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  • Empanadas de cogumelos assadas: lanche rápido, saboroso e irresistível

    Empanadas de cogumelos assadas: lanche rápido, saboroso e irresistível

    Essas empanadas de cogumelos são a prova de que receitas assadas também podem ser intensas, perfumadas e irresistíveis. A combinação da massa levemente adocicada com o recheio de cogumelos bem refogados cria um contraste equilibrado, ideal para servir como entrada, lanche ou até prato principal em uma refeição leve.

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    Além de práticas, elas são versáteis e funcionam tanto em uma ceia caprichada quanto em um encontro descontraído. Veja a receita completa:

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    Ingredientes

    Massa:

    • 1 kg de farinha de trigo
    • 500 ml de leite morno
    • ½ xícara de açúcar
    • 1 colher de chá de sal
    • 50 g de manteiga
    • 1 colher de sopa de óleo
    • 30 g de fermento
    • 1 ovo

    Recheio:

    • 200 g de champignons ou outros cogumelos de sua preferência
    • 1 cebola
    • 3 dentes de alho
    • sal e especiarias a gosto

    Empanadas de cogumelos assadas: lanche rápido, saboroso e irresistível - destaque galeria6 imagensMantenha a organização na cozinha, utilizando utensílios básicos e garantindo que facas estejam afiadasAlém disso, preaqueça panelas e fornos e use fogo baixo para evitar queimar os alimentos, e preste atenção aos sinais da comida, como cheiro e corSepare e meça todos os ingredientes antes de acender o fogo. Isso evita que você perca tempo procurando algo no meio do preparoPara iniciantes, o fogo baixo ou médio é ideal, pois dá mais tempo para reagir e evitar que a comida queimeÉ normal que as primeiras tentativas não sejam perfeitas. Cozinhar é um processo de aprendizadoFechar modal.MetrópolesPara começar a cozinhar, comece com receitas simples, leia a receita atentamente e siga o passo a passo1 de 6

    Para começar a cozinhar, comece com receitas simples, leia a receita atentamente e siga o passo a passo

    Getty ImagesMantenha a organização na cozinha, utilizando utensílios básicos e garantindo que facas estejam afiadas2 de 6

    Mantenha a organização na cozinha, utilizando utensílios básicos e garantindo que facas estejam afiadas

    Getty ImagesAlém disso, preaqueça panelas e fornos e use fogo baixo para evitar queimar os alimentos, e preste atenção aos sinais da comida, como cheiro e cor3 de 6

    Além disso, preaqueça panelas e fornos e use fogo baixo para evitar queimar os alimentos, e preste atenção aos sinais da comida, como cheiro e cor

    Getty ImagesSepare e meça todos os ingredientes antes de acender o fogo. Isso evita que você perca tempo procurando algo no meio do preparo4 de 6

    Separe e meça todos os ingredientes antes de acender o fogo. Isso evita que você perca tempo procurando algo no meio do preparo

    Getty ImagesPara iniciantes, o fogo baixo ou médio é ideal, pois dá mais tempo para reagir e evitar que a comida queime5 de 6

    Para iniciantes, o fogo baixo ou médio é ideal, pois dá mais tempo para reagir e evitar que a comida queime

    Getty ImagesÉ normal que as primeiras tentativas não sejam perfeitas. Cozinhar é um processo de aprendizado6 de 6

    É normal que as primeiras tentativas não sejam perfeitas. Cozinhar é um processo de aprendizado

    Getty Images

    Modo de preparo

    1. Em uma tigela, coloque o leite morno, o fermento e o açúcar, misture bem e deixe descansar por alguns minutos até começar a espumar levemente.
    2. Acrescente o sal, a manteiga derretida, o óleo e o ovo, misture e adicione a mistura de fermento.
    3. Junte a farinha de trigo aos poucos, sovando até formar uma massa macia, elástica e que não grude nas mãos.
    4. Cubra a massa e deixe descansar por 45 a 60 minutos, ou até dobrar de volume.
    5. Em uma frigideira, aqueça um fio de óleo e refogue a cebola até dourar.
    6. Adicione os cogumelos picados e cozinhe até evaporar todo o líquido que eles soltam.
    7. Acrescente o alho, o sal e as especiarias, misture bem, desligue o fogo e deixe o recheio esfriar.
    8. Divida a massa em porções, abra em discos e coloque uma colher de recheio no centro de cada um.
    9. Feche bem as bordas, modele as empanadas e disponha em uma assadeira untada ou forrada com papel manteiga.
    10. Pincele com gema de ovo e leve ao forno preaquecido a 200 graus por 20 a 30 minutos, até dourar.
    11. Retire do forno e sirva ainda quente.

  • Acusado de agredir mulher, sargento da Marinha deixa prisão

    Acusado de agredir mulher, sargento da Marinha deixa prisão

    O sargento da Marinha do Brasil, de 37 anos, preso em flagrante por suspeita de agredir a ex-esposa em Cuiabá, deixou a prisão ainda nessa sexta-feira (2/1) após passar por audiência de custódia.

    A Justiça decidiu pela soltura mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

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    Rafael da Cruz Fontoura havia sido detido na madrugada de sexta, acusado de agredir a mulher, de 38 anos, com socos, chutes, puxões de cabelo e mordidas dentro da residência do casal.

    Versão apresentada à polícia

    Durante depoimento à Polícia Civil, o sargento apresentou um vídeo no qual a ex-companheira aparece empunhando um pedaço de madeira durante a discussão.

    Ele não negou que houve agressões, mas sustentou que o confronto teria sido mútuo, versão que agora será analisada no curso da investigação.

    De acordo com a polícia não foi feita representação pela prisão preventiva porque o investigado não possui antecedentes criminais nem histórico anterior de violência doméstica.

  • Chanceler da Venezuela conversa com Mauro Vieira após ataque dos EUA

    Chanceler da Venezuela conversa com Mauro Vieira após ataque dos EUA

    O chanceler da Venezuela, Yván Gil Pinto, conversou com o ministro das Relações do Brasil, Mauro Vieira, após os ataques dos Estados Unidos contra o país. Segundo o ministro chavista, o contato ocorreu por meio de ligação telefônica neste sábado (3/1).

    “Tive uma conversa telefônica com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Mauro Vieira, que manifestou a sua forte condenação deste inaudito ato de agressão militar criminosa contra o nosso povo. Também lhe agradecemos sinceramente as suas expressões de solidariedade”, destacou o ministro das Relações Exteriores da Venezuela.

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    Até o momento, o governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre a operação militar norte-americana na Venezuela. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, a ação resultou na captura de Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país.

    Conforme informado pelo Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Itamaraty, nesta sábado, para discutir a situação regional.

  • Marcos Harter é condenado após atacar e humilhar mulher em rede social

    Marcos Harter é condenado após atacar e humilhar mulher em rede social

    A coluna Fábia Oliveira descobriu que o ano de 2025 terminou com um gosto amargo para Marcos Harter. O ex-BBB foi condenado, no dia 17 de dezembro, após atacar uma mulher no Instagram.

    Harter foi processado, em dezembro de 2024, por Emily da Silva Costa em uma ação de indenização. O caso surgiu a partir de postagens feitas por Marcos com caráter ofensivo à autora. Os fatos tiveram início em maio do mesmo ano, através do Instagram. Emily expôs sua opinião sobre um conteúdo publicado pelo médico que, insatisfeito, respondeu a mulher em tom sarcástico e crítico.

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    A condenação

    Na decisão, ao qual tivemos acesso com exclusividade, a juíza diz que a responsabilidade de Marcos Harter se configura por suas manifestações públicas em tom de ironia a respeito da autora, bem como pelas ofensas diretas enviadas a ela por meio do direct, uma conversa privada.

    Marcos Harter é condenado após atacar e humilhar mulher em rede social - destaque galeria5 imagensMarcos Harter Marcos Harter Marcos Harter Marcos Harter Fechar modal.MetrópolesMarcos Harter é condenado após atacar e humilhar mulher em rede social - imagem 11 de 5

    Reprodução/InstagramMarcos Harter 2 de 5

    Marcos Harter

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    Marcos Harter

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    Marcos Harter

    Reprodução/InstagramMarcos Harter 5 de 5

    Marcos Harter

    Reprodução/Instagram

    A magistrada observou que, ao contrário do que argumentou o ex-BBB, o direito à privacidade de suas conversas não pode ser usado como escudo para humilhar, ofender e agredir terceiro. A sentença diz, ainda, que as expressões utilizadas pelo cirurgião plástico são de uma gravidade inquestionável, o que teria sido agravado pela inclusão de uma foto do filho de Emily em meio aos ataques virtuais.

    Em sua decisão, a juíza destacou que o tipo de dano moral causado por Harter não depende de publicidade ou repercussão perante terceiros. Após 9 páginas grifando a reprovabilidade das mensagens e manifestações de Marcos, a magistrada condenou o ex-BBB a indenizar Emily da Silva Costa em R$ 25 mil.

    Entenda o caso

    •  Nas redes sociais, Emily afirmou que Marcos estaria “flipado” e em busca de “voltar pro hype”.
    • Em resposta, o cirurgião disse que era capaz de voltar ao hype (a mídia) a hora que quisesse e postou foto de uma maleta de dinheiro, ironizando a mulher ao afirmar estar milionário.
    • Nas mensagens diretas de Emily, Marcos ironizou sua condição financeira, questionando, inclusive, se ela passava fome. O cirurgião também deu início a uma série de falas sobre o filho dela, ainda criança.
    • Judicialmente, ela pediu uma indenização de R$ 80 mil, além de uma retratação pública de Harter.

     

  • Crise climática impacta a prevenção e o tratamento do HIV

    Crise climática impacta a prevenção e o tratamento do HIV

    A emergência climática está silenciosamente remodelando os caminhos de prevenção e tratamento ao vírus da imunodeficiência humana, o HIV. Um estudo recente, publicado na revista Current Opinions in Infectious Diseases, sugere que a ocorrência de eventos climáticos extremos tem aumentado a vulnerabilidade da população ao patógeno causador da aids e agravado as condições de saúde de quem já convive com o vírus.

    A partir da revisão de 22 pesquisas conduzidas entre 2022 e 2024, os autores, vinculados a diferentes instituições no Canadá, observaram que a seca prolongada e a escassez de água destacam-se entre os fenômenos de maior impacto na prevenção à infecção pelo HIV. Em diversas regiões dos Estados Unidos e do continente africano, houve diminuição na testagem para o vírus e aumento nos comportamentos de risco, como o sexo transacional (troca de sexo por dinheiro, favores ou bens materiais) e as relações sexuais sem preservativo.

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    O trabalho também conclui que chuvas intensas e enchentes ampliam os riscos de um indivíduo se infectar. “Isso ocorre porque a destruição de uma região gera maior dificuldade de acesso às estruturas de saúde para tratamento e diagnóstico”, analisa a infectologista Fernanda Pedrosa Torres, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia. “Além disso, existe um desvio de força para estratégias de manejo da tragédia que, por vezes, deixa de lado as medidas de prevenção”.

    Embora o impacto desses fenômenos possa ser mais sentido em países subdesenvolvidos, eles também ocorrem em regiões consideradas em desenvolvimento ou já desenvolvidas. “No Brasil, existem alguns trabalhos que associam o aumento na notificação do HIV à seca na região Nordeste e às inundações no Rio Grande do Sul, por exemplo”, pontua Torres.

    Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), publicado em junho na Revista Gaúcha de Enfermagem, aponta que as chuvas de 2024 em Porto Alegre impactaram a continuidade do uso da profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV. Enquanto certos usuários recorreram a estratégias improvisadas, como comprar PrEP em farmácias comerciais ou receber doações, outros simplesmente suspenderam o tratamento por não conseguirem chegar aos serviços de saúde.

    Efeitos individuais e coletivos

    As consequências da crise climática são tanto individuais quanto estruturais. Danos a unidades de saúde, falta de transporte, deslocamentos forçados e esgotamento das equipes médicas configuram um ciclo de vulnerabilidade que enfraquece o cuidado contínuo.

    A pesquisa canadense relaciona a seca a uma menor adesão ao tratamento antirretroviral (TARV), além de interrupções no acompanhamento clínico e piora nos indicadores de saúde — sobretudo na carga viral e na contagem de CD4, glóbulos brancos que indicam imunossupressão.

    A falta de água e comida dificulta tomar remédios corretamente, aumenta quadros de desidratação, amplia a janela para o desenvolvimento de infecções oportunistas e provoca migrações que dificultam visitas regulares aos serviços de saúde.

    No caso de desastres súbitos, como furacões, tempestades severas e incêndios florestais, pode haver interrupções abruptas em serviços, fechamento de clínicas, perda de estoques de medicamentos e falhas nas cadeias de distribuição. Além disso, há riscos adicionais de estresse pós-traumático, depressão e medo de revelar o status sorológico durante deslocamentos e abrigamentos emergenciais.

    “Quando o paciente interrompe o uso de medicação ou perde acesso às clínicas médicas, ele pode ter prejuízos em seu tratamento”, frisa a infectologista. “Na prática, isso significa que uma pessoa que estava com uma carga viral indetectável pode começar a apresentar crescimento na quantidade do vírus em seu sangue e, com isso, sofrer com a destruição dos seus linfócitos, levando a um maior risco de desenvolvimento da síndrome da imunodeficiência adquirida (aids)”.

    Crise climática impacta a prevenção e o tratamento do HIV - destaque galeria13 imagensA baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids
Os medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico
O uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas
O tratamento é uma combinação de medicamentos que podem variar de acordo com a carga viral, estado geral de saúde da pessoa e atividade profissional, devido aos efeitos colaterais
Em 2021, um novo medicamento para o tratamento de HIV, que combina duas diferentes substâncias em um único comprimido, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 
 
Fechar modal.MetrópolesHIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. O causador da aids ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida
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    HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. O causador da aids ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida

    Arte Metrópoles/Getty ImagesA baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids
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    A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids

    Anna Shvets/PexelsOs medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico
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    Os medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico

    Hugo Barreto/MetrópolesO uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas
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    O uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas

    iStockO tratamento é uma combinação de medicamentos que podem variar de acordo com a carga viral, estado geral de saúde da pessoa e atividade profissional, devido aos efeitos colaterais
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    O tratamento é uma combinação de medicamentos que podem variar de acordo com a carga viral, estado geral de saúde da pessoa e atividade profissional, devido aos efeitos colaterais

    iStockEm 2021, um novo medicamento para o tratamento de HIV, que combina duas diferentes substâncias em um único comprimido, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 
 
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    Em 2021, um novo medicamento para o tratamento de HIV, que combina duas diferentes substâncias em um único comprimido, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

    Hugo Barreto/MetrópolesA empresa de biotecnologia Moderna, junto com a organização de investigação científica Iavi, anunciou no início de 2022 a aplicação das primeiras doses de uma vacina experimental contra o HIV em humanos
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    A empresa de biotecnologia Moderna, junto com a organização de investigação científica Iavi, anunciou no início de 2022 a aplicação das primeiras doses de uma vacina experimental contra o HIV em humanos

    Arthur Menescal/Especial MetrópolesO ensaio de fase 1 busca analisar se as doses do imunizante, que utilizam RNA mensageiro, podem induzir resposta imunológica das células e orientar o desenvolvimento rápido de anticorpos amplamente neutralizantes (bnAb) contra o vírus
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    O ensaio de fase 1 busca analisar se as doses do imunizante, que utilizam RNA mensageiro, podem induzir resposta imunológica das células e orientar o desenvolvimento rápido de anticorpos amplamente neutralizantes (bnAb) contra o vírus

    Arthur Menescal/Especial MetrópolesNos Estados Unidos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças aprovou o primeiro medicamento injetável para prevenir o HIV em grupos de risco, inclusive para pessoas que mantém relações sexuais com indivíduos com o vírus
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    Nos Estados Unidos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças aprovou o primeiro medicamento injetável para prevenir o HIV em grupos de risco, inclusive para pessoas que mantém relações sexuais com indivíduos com o vírus

    spukkato/iStockO Apretude funciona com duas injeções iniciais, administradas com um mês de intervalo. Depois, o tratamento continua com aplicações a cada dois meses
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    O Apretude funciona com duas injeções iniciais, administradas com um mês de intervalo. Depois, o tratamento continua com aplicações a cada dois meses

    iStockO PrEP HIV é um tratamento disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) feito especificamente para prevenir a infecção pelo vírus da Aids com o uso de medicamentos antirretrovirais
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    O PrEP HIV é um tratamento disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) feito especificamente para prevenir a infecção pelo vírus da Aids com o uso de medicamentos antirretrovirais

    Joshua Coleman/UnsplashEsses medicamentos atuam diretamente no vírus, impedindo a sua replicação e entrada nas células, por isso é um método eficaz para a prevenção da infecção pelo HIV
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    Esses medicamentos atuam diretamente no vírus, impedindo a sua replicação e entrada nas células, por isso é um método eficaz para a prevenção da infecção pelo HIV

    iStockÉ importante que, mesmo com a PrEP, a camisinha continue a ser usada nas relações sexuais: o medicamento não previne a gravidez e nem a transmissão de outras doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, gonorreia e sífilis, por exemplo
 
 
 
 
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    É importante que, mesmo com a PrEP, a camisinha continue a ser usada nas relações sexuais: o medicamento não previne a gravidez e nem a transmissão de outras doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, gonorreia e sífilis, por exemplo

    Keith Brofsky/Getty Images

    Perda global de recursos

    O cenário de emergência climática pode ser agravado por fatores financeiros, segundo alerta um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (Unaids) lançado em novembro. A preocupação se deve à suspensão do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o alívio da Aids (PEPFAR) anunciada no início de 2025 pelo governo de Donald Trump. O programa era responsável por 75% do financiamento global ao combate à epidemia de HIV.

    O problema é que muitos países que dependem dessa ajuda externa enfrentam desafios agravados pelos impactos climáticos. Estima-se que só a adaptação aos efeitos das alterações climáticas deverá custar cerca de US$ 387 bilhões por ano aos cofres mundiais, reduzindo drasticamente o espaço fiscal alocado para a saúde e colocando a resposta ao HIV em risco direto.

    No curto prazo, a falta desses recursos já levou ao fechamento de clínicas, à dispensa de centenas de milhares de profissionais de saúde, à ruptura de cadeias de suprimento e à escassez de medicamentos essenciais na África Subsaariana, em países como Quênia, Zâmbia, Uganda, República Democrática do Congo e Etiópia. A suspensão afetou também a capacidade de monitorar a epidemia, já que muitas equipes de gestão de dados dependiam do financiamento para atuar.

    Esses efeitos foram igualmente devastadores para organizações comunitárias e serviços de prevenção. Programas para populações vulneráveis perderam quase todo o financiamento, levando a demissões, redução de atividades e encerramento de espaços de apoio.

    Aproximadamente 2,5 milhões de pessoas perderam acesso à PrEP no mundo, e países como Uganda, Vietnã, Ruanda, Camarões e África do Sul registraram quedas drásticas na cobertura de prevenção, incluindo entre gestantes vivendo com HIV.

    Apesar disso, o relatório destaca esforços de resiliência, sobretudo no continente africano, onde os governos têm tentado aumentar o financiamento doméstico e fortalecer a produção regional de medicamentos.

    “Os serviços para HIV funcionam porque as comunidades lideram. Com as interrupções no financiamento internacional, em adição às mudanças climáticas, às desigualdades sociais e ao preconceito, vimos a lacuna de acesso ser ampliada”, relata Andrea Lilian Boccardi Vidarte, diretora e representante do Unaids no Brasil, em nota à Agência Einstein.

    “As pessoas mais vulneráveis ficaram para trás e existe o risco de haver 3,9 milhões de novas infecções por HIV se a solidariedade e o compromisso político não aumentarem nos países de baixa e média renda”.

    Planejamento como resposta

    Para a médica do Einstein Goiânia, a chave para frear o crescimento do HIV associado à crise climática está no planejamento de políticas públicas de saúde.

    “Já existem manuais de emergência voltados para algumas doenças agudas tipicamente relacionadas a eventos extremos, como a leptospirose, em situações de enchentes e inundações. No entanto, vale termos também grupos pensando em como manter as medidas de controle para infecções crônicas e sexualmente transmissíveis, como o HIV”, sugere Fernanda Torres.

    Os autores do estudo canadense chegam à mesma conclusão. O artigo recomenda que o setor de saúde focado no HIV incorpore urgentemente o fator climático em suas estratégias. “Deve-se adotar estratégias que exijam menor necessidade de deslocamento das pessoas, como a telemedicina, as clínicas móveis e a descentralização dos postos de dispensação dos remédios”, exemplifica a infectologista.

    Novos medicamentos também prometem não só melhorar a prevenção, mas ajudar em casos climáticos extremos. Em 2023, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso do cabotegravir como PrEP de administração bimestral.

    O método já pode ser encontrado no setor privado, mas ainda está em fase de avaliação para ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, foi anunciado o lenacapavir, outra PrEP injetável que prevê apenas duas aplicações ao ano, a cada seis meses. Esse segue sob análise de regulação pela Anvisa.

  • NBA: Russell Westbrook se torna o armador com mais pontos na história

    NBA: Russell Westbrook se torna o armador com mais pontos na história

    Aos 37 anos, Russell Westbrook conquistou mais um feito na NBA. Na derrota por 129 x 102 para o Phoenix Suns, o jogador do Sacramento Kings anotou 17 pontos e se tornou o armador com mais pontos na história da liga.

    O atleta se tornou o 15º maior pontuador da liga ao passar Oscar Robertson, que até então era o detentor deste recorde. Os outros 14 jogadores acima não são da mesma posição, mesmo que possam ter atuado nela em algum momento.

     

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    Para atingir a marca, Westbrook precisou chegar aos 26.711 pontos anotados. O 14º da lista é Hakeem Olajuwon, lenda do Houston Rockets, que tem 26.946. O líder no quesito na NBA é LeBron James, com 42.488. Além do feito conquistado nessa sexta-feira (2/1), Russell já havia registrado outros recordes.

    Ele esteve nove vezes All-Star, já foi o maior pontuador da temporada em duas oportunidades, líder de assistências em três ocasiões e detém o recorde de jogador com mais triplos-duplos na história da liga. Porém, a sua maior honraria individual foi o prêmio de MVP da temporada 2016-17.

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    O sábado (3) deve ser marcado por tempo quente, porém ventilado, em todas as regiões do Acre. A previsão indica presença de sol entre nuvens e ocorrência de chuvas rápidas e isoladas ao longo do dia, com baixa probabilidade de temporais em qualquer microrregião do estado. As informações são do site otempoaqui.com.br. No leste e […]

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    O ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, condenou o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela, e ofereceu os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) para possíveis feridos no país vizinho em decorrência da ação norte-americana. A manifestação foi divulgada neste sábado (3/1) na rede social X.

    “Nós, do Ministério da Saúde, sempre queremos e trabalhamos pela paz”, disse Padilha. “Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio”.

    De acordo com o ministro, o Brasil e seu sistema de saúde já vinham absorvendo os “impactos da situação da Venezuela”, principalmente o SUS de Roraima — estado brasileiro que faz fronteira com o país vizinho.

    “Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, preparamos a nossa Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e nossas equipes de Saúde Indígena para reduzirmos, ao máximo, os impactos do conflito na saúde e no SUS brasileiro. Que venha a paz! Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, afirmou Padilha.

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    Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças norte-americanas bombardearam a Venezuela. O líder do país, Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, teriam sido retirados do território venezuelano. O paradeiro do herdeiro político de Hugo Chávez ainda é desconhecido. 

    O ataque dos EUA ocorre após meses de ameaças e de pressão militar na América Latina e Caribe, sob a justificativa do combate ao tráfico de drogas. Até o momento, porém, Washington ainda não apresentou provas concretas que liguem Maduro ao tráfico de entorpecentes.

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    Advogado da Trump Media e da plataforma Rumble, Martin De Luca resgatou neste sábado (3/1) uma declaração do ministro Alexandre de Moraes (STF), dada à revista The New Yorker em abril de 2025. A menção ocorreu após a ofensiva militar dos Estados Unidos em território venezuelano.

    De Luca citou trecho da entrevista em que Moraes comenta a possibilidade de interferências externas em decisões do Judiciário brasileiro, em meio a pressões do governo de Donald Trump sobre a atuação do STF no processo que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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    No trecho citado, Moraes disse que “se eles [EUA] enviarem um porta-aviões, então veremos. Se o porta-aviões não chegar ao Lago Paranoá, isso não influenciará a decisão [do julgamento da trama golpista] aqui no Brasil”.

    O post ganhou repercussão após a operação americana deste sábado, quando forças dos EUA realizaram ataques na Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, segundo informações divulgadas por autoridades americanas.