
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) marcou uma reunião de emergência, na segunda-feira (12/1), para discutir o aumento dos ataques da Rússia contra cidades na Ucrânia.
O estopim para o encontro foi o lançamento de um míssil com capacidade nuclear contra Lviv, na Ucrânia. Na noite de quinta-feira (8/1), o exército russo lançou um míssil Oreshnik, um dos mais avançados do mundo, contra o país vizinho.
O lançamento ocorreu a partir de uma região em que a Rússia realiza testes nucleares. A Ucrânia identificou que o míssil foi carregado com ogivas convencionais, e não nucleares, mas o país interpretou que o ataque serviu como ameaça sobre o poder nuclear do Kremlin.
Com isso, o embaixador ucraniano Andriy Melnyk enviou uma carta para a ONU e solicitou uma providência.
“A Federação Russa atingiu um novo e assustador nível de crimes de guerra e crimes contra a humanidade com o terror perpetrado contra civis e infraestrutura civil na Ucrânia”, diz trecho do documento.
Impasses para um acordo de paz
Esse não foi o primeiro ataque do tipo lançado contra a Ucrânia. Em 2024, a Rússia usou um míssil Oreshnik contra o país vizinho, com disparado feito a partir do mesmo local usado para testes nucleares.
Na madrugada de sexta-feira (9/1) , a Rússia ainda lançou um novo ataque de larga escala contra Kiev. De acordo com o prefeito da capital ucraniana, Vitali Klitschko, o ataque foi feito por drones e deixou ao menos quatro mortos e 19 feridos.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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