
As proteínas são macronutrientes essenciais ao funcionamento do organismo. Mais do que participar da construção muscular, elas são fundamentais para a formação de hormônios, enzimas, neurotransmissores e células do sistema imunológico. Quando a ingestão é insuficiente, não apenas os músculos são afetados, como todo o equilíbrio físico e mental do corpo.
À coluna Claudia Meireles, a nutricionista clínica especialista em neuropsiquiatria Carla de Castro explica que esse nutriente desempenha papel central no equilíbrio metabólico,influenciando no funcionamento do cérebro.
“Os aminoácidos participam da síntese de neurotransmissores envolvidos em processos como foco, concentração, memória, humor e resposta ao estresse”, destaca a especialista.

Além da regulação cerebral, um aporte adequado desses aminoácidos contribui para a manutenção da massa muscular, a integridade dos órgãos e a saúde da pele, unhas e cabelos, além de favorecer o transporte eficiente de oxigênio no sangue.
Insuficiência de proteínas
De acordo com a nutricionista, a ingestão inadequada de proteínas pode levar à queda da imunidade, cansaço persistente, dificuldade de cicatrização e alterações hormonais, e dificultar o controle do peso.
“Refeições com maior teor de proteínas aumentam a saciedade, ajudam a reduzir o apetite ao longo do dia e permitem um melhor controle da ingestão alimentar”, afirma Carla de Castro.

Do ponto de vista cognitivo, a deficiência proteica também pode impactar negativamente a atenção e a concentração.
“A memória e o equilíbrio emocional, especialmente em indivíduos com maior demanda metabólica ou em fases de crescimento podem ser prejudicados, favorecendo o envelhecimento precoce ou o estresse crônico”, explica.
A quantidade ideal de proteína varia de acordo com o peso corporal, ficando, em média, entre 0,8 g e 1,2 g por quilo de peso por dia.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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