
A China defendeu nesta segunda-feira (5/1) a realização de uma reunião de emergência da Organização das Nações Unidas acerca do ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela no último sábado (3/12), que resultou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
“A China apoia o Conselho de Segurança da ONU na realização de uma reunião de emergência para discutir os ataques militares dos EUA contra a Venezuela e apoia o Conselho no desempenho de seu papel, de acordo com seu mandato. A China está pronta para trabalhar com a comunidade internacional para defender firmemente a Carta da ONU e os princípios fundamentais da justiça internacional”, afirmou a diplomacia chinesa.
O presidente da China, Xi Jinping, também saiu em defesa da Venezuela nesta segunda, declarando que “todos os países devem respeitar os caminhos de desenvolvimento escolhidos pelos povos de outras nações e respeitar o direito internacional”. Xi ainda afirma que, atualmente, “atos unilaterais e de intimidação estão minando gravemente a ordem internacional”.
O Conselho de Segurança da ONU tem uma reunião marcada para a manhã desta segunda-feira para discutir a situação venezuelana. O pedido de reunião foi feito pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro.
Pelas regras da ONU, além dos membros permanentes do conselho — China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos —, a Somália, que preside o colegiado em janeiro, tem direito a voto. A Colômbia é a representante da América do Sul no atual período. O Brasil deve pedir a palavra, conforme apurou o Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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