Denúncia de assédio sexual contra ministro Buzzi tramita em sigilo no CNJ

Sérgio Amaral/STJ
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disse, em nota, que tramita em sigilo o caso no qual o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi é acusado de assédio sexual.

A Corregedoria do CNJ confirmou que colheu depoimentos na manhã desta quarta-feira (4/2), conforme revelou o Metrópoles.

Caso está tramitando no âmbito da Corregedoria Nacional de Justiça, em sigilo, como determina a legislação brasileira. Tal medida é necessária para preservar a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a exposição indevida e a revitimização. A Corregedoria colheu nesta manhã depoimentos no âmbito do processo”, declarou, nesta quarta-feira (4/2).

A moça é filha de um casal de amigos do ministro Marco Buzzi, conforme apurou o Metrópoles. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou agarrá-la três vezes.

Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou aos pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.

Buzzi tomou posse no STJ em 2011, indicado pela então presidente da República, Dilma Rousseff (PT). O magistrado completa 68 anos de idade nesta quarta-feira (4/2).

Em nota, o ministro disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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