
Celebrado na próxima sexta-feira (20/3), o Dia Internacional da Felicidade foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) para reconhecer a importância do bem-estar e da satisfação na vida das pessoas. Mais do que uma efeméride, o indicador se consolidou como uma ferramenta política e social, incentivando países a incorporarem a felicidade como uma meta de desenvolvimento.
Desde 2012, a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, em parceria com o Instituto Gallup e a Universidade de Oxford, está à frente da iniciativa que pontua os níveis de felicidade ao redor do mundo — e a Finlândia ocupa o primeiro lugar desde 2018, consolidando-se como líder por oito anos consecutivos.
Na véspera da data, será lançado o Relatório Mundial da Felicidade 2026 (World Happiness Report 2026, em tradução livre). Aos brasilienses interessados, os resultados serão discutidos durante o Congresso Internacional da Felicidade, que acontece na sexta-feira (20/3), em Brasília, no Museu Nacional da República. No levantamento de 2025, o Brasil ficou na 36ª posição do ranking.

Critérios de avaliação
Na edição de 2026, o ranking terá como tema central para o critério de avaliação a relação entre o uso de redes sociais e o bem-estar, mantendo a análise baseada nos dados da Gallup World Poll para a classificação dos países.
Embora a felicidade seja um conceito subjetivo, os critérios utilizados pela ONU avaliam o bem-estar das nações a partir de seis pilares principais: Produto Interno Bruto (PIB) per capita, expectativa de vida saudável, apoio social, liberdade para tomar decisões, generosidade e percepção de corrupção.
De forma inédita, os responsáveis pelo relatório de 2025 também analisaram o impacto de comportamentos benevolentes nos níveis de bem-estar — e a Finlândia, mais uma vez, se destacou entre os mais de 140 países avaliados.

O que torna a Filândia o páis “mais feliz do mundo”?
Os fatores que colocam os finlandeses no topo do ranking estão associados a condições que tornam a vida mais equilibrada — como menor desigualdade de renda, altos níveis de proteção social, liberdade individual e baixos índices de corrupção.
Em relação à saúde e à mobilidade, a Finlândia também se destaca por oferecer acesso amplo e de qualidade à população. A educação é outro pilar central, com foco no aprendizado prático e no estímulo à criatividade.

Outro aspecto relevante é o contato com a natureza. Cerca de 70% do território do país é coberto por florestas, o que contribui diretamente para a qualidade de vida e para a redução do estresse.
A simplicidade do estilo de vida finlandês também é apontada como diferencial. A cultura valoriza uma rotina sem excessos, em que o tempo é tratado como um recurso precioso, dedicado ao lazer, à convivência familiar e ao contato com a natureza.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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