Desequilíbrio climático

Desequilíbrio climático

Por Narciso Mendes6 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

Sem exageros, ou seja, sem extremismo, fazem-se urgente e necessário que cuidemos do meio ambiente.

A nossa região amazônica é, mundialmente, em se tratando do meio ambiente, um dos maiores, senão o maior objeto de cobiça dos radicais ecologistas, tanto cá dentro quanto mundo afora. E o mais impressionante, a maioria deles nunca puseram seus pés na nossa região, mesmo assim, por vezes, até inserem o nosso Acre em seus debates.   

Neste particular há que existir moderação, ou mais precisamente, “nem tanto ao mar, nem tanto a terra” afinal de contas, nada justifica que a nossa floresta seja devastada, tornada cinza, tampouco que seus mais de 30 milhões de habitantes continuem vivendo na mais extrema pobreza.

 Sem os indispensáveis cuidados que deveriam partir dos países que já se encontram razoavelmente desenvolvidos, em princípio os europeus, e no nosso país, as unidades federadas que já obtiveram elevados níveis de desenvolvimento econômico, que os Amazônidas, sobretudo, os mais carentes, não se sintam forçados a utilizar seus machados, suas foices e motosserras para derrubarem as florestas que estão sob seus domínios e na incômoda condição de posseiros.

 No nosso Acre, posseiros ou proprietários de terras, legalmente adquiridas, são obrigados a manter, no mínimo, 80% das suas áreas inexploradas e nos 20% que lhes restam, igualmente protegidas, também as áreas que margeiam os seus rios e igarapés. Neste particular, algo precisa ser feito no sentido de favorecer, sobretudo, os nossos pequenos proprietários.

De outro lado, permitir a devastação da nossa floresta amazônica, e isto para atender os interesses os nossos gananciosos latifundiários e grileiros de terras, públicas ou privadas, precisa de fim, do contrário, a nossa Amazônia jamais prosperará.

A provar que as agressões ao nosso meio ambiente têm causados os mais variados desastres e em todos os cantos e recantos do mundo, basta que acompanhemos as notícias que vêm dos outros países e, particularmente dos diversos Estados da nossa federação.

Nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e mais recentemente, Minas Gerais, os desastres vêm se sucedendo e numa frequência absolutamente assombrosa, irresponsável e assassina, até porque, os nossos gestores públicos, em particular os nossos prefeitos não cuidaram, a tempo, de evitar os futuros desastres e suas vítimas.

 Chega de fanatismo ambiental e de grileiros, isto porque, são as os humanos que carecem do máximo de proteção, mas até que as águas dos nossos rios e mares e da nossa importantíssima floresta amazônica. 

Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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