
O uso das plantas para fins espirituais e medicinais é uma prática milenar que atravessa gerações. No portal João Bidu, sempre reforçamos que a natureza é uma farmácia viva, capaz de curar não apenas o corpo físico, mas também o nosso campo vibracional.
No entanto, para aproveitar o poder das folhas, raízes e flores, é fundamental entender que cada planta possui uma “temperatura” energética. Na fitoenergética e nas tradições de banhos de ervas, classificamos as plantas em ervas quentes, mornas e frias.
Saber essa diferença é o que define o sucesso de um ritual. Usar a erva errada no momento errado pode acabar drenando sua energia ou, pelo contrário, não ser forte o suficiente para uma limpeza necessária. Assim como não usamos um casaco de lã no deserto, não devemos usar uma erva de limpeza pesada quando o que precisamos é apenas de um pouco de doçura e acolhimento.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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