
O financista Jeffrey Epstein teria ido atrás de remédios para aumentar o pênis, segundo documentos médicos e trocas de e-mails recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O vazamento também aponta que o criminoso sexual condenado apresentava baixos níveis de testosterona e queixas recorrentes de falta de libido.
Epstein foi condenado em 2008 por crimes relacionados à exploração de menores e, posteriormente, passou a ser investigado sob a acusação de comandar uma rede de tráfico sexual de adolescentes. Os registros agora tornados públicos revelam que o americano acumulava um histórico recorrente de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), entre elas a gonorreia.
Os arquivos também mencionam que, em 2012, Epstein recebeu um e-mail de um remetente identificado como “Dr. Maxman”, oferecendo medicamentos com a promessa de aumento do pênis. Não há informações que confirmem se ele chegou a utilizar o produto.

Laudos médicos produzidos ao longo de vários anos apontam que Epstein — que morreu em 2019, enquanto aguardava julgamento em uma prisão de Nova York — mantinha taxas de testosterona muito abaixo da média considerada saudável. Em relatos feitos a médicos, ele afirmava que essa condição persistia havia cerca de 10 a 15 anos.
Apesardas queixas frequentes sobre a queda da libido, Epstein demonstrava resistência a iniciar terapias hormonais. Em uma mensagem enviada a um médico na madrugada de 24 de abril de 2015, ele escreveu que tinha um padrão de sono irregular e questionava se o prolongado déficit hormonal estaria, naquele momento, afetando seu organismo de forma mais intensa.

Uma das vítimas do financista já havia declarado publicamente que Epstein tinha um órgão genital “gravemente deformado”, descrito como semelhante ao formato de um limão ou de um ovo.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário