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  • Trump diz que Maduro tentou fugir ao ser enquadrado durante operação

    Trump diz que Maduro tentou fugir ao ser enquadrado durante operação

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, neste sábado (3/1), que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, tentou fugir durante a operação norte-americana no país. O chavista acabou preso e está sendo levado para Nova York, onde deverá ser julgado por “narcoterrorismo”.

    Segundo Trump, que concedeu uma entrevista coletiva para comentar a ação na sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, Maduro chegou a entrar em uma sala fortificada, mas foi impedido pelo exército norte-americano.

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    A ação se deu por volta das duas da manhã (horário de Caracas) e, segundo o republicano, houve resistência e troca de tiros, mas não especificou se Maduro retaliou contra os militares norte-americanos. Trump disse que Maduro poderia ter sido morto se tivesse agido contra a ação.

    “Ele [Maduro] estava tentando entrar numa área mais segura, protegido por portas de aço, mas nós fomos tão rápidos que não foi possível que ele conseguisse fugir, então foi surpreendente, mas houve muita oposição sim, houve troca de tiros”, disse.

    No entanto, não houveram mortes ou perdas do lado dos EUA. Não comentou mortos ou perdas do lado venezuelano. Ao todo, 150 bombardeiros de 20 bases foram empregados na ação, que estaria sendo planejada há meses.

    Transição 

    Trump disse que o governo norte-americano irá governar a Venezuela durante o que chamou de uma “transição segura e criteriosa”. Os secretários de Estado, Marco Rubio, e da Defesa, Pete Hegseth, deverão comandar a gestão junto a figuras locais que, porém, ainda não foram oficializadas, mas sinalizou que a vice de Maduro, Delcy Rodriguez, pode participar.

    O presidente dos EUA disse que a depoisção de Maduro teve a intenção de parar o tráfico de drogas para o país e de recuperar o controle das petrolíferas da região: “roubaram bilhões de dólares de nós”.

    O governo não descartou fazer uma nova operação na Venezuela, caso haja resistência local. Sem entrar em detalhes, disse que poderá ressarcir pessoas afetadas pelo regime.

    Maduro indiciado 

    Depois de capturado, Maduro e a primeira-dama Cilia Flores, foram colocados dentro do navio militar us Iwo Jima. Mais cedo, Trump divulgou a primeira foto oficial do presidente venezuelano sob custódia. O chavista aparece vendado, algemado e sendo segurado por oficiais da agência antidrogas (DEA).

    O casal está sendo levado para Nova York onde deverão ser indiciados por narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de drogas e posse de armas pesadas. Questionado sobre onde Maduro será mantido, disse que será decidido pela Justiça Federal no Estado.

    Ainda não está claro quando começará o julgamento do presidente da Venezuela.

  • “Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump

    “Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (3/1), durante coletiva em Mar-a-Lago, que a presença norte-americana na Venezuela está diretamente ligada à exploração de petróleo do país e à reparação de danos causados ao povo americano.

    “A nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com o petróleo. Acho que nós teremos muita riqueza saindo daquele solo e essa riqueza vai ajudar os venezuelanos ali e fora da Venezuela e vai para os Estados Unidos na forma de reembolso pelos danos causados ao nosso país”, disse Trump.

    Segundo o republicano, os Estados Unidos não vão gastar dinheiro com a reconstrução do país, mas sim recuperar o petróleo venezuelano. “Muito dinheiro vai sair daquele solo e nós vamos ser reembolsados pelo que gastamos ali. Então eu acho que o que aconteceu ontem foi algo muito importante”, acrescentou.

    “Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump - destaque galeria3 imagens“Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump - imagem 2“Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump - imagem 3Fechar modal.Metrópoles“Nossa presença na Venezuela tem tudo a ver com petróleo”, diz Trump - imagem 11 de 3

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    EUA x Venezuela

    • Na madrugada deste sábado, os Estados Unidos atacaram diversas regiões da Venezuela.
    • O líder chavista, Nicolás Maduro, foi capturado e levado para fora do país.
    • Segundo Trump, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estão a bordo do USS Iwo Jima, a caminho de Nova York, onde serão julgados por uma Corte americana por “narcoterrorismo”.
    • Desde o início da ofensiva militar, justificada pelos EUA como combate ao tráfico internacional de drogas, as tensões na região se intensificaram.
    • Maduro passou a ser o principal alvo, apontado como chefe do Cartel de los Soles, recentemente classificado pelos Estados Unidos como organização terrorista internacional.
    • Pouco antes da coletiva de Trump, a primeira foto de Maduro após a captura foi divulgada. Ele aparece algemado, segurando uma garrafa de água, usando fones de ouvido e uma espécie de venda nos olhos.

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    EUA no comando da Venezuela

    Donald Trump também explicou que os EUA irão administrar a Venezuela até que uma transição de governo seja definida.

    “Estamos lá e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada ocorra. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que poderiam em comparação com o que poderia acontecer nesse país”, afirmou.

    O republicano justificou a intervenção americana associando a ação à exploração de recursos energéticos venezuelanos, apontando que governos anteriores e o regime de Maduro se apropriaram ilegalmente do petróleo do país.

    “Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles retiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com o respeito. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância e nós, que construímos a indústria petrolífera na Venezuela com o nosso talento, com o nosso trabalho, deixamos que um exílio socialista roubasse durante esses governos anteriores e roubasse usando a força”, afirmou.

  • O pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro

    O pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro

    O presidente Lula manifestou preocupação e fez um pedido a seus principais auxiliares durante uma reunião que discutiu a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos e a captura do ditador Nicolás Maduro, neste sábado (3/1).

    Segundo apurou a coluna com fontes que participaram do encontro no Itamaraty, o chefe do Palácio do Planalto solicitou que seus assessores reunissem “o maior número de informações possível” sobre a situação do país vizinho.

    Lula, que está em viagem de férias no Rio de Janeiro, participou remotamente da conversa. O governo montou um QG  na base militar na Restinga da Marambaia para que ele entrasse na reunião.

    O pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro - destaque galeria3 imagensO pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro - imagem 2O pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro - imagem 3Fechar modal.MetrópolesO pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro - imagem 11 de 3

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    ReproduçãoO pedido de Lula a assessores na reunião de emergência sobre Maduro - imagem 33 de 3

    Com a obtenção de mais informações, o petista planeja participar novamente de uma reunião com seus assessores no fim da tarde deste sábado. Um dos principais pontos de preocupação do governo brasileiro é a questão das fronteiras.

    Ainda de acordo com fontes, o governo também optou por aguardar a coletiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes de emitir novos posicionamentos sobre o cenário da Venezuela.

    Participaram presencialmente do encontro o ministro da Defesa, José Múcio; a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior; a embaixadora Maria Laura da Rocha; além de diplomatas do Planalto e do Itamaraty.

  • Marine Le Pen repudia ataque dos EUA à Venezuela

    Marine Le Pen repudia ataque dos EUA à Venezuela

    A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, afirmou, neste sábado (3/1), que apesar dos diversos motivos para condenar o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, “a soberania dos Estados jamais é negociável, independentemente de seu tamanho, poder ou continente. É inviolável e sagrada”.

    De acordo com ela, a renúncia da soberania nacional é um “perigo mortal para a humanidade”.

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    “Havia mil razões para condenar o regime de Nicolás Maduro: comunista, oligárquico e autoritário, ele impôs ao seu povo, por muitos anos, um jugo sufocante que mergulhou milhões de venezuelanos na miséria — quando não os forçou ao exílio”, disse Le Pen nas redes sociais.

    Ela avaliou que agora é preciso esperar que a voz do povo venezuelano seja ouvida o mais breve possível.

    “Cabe a eles recuperar o poder de definir, de forma soberana e livre, o futuro que desejam construir como nação”.

    Il existait mille raisons de condamner le régime de Nicolas Maduro : communiste, oligarchique et autoritaire, il faisait peser sur son peuple, depuis de trop longues années, une chape de plomb qui a plongé des millions de Vénézuéliens dans la misère – quand il ne les contraignait…

    — Marine Le Pen (@MLP_officiel) January 3, 2026

    Na manhã deste sábado, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e capturaram Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Ambos estão a caminho de Nova York neste momento, segundo informações da Casa Branca. A invasão aconteceu sob justificativa de que Maduro é líder de cadeias de narcotráfico.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também condenou a ação americana. De acordo com ele, os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável.

    “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou.

    Ele disse também que a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.

    A Organização das Nações Unidas (ONU) e a União Europeia (UE) também se manifestaram contra a atuação dos EUA.

  • María Corina não tem apoio e nem respeito na Venezuela, diz Trump

    María Corina não tem apoio e nem respeito na Venezuela, diz Trump

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3/1) que María Corina Machado, uma das principais opositoras de Maduro na Venezuela, não tem o apoio ou o respeito necessários dentro do país para governar a Venezuela após os ataques dos EUA.

    Questionado sobre a possibilidade de ela liderar o país, Trump disse achar que para ela “seria muito difícil ser a líder porque ela não tem o apoio ou o respeito de todo o país ela é uma mulher muito simpática mas ela não tem respeito”.

    As declarações de Trump foram feitas horas depois de os EUA atacarem a Venezuela e capturarem Nicolás Maduro e sua esposa. Ambos estão a caminho de Nova York.

    Logo antes de falar à imprensa, Trump divulgou na rede social Truth Social uma foto de Maduro, supostamente a bordo de um navio. Na publicação, é possível ver o líder chavista algemado, segurando uma garrafa de água. Ele também aparece usando proteção nas orelhas e uma espécie de venda nos olhos.

    Após os ataques norte-americanos, Corina afirmou, por meio das redes sociais, que “chegou a hora da liberdade”, dizendo que seria o momento de colocar “ordem” no país.

    Ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2025, Marina alegou que Maduro, “a partir de hoje, enfrenta a justiça internacional pelos crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de muitas outras nações”.

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    Ainda segundo Trump afirmou em seu pronunciamento, representantes dos EUA permanecerão da no país para garantir uma transição de poder e que irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo.

    “Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que eles poderiam em comparação e o que poderia acontecer nesse país”, disse na coletiva, realizada em Mar-a-Lago.

  • Na Itália, Yuri Alberto não se reapresentou no Corinthians; entenda

    Na Itália, Yuri Alberto não se reapresentou no Corinthians; entenda

    O elenco do Corinthians, junto com a comissão técnica comandada por Dorival Júnior, se reapresentou neste sábado (3/1) para se preparar para a atual temporada. Yuri Alberto, centroavante do Timão, não estava entre os jogadores no centro de treinamento Joaquim Grava.

    Segundo o Corinthians, Yuri Alberto foi liberado pela diretoria de futebol anterior para resolução dos trâmites burocráticos para a obtenção da cidadania europeia com fins pessoais. O atacante do Timão está em Roma, na Itália, para obter a cidadania italiana.

    Na Itália, Yuri Alberto não se reapresentou no Corinthians; entenda - destaque galeria3 imagensNa Itália, Yuri Alberto não se reapresentou no Corinthians; entenda - imagem 2Yuri AlbertoFechar modal.MetrópolesYuri Alberto comemorando gol na final da Copa do BRASIL1 de 3

    Yuri Alberto comemorando gol na final da Copa do BRASIL

    Buda Mendes/Getty Images)Na Itália, Yuri Alberto não se reapresentou no Corinthians; entenda - imagem 22 de 3

    Danilo Fernandes/Sports Press Photo/Getty ImagesYuri Alberto3 de 3

    Yuri Alberto

    Miguel Schincariol/Getty Images

    Além de Yuri Alberto, outros jogadores também não se reapresentaram para o início das atividades do clube paulista. Fabrizio Angileri e Maycon estão em tratativas para renovação; Fagner está em negociação para rescindir o contrato; Martínez está resolvendo pendências com o passaporte venezuelano.

    Alex Santana, Héctor Hernández e Renato se apresentarão na segunda-feira (5/1) e treinarão em horários alternativos. De saída, Talles Magno encerrou o vinculo com o Corinthians no fim de 2025.

    Lista de jogadores que se reapresentaram

    • Goleiros – Felipe Longo, Hugo Souza, Kauê e Matheus Donelli
    • Laterais – Hugo, Matheus Bidu e Matheuzinho
    • Zagueiros – André Ramalho, Cacá, Félix Torres, Gustavo Henrique e João Pedro
    • Meio-campistas – André, André Carrillo, Breno Bidon, Charles, Dieguinho, Raniele, Rodrigo Garro e Ryan
    • Atacantes – Gui Negão, Kayke, Pedro Raul, Memphis e Vitinho

     

  • Marta, a “Rainha” do futebol, se casa em cerimônia intimista nos EUA

    Marta, a “Rainha” do futebol, se casa em cerimônia intimista nos EUA

    Maior jogadora da história do futebol feminino, Marta Vieira da Silva se casou com Carrie Lawrence, ex-atleta do Orlando Pride, na última sexta-feira (2/1), em uma cerimônia discreta e emocionante, realizada na cidade onde o casal vive nos Estados Unidos.

    A festa, marcada pela simplicidade, contou apenas com amigos próximos e familiares. O ambiente ao ar livre foi decorado com tons claros. A natureza no local chamou atenção e criou uma atmosfera intimista para a celebração.

     

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    O relacionamento entre Marta e Carrie começou em 2022, quando elas jogavam juntas no Orlando Pride, clube da National Women’s Soccer League (NWSL), dos Estados Unidos. A ligação se fortaleceu ao longo dos anos, com Carrie apoiando Marta durante os Jogos Olímpicos de Paris 2024 — onde a Seleção Brasileira conquistou a medalha de prata.

    Em agosto de 2024, as atletas anunciaram o noivado nas redes sociais, compartilhando com fãs imagens e declarações de amor após um pedido romântico feito por Marta — momento que emocionou seguidores ao redor do mundo.

  • EUA atacou Venezuela com 150 aeronaves enviadas de 20 bases militares

    EUA atacou Venezuela com 150 aeronaves enviadas de 20 bases militares

    O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro, contou com a participação de mais de 150 aeronaves, que saíram de 20 bases militares norte-americanas. A informação foi divulgada neste sábado (3/1) pelo chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Razin Caine.

    “A força incluiu caças F-22, F-35, F-18,, bombardeios E-2 e mais uma aeronave de suporte para abastecimento, além de drones pilotados remotamente”, revelou Caine.

    De acordo com o militar, a esquadra norte-americana começou a “desmantelar e acabar” com o sistema de defesa aéreo da Venezuela assim que entrou no espaço aéreo do país. Após isso, as aeronaves se dirigiram para a instalação onde Maduro estava localizado.

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    “Conforme a força de helicópteros atingiu o nível mais baixo, eles desceram umas instalações de Maduro e se moveram com precisão, velocidade e disciplina em seu objetivo. Isolaram a área para assegurar a segurança das forças em terra, ao mesmo tempo em que apreendiam as pessoas acusadas”, detalhou o general Caine.

    Depois da captura de Maduro, o presidente venezuelano foi colocado em um helicóptero e transportado para o navio de guerra USS Iwo Jima, onde está sendo transportado para os EUA junto da esposa, Cilia Flores.

    No território norte-americano, o líder chavista foi indiciado por uma Corte localizada em Nova York, acusado de crimes ligado ao tráfico de drogas e porte de armas. Até o momento, porém, provas concretas das declarações contra Maduro não são públicas.

    Com a queda do então presidente venezuelano, Trump revelou que os EUA governará a Venezuela durante um período de transição. Além disso, o mandatário republicano revelou que seu governo se envolverá com o setor petrolífero do país — um desejo antigo que o líder norte-americano já tinha demonstrado em seu primeiro mandato.

  • Rubio avisa: “Não façam joguinhos com esse presidente no poder”

    Rubio avisa: “Não façam joguinhos com esse presidente no poder”

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou neste sábado (3/1), durante coletiva em Mar-a-Lago, que o presidente Donald Trump não deve ser subestimado. Rubio afirmou que aqueles que acham que podem “brincar” com o republicano aprenderão, agora, que ele age com determinação e seriedade.

    “Esse é um presidente de ação. As pessoas não entenderam isso antes, agora entenderão. Não é hora de brincar. Quando ele é sério, ele realmente é sério. É o presidente da paz, aliás. Mas ele teve múltiplas oportunidades, e escolheu agir da forma que agiu hoje. Estou muito feliz pelo que aconteceu, mas reforço: não façam joguinhos com este presidente no poder, porque isso não vai acabar bem”, disse Rubio.

    Rubio ainda ressaltou que algumas pessoas subestimaram Trump no passado, acreditando que nada aconteceria com elas. “Eu espero que eles entendam agora que esse presidente é o 47º presidente dos Estados Unidos. Ele diz o que irá acontecer e ele lida com o problema”, afirmou.

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    Rubio avisa: “Não façam joguinhos com esse presidente no poder” - destaque galeria4 imagensSecretário de Estado dos EUA, Marco RubioRubio avisa: “Não façam joguinhos com esse presidente no poder” - imagem 3Rubio avisa: “Não façam joguinhos com esse presidente no poder” - imagem 4Fechar modal.MetrópolesSecretário de Estado dos EUA, Marco Rúbio1 de 4

    Secretário de Estado dos EUA, Marco Rúbio

    Kevin Dietsch/Getty ImagesSecretário de Estado dos EUA, Marco Rubio2 de 4

    Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio

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    EUA irão administrar a Venezuela

    O secretário de Estado se manifestou após a manobra mais intensa da ofensiva militar dos EUA na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores, na madrugada deste sábado.

    Trump afirmou que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela até a transição do governo.

    O republicano destacou ainda que o país permanecerá envolvido na Venezuela para garantir uma transição adequada e proteger os recursos energéticos locais, principalmente o petróleo, que, segundo ele, vinha sendo explorado de forma ilegal pelos governos anteriores e pelo regime de Maduro.

    “Também conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano. Nunca tivemos um presidente que tenha decidido fazer algo com respeito a isso. Eles lutaram guerras a milhares de quilômetros de distância, e deixamos que um exílio socialista roubasse nossos recursos”, disse Trump.

  • Trump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA

    Trump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo de Nicolás Maduro roubou bilhões de dólares do petróleo norte-americano nos últimos anos. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa neste sábado (3/1) após os Estados Unidos capturarem o líder venezuelano e a esposa em Caracas.

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    Trump confidenciou que o governo norte-americano agora está comandando o petróleo da Venezuela. “Conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles tiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo”, alegou o presidente dos EUA.

    Para Trump, foi os EUA que construiu a indústria petrolífera na Venezuela, no qual o governo de Maduro usou dos lucros obtidos pela venda do petróleo para financiar conflitos “ a milhares de quilômetros de distância”.

    “Isso foi um dos maiores roubos de propriedade americana na história do nosso país. Eu acho que foi o maior roubo de propriedade na história do nosso país”, frisou Trump.

    Trump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - destaque galeria16 imagensTrump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 2Trump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 3Nicolás MaduroEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaTrump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 6Fechar modal.MetrópolesTrump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 11 de 16

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    Nicolás Maduro

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    Jesus Vargas/Getty ImagesLula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos7 de 16

    Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

    Hugo Barreto/MetrópolesEUA ataca Caracas, capital da Venezuela8 de 16

    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

    enezuela. (Photo by Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty ImagesTrump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 99 de 16

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

    Stringer/Anadolu via Getty ImagesO ditador Nicolás Maduro e Lula12 de 16

    O ditador Nicolás Maduro e Lula

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    Vinícius Schmidt/MetrópolesTrump diz que venezuelanos “roubaram bilhões” em petróleo dos EUA - imagem 1616 de 16

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    Trump destacou que ele foi o único presidente norte-americano que teve coragem de enfrentar “o cartel venezuelano”, apontando que a captura de Maduro e do petróleo venezuelano foi a operação mais bem-sucedida do mundo desde a Segunda Guerra Mundial.

    “De forma ainda mais importante, o embargo ao petróleo venezuelano se mantém em total efeito. O exército americano está em posição e todas as opções militares podem ser usadas (…) A estrutura imensa de petróleo foi tomada e os americanos nunca vão permitir que poderes estrangeiros roubem o nosso povo ou façam isso”.

    Na madrugada deste sábado (3/1), os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram Maduro, levando-o para fora do território venezuelano. Ele está sendo transferido a bordo do USS Iwo Jima a Nova York, onde será julgado por uma Corte por “narcoterrorismo”.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.