Com a ausência do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em território venezuelano, Delcy Rodríguez assume o comando do país interinamente. Na madrugada deste sábado…
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Saiba quem é Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro
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Trump avisou: quer o petróleo. O resto é conversa fiada
A recente operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, para a captura de Nicolás Maduro, não é apenas um evento isolado, mas um sinal claro enviado a toda a América Latina. Historicamente tratada como o “quintal” dos norte-americanos, a região volta a ser alvo de uma postura intervencionista que Donald Trump sequer tentou dissimular.
Embora o governo Trump tenha utilizado o combate ao narcotráfico como pretexto inicial, a realidade dos fatos aponta para uma motivação muito mais pragmática: o controle das maiores reservas de petróleo do mundo. Ao declarar abertamente que pretende “administrar a Venezuela” e reconstruir sua indústria petrolífera para o benefício de empresas americanas, Trump deixou clara sua real intenção de intervir diretamente nas riquezas do país.
A facilidade com que a operação ocorreu — com o Maduro sendo capturado em apenas 47 segundos — sugere que os militares venezuelanos o entregaram “de mão beijada”. No entanto, o perigo reside no precedente internacional. Se os EUA podem intervir na Venezuela sob o pretexto de “não querer vizinhos hostis”, o que impediria a Rússia de resgatar o domínio sobre a Europa Central ou a China de tomar Taiwan? O mundo torna-se, assim, um lugar muito mais perigoso e radicalizado.
Para o Brasil, o aviso é direto. Como um país que mantém uma notável independência e não é um aliado incondicional, o Brasil está sob vigilância. Noblat recorda que Trump já tentou interferir em assuntos internos brasileiros ao exigir a suspensão do julgamento de golpistas do 8 de janeiro em troca de concessões tarifárias. O questionamento que fica é: se o resultado das urnas brasileiras nas eleições de 2026 não agradar Washington, o Brasil seria o próximo alvo?
A posição do governo brasileiro, que condenou a intervenção, foca na defesa da soberania nacional venezuelana e não na figura de Maduro. Embora Maduro tenha se tornado um ditador após eleições comprovadamente fraudadas, isso não justifica uma intervenção externa. Problemas internos de uma nação devem ser resolvidos por seu próprio povo.
Por fim, causa espanto a rapidez com que líderes da direita brasileira, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Flávio Bolsonaro, saíram em apoio à ação de Trump. Ao aplaudirem uma intervenção militar estrangeira em um país vizinho, esses políticos demonstram um preocupante alinhamento com práticas que ignoram as leis internacionais e a própria democracia.
A intervenção na Venezuela mal começou, mas seus efeitos na estabilidade global e na autonomia da América Latina já sinalizam tempos de profunda incerteza.
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Venezuela: Brasil participará de reunião do Conselho de Segurança da ONU
O governo do Brasil vai participar de uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Venezuela, marcada para a manhã… -

Foto: veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair
O amor está no ar! Bruna Griphao começou 2026 de affair novo. A coluna Fábia Oliveira teve acesso exclusivo a uma foto da atriz com o rapaz, que é bastante conhecido no setor de eventos.
Na imagem, a ex-BBB aparece na frente do o empresário carioca Yam Vieira. Os dois curtiram o Réveillon acompanhados de amigos em Maracaípe, em Pernambuco. O rapaz ficou conhecido por ser produtor executivo da cantora Pocah.
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Veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair, Yam Vieira
Reprodução
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Bruna Griphao e Yam Vieira posam ao lado de amigos
Instagram/Reprodução
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Bruna Griphao posa de look prateado
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Bruna Griphao posa com um meio sorriso
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Bruna Griphao posam durante o Réveillon
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Bruna Griphao posa durante as festas de fim de ano
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Bruna Griphao faz pose para o Instagram
Instagram/Reprodução
Após receber a imagem, a coluna entrou em contato com Bruna Griphao e sua assessoria de imprensa, mas não recebeu retorno. O espaço segue aberto.
Rumores de outro romance
Em meados do ano passado, veio à tona um romance entre Bruna Griphao e Renan Machado, irmão de Anitta. Na ocasião, após serem flagrados nos bastidores do show de Lady Gaga, na Praia de Copacabana, a coluna Fábia Oliveira, que tem amigos por todos os cantos, descobriu detalhes exclusivos do relacionamento, que estava mais sério do que eles demonstravam.
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Vídeo: Bruna Griphao reage após ser detonada por vestido de madrinha
Acontece, queridos leitores, que o lance dos pombinhos não era recente. Fontes desta jornalista que vos escreve revelaram que eles estavam juntos há cerca de 4 meses.
Como tudo começou
Bruna Griphao e Renan Machado se conheceram durante uma das viagens da Poderosa na época das apresentações dos Ensaios da Anitta. As duas amigas chegaram a ficar algumas vezes, mas sempre na brincadeira.
E parece que o cupido do casal foi a cantora. Além disso, a atriz ainda se mostrou relutante no início, mas agora eles estão bem grudadinhos. Inclusive, nossas fontes contaram que o casal passou a noite juntos após a apresentação da diva pop, no início de maio.
O romance da ex-BBB com o empresário começou totalmente sem compromisso, com ambos ficando com outras pessoas nos primeiros dois meses. Porém, mais recentemente, o lance ficou mais firme.
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Brasil reconhece vice de Maduro como atual presidente da Venezuela
O Brasil reconhece Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, como a atual comandante do país, após os Estados Unidos capturarem o ditador venezuelano Nicolás Maduro. A informação foi confirmada pela ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. “Na ausência do atual presidente Maduro, é a vice. Ela está como presidente interina”, disse a ministra […] -

Assalto a residência termina com luta corporal e disparo de arma no Juruá
O médico Rodrigo da Costa Moura teve a casa assaltada na noite desta sexta-feira, 2, em Cruzeiro do Sul. Dois homens invadiram a residência e levaram celulares e joias. O médico entrou em luta corporal com um dos assaltantes e houve o disparo de um tiro dentro da casa, que não atingiu ninguém. A Polícia […] -

Zé Felipe comemora “vitória” sobre Virginia, Vini Jr. e Neymar
Zé Felipe usou os stories do Instagram para comemorar uma conquista que o colocou à frente de nomes diretamente ligados à sua vida pessoal. O cantor superou a ex-mulher, Virginia Fonseca, e o atual namorado dela, o jogador Vini Jr., além de Neymar e outras figuras populares da internet.
O sertanejo compartilhou uma publicação de terceiros com um ranking dos maiores engajamentos nas redes sociais na última semana. Na lista, o filho de Leonardo aparece na primeira colocação. Logo atrás vêm Neymar, Virgínia e Vini Jr., enquanto Camila Queiroz fecha o Top 5.
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Leonardo reage ao ver o novo visual de Zé Felipe
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Após apagar fotos, Zé Felipe chama atenção com gesto sobre Ana Castela
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Após término com Ana Castela, Zé Felipe muda de visual; veja
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Influenciadora curte comentário que afirma que ficou com Zé Felipe
Ana Castela, ex-namorada de Zé Felipe, não aparece no ranking. A lista ainda inclui nomes como Gisele Bündchen, MC Cabelinho, Bruna Biancardi, Andressa Suita e Karoline Lima.
Ao repostar a publicação, Zé Felipe acrescentou emojis de agradecimento e sorte. Veja:
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Zé Felipe comemorou a conquista
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Ranking compartilhado por Zé Felipe mostra o cantor à frente de Vini Jr. e Virginia
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Venezuelanos estocam comida após ataque dos EUA e captura de Maduro
Em meio à forte instabilidade política e à incertezas provocadas pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela, seguido pela captura do presidente Nicolás Maduro ainda na madrugada deste sábado (3/1), venezuelanos correram aos supermercados e formaram longas filas para estocar alimentos e produtos básicos.
Relatos e imagens divulgados nas redes sociais mostram estabelecimentos lotados em diferentes cidades do país. O movimento é impulsionado pelo temor de desabastecimento, novos confrontos e agravamento da crise.
Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a operação militar teve como alvo a estrutura do regime chavista e resultou na captura de Maduro, que foi retirado do território venezuelano e transferido para os EUA. De acordo com Trump, o líder venezuelano deverá responder a acusações de “narcoterrorismo”.
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Tarcísio alfineta Lula em declaração sobre ataque dos EUA à Venezuela
Em coletiva de imprensa, o presidente norte-americano afirmou que a Venezuela ficará sob comando interino dos Estados Unidos até a realização de uma transição de governo. Trump também declarou que Washington assumirá o controle das reservas de petróleo do país.
O governo venezuelano classificou a ação como uma “agressão militar”. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que a Venezuela não se renderá. Em comunicado oficial, as autoridades informaram que os ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, sem divulgar o número de vítimas nem a extensão dos danos.
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Argentina restringe imigração de venezuelanos ligados a Maduro
O Ministério de Segurança Nacional da Argentina informou em nota, neste sábado (3), que o país passou a adotar novas medidas de imigração… -

Celac deve se reunir no domingo (4/1) para tratar de ataque à Venezuela
A embaixadora Maria Laura da Rocha, secretária-geral de Relações Exteriores, afirmou nesta sábado (3/1) que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) cogita realizar uma reunião no domingo (4/1) para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela.
Em coletiva d imprensa no Palácio do Itamaraty, a embaixadora foi questionada sobre uma possível discussão entre autoridades de países latino-americanos. Maria Laura da Rocha respondeu que a reunião está sendo planejada para às 14h de domingo (4), no horário de Brasília. Ela, contudo, não afirmou com certeza que o encontro ocorreria.
A informação foi compartilhada durante coletiva, da qual tanto Maria Laura como o ministro da Defesa, José Múcio, participara. Logo antes, ambos estavam em reunião com o presidente Lula (PT), que participou remotamente, e outros integrantes do governo para discutir o episódio.
Também por meio de videoconferência, participaram o o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, e a ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior.
A Celac é um grupo que reúne 33 países da América Latina e do Caribe e que tem como objetivo ampliar o diálogo entre as nações participantes, além de articular posições comuns entre os países. Atualmente, quem ocupa a presidência da Cúpula é a Colômbia, que decide se irá convocar a reunião.
Na mesma fala, Múcio também destacou o que já havia dito mais cedo, também em coletiva de imprensa, que a fronteira do Brasil com a Venezuela está “tranquila” e que brasileiros que estavam no país vizinho como turistas já retornaram em segurança.
“A situação da fronteira nunca foi tão tranquila como está hoje. Movimento mínimo. É como se fosse um grande feriado. Até o movimento de automóvel é mínimo possível, de maneira que está tudo calmo e as fronteiras estão abertas. Brasileiro que está lá pode vir”, disse o ministro.
Ataque na Venezuela
Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela e o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Segundo Trump, ambos foram dirigidos de navio para Nova York, onde Maduro será julgado por narcoterrorismo.
Horas depois da captura, Trump chegou a publicar uma foto do líder chavista com os olhos vendados, algemado, e usando abafadores nos ouvidos. Na publicação, também é possível ver que ele está segurando uma garrafa d´água. De acordo com o presidente norte-americano, a fotografia foi registrada a bordo do USS Iwo Jima, navio que transporta Maduro para os EUA.
Depois, em declaração pública na Flórida, Trump disse que sua ofensiva contra a Venezuela foi por causa do petróleo na região e que, depois da captura de Maduro, os Estados Unidos irão administrar o país até haver uma transição de poder.
Com a saída de Maduro, quem assumiu o comendo da Venezuela foi a vice-presidente, Delcy Rodriguez. Durante uma reunião do Conselho de Defesa do País nesta sábado (3), ela afirmou que a Venezuela não irá se render aos EUA.
Durante a coletiva no Itamaraty, a embaixadora Maria Laura da Rocha afirmou que o Brasil reconhece Delcy como atual presidente da Venezuela.
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