
O caso aconteceu com Chris Keegan, no Reino Unido.
Keegan percebeu a marca de picada logo ao acordar, mas não deu muita importância no início, porque a lesão era tão pequena que parecia uma picada comum de inseto.
Apesar de ignorar o incômodo inicialmente, a região começou a ficar muito vermelha e inflamada com o passar dos dias. Keegan ficou preocupado e resolveu procurar uma farmácia. Lá, o farmacêutico suspeitou de uma picada de aranha e indicou o uso de antibióticos.
Mesmo com o medicamento, a situação não melhorou: a vermelhidão persistiu e ele recebeu uma segunda prescrição de antibióticos. Pouco tempo depois, o quadro piorou de forma bem rápida. A mão direita ficou muito inchada, quente e dolorida, além de apresentar coloração arroxeada.
Cirurgia de emergência
Com os novos sintomas, Keegan decidiu ir ao hospital e foi identificada uma infecção muito grave. Em poucas horas, ele passou por exames e foi levado para cirurgia.
Durante o procedimento, os profissionais removeram pus e partes de pele afetadas para impedir que a infecção avançasse e causasse necrose — quando o tecido começa a morrer.
Keegan ficou internado por cinco dias e passou por várias cirurgias antes de receber alta. Ele deixou o hospital com seis pontos na mão e uma cicatriz. “Algo tão pequeno e trivial, se ignorado, poderia ter levado à amputação do meu polegar ou da minha mão, ou poderia ter ocorrido sepse“, diz, em entrevista ao The Sun.
Principais sinais de picadas graves
Origem da picada é incerta
Os médicos não conseguiram confirmar qual animal causou a picada. Uma das suspeitas é a chamada aranha “viúva-falsa”, espécie que tem se espalhado pelo Reino Unido nos últimos anos.
Keegan afirma que não tem certeza se a picada causou diretamente a infecção ou se só abriu caminho para a entrada de bactérias.

Agora em casa, Keegan segue melhor e em recuperação. Segundo ele, o caso serve de alerta para não ignorar nenhum ferimento ou picada, mesmo que ele aparente não ser nada demais.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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