Ex-funcionário de prefeitura do RJ "vendia" travestis e adolescentes

Material cedido ao Metrópoles
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Um ex-funcionário da Prefeitura de Niterói (RJ), suspeito de atuar junto a uma comparsa na exploração sexual de travestis e adolescentes em vulnerabilidade, foi preso pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

 

As investigações tiveram início no fim de janeiro deste ano, após relatos de vítimas que atuavam na prostituição em condições de extrema vulnerabilidade.

Segundo apurado, a partir do período da pandemia da covid-19, João Vitor e Hilary, apelidada de “Patrícia”, passaram a explorar sexualmente travestis e adolescentes que trabalhavam na Rua São João, local conhecido pela prática de prostituição.

Os investigados cobravam cerca de R$ 150 por semana de cada pessoa que desejasse permanecer atuando na localidade. Aqueles que se recusavam a pagar eram submetidos a ameaças, agressões físicas e impedidos de continuar trabalhando no local.

Uma das vítimas, uma adolescente de 15 anos, relatou ter sido enforcada por João Vitor. As investigações também apontaram que o criminoso realizava programas sexuais com as vítimas e era frequentemente visto circulando armado em seu veículo, realizando rondas para intimidá-las e manter o controle da área.

João Vitor indiciado pelos crimes de extorsão, rufianismo qualificado e submissão de criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual. Somadas, as penas previstas ultrapassam 28 anos de reclusão.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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