dono de um bote deixou a embarcação amarrada às margens do Rio Juruá, na Comunidade Triunfo, na quinta-feira (19). Na manhã de sexta, percebeu o […]

  • Farmacêutica esclarece situação da patente da polilaminina

    Farmacêutica esclarece situação da patente da polilaminina

    Divulgação/Cristalia
    Imagem mostra um frasco de laminina/polilaminina em fundo branco. Metrópoles

    A farmacêutica Cristália, responsável pela produção da polilaminina, divulgou uma nota de esclarecimento sobre a situação da patente da substância após declarações da pesquisadora Tatiana Sampaio de que o Brasil perdeu a proteção internacional da tecnologia por cortes no financiamento de estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    No comunicado divulgado nessa quinta-feira (19/2), o laboratório informou que solicitou, em 2022, a patente nacional e em 2023, a internacional do processo de extração, purificação e polimerização da polilaminina, atualmente em testes clínicos Fase 1. As patentes em questão têm validade de 20 anos, vencendo apenas em 2042 e 2043, respectivamente.

    “Trata-se de um processo complexo, que demanda alta tecnologia e que foi desenvolvido com exclusividade pelo centro de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação do laboratório Cristália. Além disso, a substância que está sendo utilizada nos testes clínicos é produzida em uma de nossas plantas de biotecnologia de última geração”, afirma a farmacêutica.

    A empresa sustenta que os direitos de propriedade intelectual seguem válidos e que não houve perda da patente relacionada a esses pedidos. “Como todas as patentes, as relativas ao processo de extração, purificação e polimerização da polilaminina têm validade de 20 anos, vencendo em 2042 a patente nacional e em 2043 a internacional”, continua.

    Tratamento para lesão medular

    A polilaminina é uma substância desenvolvida a partir da proteína laminina e vem sendo estudada como alternativa para auxiliar na recuperação de lesões na medula espinhal. Apesar da repercussão recente, ela ainda está em fase de pesquisa clínica e não é um medicamento aprovado para venda.

    A discussão ganhou força após a pesquisadora Tatiana Sampaio, responsável pelo desenvolvimento inicial da tecnologia, afirmar que o pedido de patente feito em 2007 teria perdido validade internacional por falta de pagamento de taxas no exterior, em um período de restrição orçamentária.

    Segundo a pesquisadora, a patente só foi concedida em 2025, 18 anos depois do pedido. Ainda assim, ela deve expirar em 2027, 20 anos após o pedido, o que deixaria pouco tempo de vigência no Brasil e nenhuma proteção fora do país. Diante da repercussão, o laboratório decidiu se posicionar oficialmente.

    A divergência pode estar relacionada a pedidos distintos de patente. O registro mencionado pela pesquisadora estaria ligado ao pedido original feito no início da pesquisa acadêmica. Já o laboratório cita pedidos mais recentes, associados ao desenvolvimento tecnológico posterior. Ou seja, não necessariamente se trata do mesmo depósito de patente.

    O que isso muda na prática

    A disputa sobre a titularidade ou vigência de registros não altera o estágio atual da substância. A polilaminina permanece em fase 1 de estudo clínico autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), etapa voltada principalmente à avaliação de segurança.

    A substância não está disponível para comercialização e seu uso fora dos estudos ocorre apenas mediante autorização específica. O tema envolve etapas diferentes da pesquisa e registros distintos, o que explica a existência de versões divergentes. A definição sobre o alcance de cada patente será determinante para o futuro comercial da tecnologia.

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    Mega-Sena acumulada sorteia prêmio estimado em R$ 105 milhões

    As seis dezenas do concurso 2.975 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado…

  • O “macaco” no meio da sala (por Luísa Semedo)

    O “macaco” no meio da sala (por Luísa Semedo)

    Angel Martinez/Getty Images
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    Não me recordo da primeira vez que ouvi a associação racista entre pessoas negras e o insulto “macaco”. Pertence àquelas violências tão antigas que parecem não ter princípio, como se sempre tivessem ali estado, à mão de insultar.

    Tenho, contudo, a certeza de que pelo menos desde o jardim de infância essa palavra, entre muitas outras, foi lançada contra pessoas negras à minha volta, contra a minha família, contra mim. Não como um acidente ou uma ignorância, mas como automatismo, como uma linguagem inata transmitida em herança, sem necessitar sequer de aprendizagem. Se ao insulto “preto” pode suceder uma desculpa mal-amanhada (“sempre disse assim”, “mas no Brasil…”, “mas tenho um ‘amigo de cor’ que também diz”) ao insulto “macaco” não há volta a dar: é racismo do puro, de qualidade imaculada, branca como neve. Não existe qualquer dúvida sobre o seu propósito. Muitas vezes, o insulto não está na palavra em si, mas na intenção que a acompanha. Para uma apaixonada de primatologia como eu, chamarem-me macaca, fora deste contexto racial, não é ofensivo, tal como não é para o jogador de futebol italiano Mario Balotelli, frequentemente alvo de racismo e que afirma: “Eu não tenho nada contra os macacos, porque tenho a certeza absoluta de que um macaco é mais inteligente do que um racista.”

    O problema do racismo não está em apontar diferenças, em reparar, por exemplo, que temos tons de pele, cabelos, olhos, géneros, origens, orientações sexuais diferentes, mas em estabelecer hierarquias, em transformar uma característica em símbolo ou prova de inferioridade. Já o devo ter escrito por aqui, se celebramos a biodiversidade, se achamos bonita uma floresta com várias cores, ou espécies vegetais ou animais de cores diferentes, porque não celebramos a pluralidade humana? Uma das razões é o racismo ter utilidade(s). Se um ser humano é considerado inferior ou como não pertencendo à comunidade humana, torna-se mais fácil explorá-lo, discriminá-lo, violentá-lo e até exibi-lo em zoos “humanos”. Fazer dele um objeto, uma propriedade, com menos ou nenhuns direitos. O racismo é lucrativo. O que nos levaria aqui, aliás, ao debate sobre a forma como ainda hoje tratamos os animais não humanos.

    Quando Donald Trump partilha um vídeo em que Barack e Michelle Obama surgem representados como macacos, não se trata de humor inocente nem de metáfora neutra. Trata-se de reinscrever corpos negros numa longa história de animalização, de rebaixamento ontológico. Pelo contrário, quando Trump é comparado a um leão, a imagem convoca força, majestade, supremacia. O animal, aqui, não desumaniza, mas glorifica. Comparar pessoas negras a macacos não tem a mesma carga simbólica que comparar pessoas brancas. Não parte do mesmo lugar histórico. Não produz o mesmo efeito.

    Por isso, por muito abespinhado que esteja um adepto num estádio, um jogador como Prestianni não verá gestos ou ouvirá gritos de “macaco quando toca na bola e, se tal acontecer, será para o empurrar simbolicamente para o lugar reservado a uma pessoa negra. Tal como insultos misóginos são usados para humilhar homens ou insultos lgbtfóbicos para rebaixar pessoas heterossexuais. Tudo isto faz parte do ABC do racismo.

    E, no entanto, as reações, no mínimo patéticas, às polémicas quer em torno de Trump e dos Obama, quer de Prestianni e Vinícius mostram-nos quanto caminho ainda há por percorrer. Perante cada episódio, repete-se o mesmo guião, as mesmas desculpas, desresponsabilização e culpabilização da vítima. A mesma invisibilização e negação do “macaco” no meio da sala. O racismo obedece a uma lógica rudimentar, por isso é tão eficaz, porque é fácil de reproduzir. Resistir, por isso, também é repetir o óbvio. E, porque resistência tem então de ser insistência, insisto em partilhar o apelo à assinatura, com o nome completo, da petição promovida pelo GAC (Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo).

    Ao “macaco” podemos responder com as palavras célebres e repetidas do ativista dos direitos humanos, falecido esta semana, Jesse Jackson: I am somebody! I am somebody! (“Eu sou alguém! Eu sou alguém!”).

     

    (Transcrito do jornal PÚBLICO)

  • Ex-vereadora envia mensagem à mãe e é encontrada morta minutos depois

    Ex-vereadora envia mensagem à mãe e é encontrada morta minutos depois

    Reprodução/Instagram
    Roseli Vanda Pires Albuquerque

    Uma mulher identificada como Roseli Vanda Pires Albuquerque (foto em destaque) foi encontrada morta, na madrugada deste sábado (21/2). Ela era ex-vereadora do município de Nova Prata, no Rio Grande do Sul (RS), e diretora administrativa da Secretaria de Esporte e Lazer do Estado.

    Informações preliminares, levantadas pela polícia, indicam que o principal suspeito do crime é Ari Albuquerque, o ex-marido da política. Ele também foi encontrado sem vida no mesmo local.

    O crime teria ocorrido por volta das 3h30min. Pouco antes, a vítima teria enviado uma mensagem de texto à mãe, o que a preocupou e fez com que acionasse a Brigada Militar. No endereço, a equipe encontrou o casal sem vida. O conteúdo da mensagem não foi divulgado. 

    O caso é investigado pela Delegacia de Nova Prata.

  • Padre Fábio de Melo lamenta morte do irmão: "Vai em paz"

    Padre Fábio de Melo lamenta morte do irmão: "Vai em paz"

    Reprodução/Instagram.
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    Padre Fábio de Melo compartilhou nas redes sociais a tristeza pela morte de seu irmão mais velho, Vicente Ferrer. Em uma publicação carregada de lembranças e emoção, ele contou a história por trás do nome do irmão e relembrou momentos da infância e da vida adulta de Vicente.

    “Acabei de receber a notícia da morte do meu irmão mais velho, Vicente Ferrer. Teve esse nome porque minha mãe fez uma promessa a São Vicente Ferrer, padroeiro de Formiga, terra onde nasci. Ela pediu ao santo que a ajudasse a se apaixonar pelo meu pai, já que se tratava de um casamento arranjado pela minha avó materna. Ela dizia que, se se apaixonasse por ele, o primeiro filho que tivesse, se fosse menino, receberia o nome do ajudante divino. E assim se cumpriu. O amor nasceu, e o filho também”, relatou o padre.

    Fábio lembrou que Vicente era um espírito livre: “Foi o irmão com quem menos convivi. Quando ainda adolescente, fugiu com um circo, depois com um parque de diversões. Era um espírito livre que acabou sendo aprisionado por muitas fraquezas”.

    Detalhou último encontro com irmão

    O sacerdote também contou a última vez que viu o irmão, destacando um momento especial ligado à sua música: “Quando nos encontramos em um show próximo à cidade onde ele morava, confidenciou-me que, de todas as minhas músicas, ‘Graças Pai’ era a sua preferida. Por ele e para ele, fiz questão de incluí-la no repertório que gravei no Marco Zero, em Recife”.

    Ao se despedir, Padre Fábio de Melo escreveu: “Vai em paz, meu irmão. Até um dia! Eu creio que, no céu, será mais fácil andar de mãos dadas com você. Por tantos motivos, você sabe bem. Não sei quando vou, mas sei que quando eu chegar você dirá: ‘mãe, pai, o Fabinho chegou’”.

    Na publicação, ele também compartilhou uma foto antiga dos pais com Vicente, registrando a memória afetiva da lembrança.

  • Se prepara, Acre! Ainda tem muito feriado para aproveitar em 2026

    Se prepara, Acre! Ainda tem muito feriado para aproveitar em 2026

    Se você já está fazendo as contas para saber quando dá para descansar, viajar, curtir a família ou simplesmente maratonar aquela série sem culpa… pode comemorar! O calendário de 2026 ainda reserva vários feriados e pontos facultativos no Acre — e tem opção para todos os gostos: descanso prolongado, celebração histórica e datas cheias de […]