
O Metrópoles ouviu familiares de uma das vítimas mortas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, onde técnicos de enfermagem teriam administrado um composto químico em pacientes, causando o óbito de três pessoas, entre novembro e dezembro de 2025.
De acordo com a esposa de um homem de 33 anos que perdeu a vida na unidade particular em 18 de novembro, o marido deu entrada no local sentindo dores abdominais e foi internado para tratar suspeita de pancreatite.
“Ele chegou consciente e conversando normalmente com a equipe médica. Foi um choque”, disse a esposa.
Por volta das 20h30 do mesmo dia, o paciente sofreu uma parada cardíaca e precisou ser intubado. Após o episódio, ele permaneceu 13 dias internado na UTI, em estado grave. No dia 1º de dezembro, veio a óbito em decorrência de uma nova parada cardíaca.
De acordo com informações repassadas posteriormente pela equipe médica, após investigações iniciadas pelo próprio hospital, foi constatado que houve a administração de uma substância de forma intencional, o que teria agravado o quadro.
A família afirma só ter tomado conhecimento do fato na última terça-feira (13/1), quando o hospital entrou em contato e pediu que comparecessem à unidade para receber esclarecimentos sobre o óbito.
Entenda o caso:
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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