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  • Caso Master: TCU vai inspecionar documentos que estão no Banco Central

    Caso Master: TCU vai inspecionar documentos que estão no Banco Central

    A unidade técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) irá fazer uma análise nos documentos em posse do Banco Central (BC) antes de tomar uma decisão sobre o processo que apura eventuais falhas na liquidação extrajudicial do Banco Master.

    Caso Master: TCU vai inspecionar documentos que estão no Banco Central - destaque galeria3 imagensBanco Central (Bacen)Fachada do Banco Central, em BrasíliaFechar modal.MetrópolesO presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo 1 de 3

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo

    Breno Esaki/Metrópoles @BrenoEsakiFotoBanco Central (Bacen)2 de 3

    Banco Central (Bacen)

    Marcello Casal Jr./Agência BrasilFachada do Banco Central, em Brasília3 de 3

    Fachada do Banco Central, em Brasília

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

    Em nota técnica enviada ao TCU na semana passada, o BC detalhou todo o histórico para decretar a liquidação do Master, elencou uma série de supostas irregularidades encontradas e, por fim, relatou a existência de investigação enviada ao Ministério Público Federal (MPF) sobre novas fraudes que teriam sido cometidas pelo banco para tentar continuar funcionando.

    Além dessa nota técnica, o TCU irá inspecionar documentos que estão em posse do Banco Central.

    Em nota divulgada logo após o envio da nota técnica do Banco Central, o TCU havia explicado que a manifestação do órgão seria analisada pela unidade técnica do tribunal de contas e que, após essa fase, “os autos sobem ao gabinete para exame do relator, ministro Jhonatan de Jesus”.

    A liquidação do Master foi determinada pelo Banco Central no dia 18 de novembro. Um mês, depois, o ministro Jhonatan de Jesus cobrou esclarecimentos ao Banco Central a respeito de supostos indícios de precipitação na liquidação do Master, conforme revelou a coluna.

    Ministro do TCU Jhonatan de Jesus

  • Nível do Rio Acre permanece abaixo da cota de alerta: 12,62 metros

    Nível do Rio Acre permanece abaixo da cota de alerta: 12,62 metros

    O nível do Rio Acre segue em tendência de vazante em Rio Branco nesta quinta-feira, 02, de acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. Na primeira medição do dia, realizada às 5h25, o rio marcou 12,91 metros, apresentando queda em relação aos registros anteriores. Ao meio-dia, uma nova aferição confirmou a continuidade da vazante, […]

  • Diesel no Acre foi o mais caro do país e abastecimento com álcool foi financeiramente inviável

    Diesel no Acre foi o mais caro do país e abastecimento com álcool foi financeiramente inviável

    Um levantamento da ValeCard, empresa especializada em meios de pagamento, soluções de mobilidade e benefícios corporativos, aponta que o preço médio da gasolina no Acre registrou queda de 1,92% em novembro de 2025, em comparação com outubro. Apesar do recuo, o estado permanece com um dos combustíveis mais caros do Brasil, ocupando a segunda posição […]

  • Irã reage à ameaça de Trump de interferir no país após protestos

    Irã reage à ameaça de Trump de interferir no país após protestos

    O governo do Irã reagiu a ameaça feita por Donald Trump, que afirmou a prontidão dos Estados Unidos para intervirem no país, e declarou que os “iranianos não permitirão nenhuma interferência estrangeira”. A declaração foi divulgada pelo chanceler Esmaeil Baqaei nesta sexta-feira (2/1).

    Em um comunicado divulgado na rede social X, o ministro das Relações Exteriores iraniano citou alguns casos em que Washington tomou ações para “salvar o povo iraniano”. Entre elas, o “apoio irrestrito a Saddam Hussein” na guerra entre Irã e Iraque na década de 1980, e a série de sanções econômicas que atingem a economia do país.

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    “Basta analisar o longo histórico das ações dos políticos americanos para ‘salvar o povo iraniano’ para compreender a profundidade da ‘simpatia’ dos Estados Unidos pela ação iraniana”, declarou Esmaeil Baqaei. “Os iranianos não permitirão nenhuma interferência estrangeira em seu diálogo e interação mútua para a resolução de problemas”, acrescentou.

    Mais cedo, Trump ameaçou interferir no Irã em meio a onda de protestos que toma conta do país nas últimas semanas, em resposta à crise na economia iraniana. Segundo a imprensa internacional e órgãos de observação, ao menos sete pessoas já foram mortas em confrontos com as forças governamentais.

    Segundo a mídia estatal iraniana, ao menos 30 pessoas já foram detidas. Elas são acusadas de integrarem “grupos anti-Irã”, que possuem ligações com “uma rede monarquista sediada nos Estados Unidos”, e organização que “atuam na Europa”.

  • Bebê foca foge pela 4° vez e invade bar na Nova Zelândia; assista

    Bebê foca foge pela 4° vez e invade bar na Nova Zelândia; assista

    Na Nova Zelândia, uma situação bastante inusitada, envolvendo um “cliente” diferenciado, agitou um bar na tarde de 30 de novembro de 2025. Os funcionários e outros frequentadores compartilharam o espaço com um bebê foca.

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    O mais engraçado é que uma das donas do bar, Bella Evans, acreditou que era apenas um cachorro, já que o local é pet friendly. Depois que entenderam que se tratava de uma foca, um cliente tentou guiá-la para fora pela porta de trás, mas o animal invadiu um banheiro e se escondeu embaixo de uma máquina de lavar desligada.

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    Em entrevista a um portal dos Estados Unidos, Bella contou que conseguiu resgatar o animal ao lembrar que o principal ingrediente da pizza do dia era salmão. “Fui e falei para o meu parceiro e gritei: ‘Pega o salmão! Pega o salmão!’”

    Ao sentir o cheiro do peixe, o animal saiu debaixo da máquina de lavar e entrou dentro de uma casinha de cachorros, trazida por um dos clientes.

    Foca em bar na Nova ZelândiaA foca foi capturada em segurança

    Autoridades ambientais foram ao estabelecimento depois que a foca tinha sido capturada, pois já estavam a sua procura. O animal marinho — que está mais para terrestre — já tinha sido visto fora de seu habitat três vezes antes dessa vez.

    Os internautas não perderam a oportunidade de fazer piada. “E ninguém se importou em atendê-la! Que serviço ruim!”, comentou um. “Oh, não, ele foi preso por tentar beber sendo menor de idade”, foi a brincadeira de outro.

    Os trocadilhos em inglês também não passaram batidos: “Deve ser um bar muito bom já que vocês têm o selo de aprovação!” — na tradução para o inglês, selo é “seal”, que também significa “foca”.

  • Paris Garden recebe noite de MPB e DJ nesta sexta-feira em Rio Branco

    Paris Garden recebe noite de MPB e DJ nesta sexta-feira em Rio Branco

    O Paris Garden promove, nesta sexta-feira, 2, uma noite especial com música ao vivo e discotecagem, reunindo o melhor da MPB em um ambiente lounge sofisticado. A programação contará com apresentação de Elissandro Freitas, além do DJ Dácio, responsável pela discotecagem ao longo do evento. O evento acontece na sede do Paris Garden, localizada na […]

  • Biofobia: por que algumas pessoas não gostam do contato com a natureza

    Biofobia: por que algumas pessoas não gostam do contato com a natureza

    *O artigo foi escrito por Johan Kjellberg Jensen, pesquisador visitante em Ciências Ambientais da Universidade de Lund, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

    Somos constantemente lembrados de que passar tempo na natureza é bom para o corpo e para a mente. Um grande número de pesquisas mostra vários benefícios para a saúde decorrentes do contato com a natureza, que vão desde a redução do estresse até a melhora do sistema imune e mesmo do desempenho acadêmico de crianças.

    Mas nem todos estão obtendo esses benefícios. Algumas pessoas sentem medo, aversão ou repulsa por animais e pela natureza. O fenômeno, chamado biofobia, tem sido um pouco negligenciado nos estudos sobre as relações entre o ser humano e a natureza.

    Isso significa que o problema é mal compreendido: não está claro exatamente sua causa, nem qual a melhor forma de tratá-lo. Além disso, há sinais de que está se disseminando.

    Em meu novo estudo com colegas, buscamos esclarecer a biofobia, delineando uma estrutura conceitual de relações negativas com a natureza que pode ser aplicada em várias disciplinas científicas – e revisando sistematicamente todos os estudos que foram feitos sobre o tema até agora.

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    O oposto da biofobia é chamado de biofilia, uma afinidade inata com a natureza. Ambos os termos têm origem na psicologia evolutiva, que originalmente enquadrou as respostas positivas e negativas à natureza como mecanismos adaptativos a recursos e ameaças.

    Hoje, a biofobia se refere mais amplamente à aversão à natureza, levando a relações negativas com o mundo natural. Essas relações negativas podem assumir muitas formas, mas reduzem significativamente os benefícios à saúde associados à natureza, além de prejudicar os esforços de conservação do meio ambiente. Sendo assim, é importante compreender toda a gama de relações entre o ser humano e a natureza – da afinidade à aversão.

    No total, encontramos 196 estudos sobre biofobia. Eles estavam espalhados por todo o mundo, com algum viés em direção aos países ocidentais. Embora muito menos numerosos do que os estudos sobre relações positivas entre o ser humano e a natureza, observamos um rápido crescimento do interesse neste tema.

    Esses estudos também estavam espalhados por uma ampla variedade de campos de pesquisa, incluindo conservação, ciências sociais e psicologia. Uma de nossas principais conclusões foi que existem fortes divisões entre os campos, com vieses claros em termos de qual parte da natureza é estudada.

    Múltiplas causas para a aversão à natureza

    Descobrimos que a biofobia é causada por múltiplos fatores. Geralmente, eles podem ser divididos em fatores externos e internos. Os fatores externos incluem o nosso ambiente físico, como a nossa exposição a diferentes espécies. As atitudes sociais são outro fator externo e podem incluir narrativas da mídia sobre a natureza — pense em como o filme Tubarão, por exemplo, criou um medo generalizado de tubarões.

    Os fatores internos, por outro lado, abrangem traços pessoais. Estes incluem o conhecimento e a idade, que podem mediar os nossos sentimentos em relação à natureza. Por exemplo, ter um bom conhecimento das espécies e compreender como a natureza funciona reduz o risco de relações negativas com a natureza. Em contrapartida, sentir-se fraco ou com má saúde está correlacionado com um maior medo dos grandes carnívoros.

    Mas é importante observar que esses fatores podem interagir e se entrelaçar de maneiras complexas. As atitudes, interações e comportamentos em relação à natureza também são afetados pela própria biofobia. Por exemplo, indivíduos biofóbicos podem evitar áreas onde acreditam que existem espécies de animais que temem. E isso pode levar a um maior apoio ao abate de animais como lobos, ursos e tubarões.

    Animais normalmente vistos como ameaças — cobras, aranhas e carnívoros — são bem estudados. Mas a biofobia também pode ser direcionada a espécies inofensivas ou mesmo benéficas para ter em nossa proximidade como, por exemplo, espécies nativas de sapos.

    Tratamentos

    Dados os benefícios de passar tempo na natureza, existe alguma maneira de tratar a biofobia? Definimos categorias gerais de tratamentos para a biofobia, embora não exista um único tratamento que funcione para todos.

    Uma linha de tratamento é a exposição. Isso pode variar desde simplesmente se acostumar a passar tempo na natureza até tratamentos clínicos propriamente ditos. Por exemplo, pessoas que têm medo de aranhas podem superar seus medos com ajuda profissional, começando por olhar fotos de aranhas e reformular seu pensamento sobre elas.

    Outro tipo de “tratamento” é a educação. Isso pode variar desde estudos formais sobre o mundo natural até a colocação de placas informativas em reservas naturais, ajudando as pessoas a entender melhor o que as rodeia, quais espécies existem ao seu redor e como essas espécies se comportam.

    Por fim, há a mitigação de conflitos. Essa é uma técnica para reduzir experiências negativas ou compensar experiências ruins do passado. De fato, é importante observar que a natureza pode ser perigosa e, dependendo do contexto, sentimentos negativos podem ser totalmente racionais. Por exemplo, agricultores podem ter uma visão negativa dos animais selvagens que destroem as plantações. A mitigação de conflitos proporá maneiras de reduzir essa destruição.

    As pesquisas que examinamos, provenientes das áreas de psicologia e estudos sociais, concentraram-se nos efeitos sobre os seres humanos, mas muitas vezes definiram a natureza em termos muito amplos ou muito restritos.

    A ciência ambiental, por outro lado, concentrou-se nos impactos sobre a conservação da natureza, mas muitas vezes simplificou excessivamente os contextos sociais e os fatores psicológicos. Para nós, está claro que os pesquisadores devem combinar essas duas visões complementares sobre a biofobia para melhor compreendê-la e, em última instância, mitigá-la.

    Se você sente alegria e relaxamento ao ar livre, você está na maioria. Mas estudos sugerem que as taxas de biofobia estão aumentando. À medida que nos afastamos da natureza, vivendo vidas urbanas onde animais e plantas selvagens estão se tornando um eco distante, é ainda mais importante tentar preservar o amor pela natureza — especialmente se quisermos manter os benefícios para a saúde e manter ecossistemas estáveis.

    Abrir os olhos para o nosso ódio pela natureza é, em última análise, crucial para reverter uma tendência de relações negativas com a natureza.The Conversation

  • Rio Juruá está em elevação em Cruzeiro do Sul

    Rio Juruá está em elevação em Cruzeiro do Sul

    O rio Juruá está em elevação em Cruzeiro do Sul e nesta sexta-feira, 2, está com 11,06 metros, ficando a 74 centímetros da Cota de Alerta do município, que é de 11,80 metros. Não há casas alagadas e não houve chamada de família pedindo para ser retirada de casa. A Defesa Civil Municipal e o […]

  • Recorde! Metrópoles atinge 8,7 bilhões de visualizações em dezembro

    Recorde! Metrópoles atinge 8,7 bilhões de visualizações em dezembro

    O Metrópoles fechou o ano de 2025 com mais um recorde. O portal contabilizou, em dezembro, mais de 8,7 bilhões de impressões/visualizações no somatório das redes Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, X (antigo Twitter), Threads e Kwai e das pesquisas feitas no Google. Os dados são fornecidos pelas próprias plataformas.

    As redes sociais foram as que mais contribuíram para esse número. O maior recorde veio do Instagram principal, com 2,6 bilhões de visualizações no mês de dezembro. A rede já soma 5,9 milhões de seguidores e teve alcance de 110 milhões de usuários.

    Recorde de visualizações

    • O Metrópoles bateu todos os recordes do ano. Foram mais de 8,7 bilhões de visualizações nas redes sociais e no Google.
    • Os perfis segmentados das redes sociais contribuíram para esse número. Fun, São Paulo, DF, Vida & Estilo e Política obtiveram, respectivamente, 609 milhões, 556 milhões, 144 milhões, 381 milhões e 327 milhões de visualizações.
    • O TikTok também foi destaque. Com 1,5 bilhão de visualizações, o Metrópoles se consolida como o perfil de notícias mais acessado da plataforma. São 13,2 milhões de seguidores.

    As contas segmentadas também bateram recordes. O destaque vai para os perfis do Fun, com mais de 609 milhões de visualizações; São Paulo, com 556 milhões; DF, que superou a marca de 144 milhões de visualizações. Vida & Estilo e Política contaram com 381 milhões e 327 milhões de visualizações respectivamente.

    Além de ser o veículo de notícias mais seguido da América Latina no TikTok, com 13,2 milhões de seguidores, o Metrópoles atingiu a marca de 1,5 bilhão de visualizações de vídeos nessa mídia social.

    No YouTube, o Metrópoles alcançou outro grande número. Foram 31 milhões de visualizações de vídeos. O perfil já soma mais de 3,8 milhões de inscritos, que acompanham as principais notícias do dia pela plataforma.

  • Municípios do Acre aplicaram mais de 697 mil doses de vacinas do calendário nacional em 2025

    Municípios do Acre aplicaram mais de 697 mil doses de vacinas do calendário nacional em 2025

    Dados consolidados do Departamento de Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Informações Estratégicas em Saúde (DEMAS), da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI) do Ministério da Saúde, revelam que os municípios do Acre aplicaram 697.263 doses de vacinas do Calendário Nacional de Vacinação ao longo de 2025. As informações foram consultadas nesta sexta-feira (2) e […]