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  • Atleta de vôlei, Key Alves mostra rosto da filha Rosamaria pela 1ª vez

    Atleta de vôlei, Key Alves mostra rosto da filha Rosamaria pela 1ª vez

    Key Alves deu à luz Rosamaria, sua filha com o cantor Bruno Rosa, no dia 26 de dezembro. Nas primeiras fotos, a jogadora profissional de vôlei optou por não mostrar a aparência da bebê. Na última sexta-feira (2/1), a atleta, entretanto, decidiu acabar com o mistério e fez a alegria dos fãs ao apresentar o rostinho da garota.

    “2026 é tempo de Rosamaria. Vocês pediram tanto e está aí a nossa princesa para vocês. Pensamos muito em mostrá-la, mas é impossível deixar essa fofura anônima. Ela é uma boneca que Deus nos deu de presente e precisa ser vista”, declarou.

     

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    Na sequência, ela ainda brincou com os seguidores. “Agora aguentem, meu Instagram é todo dela. Que Deus abençoe vocês e suass família”, completou.

    No dia do nascimento de Rosamaria, a jogadora de vôlei publicou um vídeo e mostrou o primeiro contato com a filha. “Eternizado na nossa história. Obrigada Deus, por nos unir primeiramente e nos fortalecer na benção do senhor em construir nossa família.
    Rosamaria”, disse. Confira:

     

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  • Quem é o militar da Marinha que espancou mulher por “amar demais”

    Quem é o militar da Marinha que espancou mulher por “amar demais”

    O 2º sargento da Marinha do Brasil preso em flagrante na madrugada dessa sexta-feira (2/1), em Cuiabá, é  Rafael da Cruz Fontoura, de 37 anos. Ele passou a ser investigado por uma sequência de agressões físicas, psicológicas e patrimoniais contra a ex-mulher dentro da residência do casal, no bairro Jardim Presidente 2, região do Coxipó da Ponte.

    Fontoura foi identificado formalmente como o autor das agressões no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil do Mato Grosso o qual a coluna teve acesso.

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    A vítima, de 38 anos, relatou aos policiais que foi atacada com socos, chutes, puxões de cabelo, mordidas e um golpe na cabeça desferido com um pedaço de madeira.

    Ela também afirmou ter sido arrastada pelo chão e submetida a insultos verbais durante a crise de violência

    Segundo o registro oficial, além das agressões, o militar quebrou diversos objetos da casa.

    Quando a equipe policial chegou ao local, encontrou a mulher em estado de choque, com hematomas visíveis nos braços, no corpo e queixando-se de fortes dores na cabeça.

    Tentativa de justificar a violência

    Durante o atendimento da ocorrência e posteriormente em interrogatório, Rafael Fontoura negou inicialmente as agressões.

    Em seguida, passou a admitir confronto físico, mas tentou inverter a responsabilidade, alegando que teria “perdido o controle” por questões emocionais ligadas ao relacionamento.

    De acordo com o relato colhido pela polícia, o militar afirmou que agiu movido por sentimentos intensos e chegou a justificar a violência como consequência de “amar demais” a mulher.

    Prisão em flagrante

    Diante da materialidade das lesões e da narrativa da vítima, os policiais deram voz de prisão ao sargento, que foi encaminhado à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.

    O flagrante foi ratificado pelos crimes de lesão corporal consumada, violência doméstica e dano ao patrimônio.

    O boletim também registra que a Capitania Fluvial de Cuiabá foi oficialmente comunicada sobre a prisão, conforme protocolo aplicado em casos envolvendo militares das Forças Armadas

    O caso segue sob apuração da Polícia Civil, e medidas protetivas em favor da vítima devem ser analisadas pelo Judiciário. A Marinha do Brasil ainda não se manifestou publicamente sobre eventuais providências administrativas.

  • Ministro da Defesa da Venezuela acusa EUA de atacar áreas civis

    Ministro da Defesa da Venezuela acusa EUA de atacar áreas civis

    O ministro da Defesa da Venezuela , Vladimir Padrino López, acusou os Estados Unidos de atacarem áreas civis da capital, Caracas. Em vídeo publicado neste sábado (3/1), ele afirmou que o país resistirá às tropas estrangeiras.

    O governo norte-americano atacou a capital venezuelana e capturou o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

    De acordo com Padrino, os EUA conduziram uma operação de mudança de regime  “deplorável” e “criminosa”. Ele acrescentou que forças invasoras “bárbaras” profanaram a “terra sagrada”. “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, afirmou o general.

    Padrino convocou cidadãos e soldados a se unirem para resistir à invasão norte-americana.

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    “Eles nos atacaram, mas não nos vencerão. Formaremos uma muralha de resistência indestrutível. Nossa vocação é a paz, mas nossa herança é a luta pela liberdade”, afirmou.

    O ministro também acrescentou que as autoridades venezuelanas estavam tentando calcular o número de civis mortos ou feridos durante ataques de helicópteros em áreas urbanas.

    EUA X Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    Ataque à Venezuela

    O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país. A informação foi divulgada neste sábado (3/1), na rede Truth Social.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Trump diz que ataque à Venezuela foi uma “operação brilhante”

    Trump diz que ataque à Venezuela foi uma “operação brilhante”

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu o ataque norte-americano contra a Venezuela e celebrou o sucesso da operação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, classificando-a como uma “operação brilhante”, neste sábado (3/1).

    Em ligação ao The New York Times, Trump afirmou que a operação foi muito bem planejada.

    “Muito bom planejamento, tropas excelentes e pessoas incríveis. Foi uma operação brilhante, na verdade”, contou Trump.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    Leia também

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro.

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Em comunicado, o governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

  • Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a mobilização de forças de segurança para a fronteira de seu país com a Venezuela, “juntamente com todos os recursos de assistência disponíveis, em caso de um fluxo maciço de refugiados”. O comunicado foi postado em uma rede social na manhã deste sábado (3/1) após a confirmação de ataques dos Estados Unidos a quatro cidades venezuelanas.

    O presidente norte-americano Donald Trump também informou ter capturado o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    Veja o anúncio de Petro feito neste sábado:

    Acabamos de terminar consejo de seguridad nacional desde las 3 am.

    Se despliega la fuerza pública en la frontera, se despliega toda la fuerza asistencial que dispongamos en caso de entrada masiva de refugiados.

    La embajada de Colombia en Venezuela está activa a llamadas de…

    — Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026

    O presidente colombiano reforçou, na nota, que repudia “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.

    Conflitos internos entre povos são resolvidos pacificamente pelos próprios povos. Este é o princípio da autodeterminação, que é o fundamento do sistema das Nações Unidas, escreveu Gustavo Petro.

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

     

     

  • Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, condenou neste sábado (3/1) os bombardeios dos Estados Unidos contra alvos em diferentes regiões do país e anunciou a ativação de todas as capacidades militares para a defesa do território nacional.

    Durante a ofensiva, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi capturado pelas forças norte-americanas. 

    Em pronunciamento, Padrino López classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e afirmou que as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) estão mobilizando todos os recursos disponíveis em resposta à ofensiva.

    Segundo ele, os ataques atingiram instalações militares e áreas urbanas, incluindo o complexo de Fort Tiuna, em Caracas, além de localidades nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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    Ainda de acordo com o ministro, mísseis e foguetes teriam sido disparados a partir de helicópteros de combate norte-americanos durante a madrugada. Ele disse que informações sobre mortos e feridos ainda estão sendo apuradas, mas indicou que há registro de vítimas civis em áreas residenciais.

    “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, declarou López.

    O ministro afirmou ainda que foi decretado estado de comoção externa em todo o território venezuelano, com base na Constituição e em leis de segurança nacional.

     

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo - destaque galeria3 imagensMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber NobelNicolás MaduroFechar modal.MetrópolesNicolás Maduro1 de 3

    Nicolás Maduro

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel2 de 3

    Maduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaNicolás Maduro3 de 3

    Nicolás Maduro

    Jesus Vargas/Getty Images

    Estado de prontidão

    Com a medida, as FANB entraram em estado de prontidão operacional, com a mobilização de meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis.

    Segundo o governo, a resposta envolve uma articulação entre forças militares, policiais e organizações populares, descrita como uma “fusão popular-militar-policial” para garantir a defesa integral do país.

    Padrino López rejeitou a presença de tropas estrangeiras e afirmou que a ofensiva não tem relação com o combate ao narcotráfico, como alegado por Washington, mas sim com interesses estratégicos e a tentativa de promover uma mudança de regime.

    Ele também apelou à comunidade internacional e a organismos multilaterais para que condenem o que classificou como violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

    Onde está Maduro?

    O governo venezuelano declarou emergência nacional e afirmou desconhecer o paradeiro do líder chavista.

    A vice-presidente, Delcy Rodríguez, exigiu “prova imediata de vida” do presidente e da primeira-dama, e acusou os EUA de serem responsáveis por mortes de civis e militares durante os ataques.

    A crise aprofunda a tensão entre Washington e Caracas, que vinha se intensificando nos últimos meses em meio a sanções, acusações envolvendo tráfico de drogas e uma crescente presença militar dos EUA no Caribe e na América Latina.

  • “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    O presidente da Argentina, Javier Milei, se manifestou sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezeuela, na manhã deste sábado (3/1). O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados.

    Na rede social X, o presidente argentino celebrou o ataque e repetiu o bordão usado desde sua campanha. “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo [A liberdade avança. Viva a liberdade, caralho]”, escreveu Milei.

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela - destaque galeria4 imagensMiguel Díaz CanelGustavo PetroEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás MaduroFechar modal.MetrópolesJavier Milei1 de 4

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociaisMiguel Díaz Canel2 de 4

    Miguel Díaz Canel

    Reprodução / Redes sociaisGustavo Petro3 de 4

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro4 de 4

    EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

    Reprodução/Truth Social

    Reação internacional

    Outros líderes internacionais reagiram ao bombardeio estadunidense na Venezuela. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

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    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

  • Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Ministros e assessores do governo Lula farão uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3/1) para discutir a invasão à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciada mais cedo por Donald Trump.

    O encontro, segundo apurou a coluna, está previsto para as 10h no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

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    Lula, segundo apurou a coluna, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6/1).

  • Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

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    Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

    EUA x Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu, neste sábado (3/1), uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, em meio a ataques na Venezuela. Veja vídeo:

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

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    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente”.