
Felca tem sido alvo de críticas nas redes sociais após a aprovação da lei que ficou conhecida pelo nome dele. A Lei nº 15.211 de 2025, chamada de Lei Felca ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, entrou em vigor nessa terça-feira (17/3) e estabelece regras e diretrizes para a proteção de menores de 18 anos no ambiente digital.
Nesta quarta-feira (18/3), o influenciador compartilhou uma das mensagens que recebeu após a repercussão da medida. “Lá vamos nós de novo”, escreveu ele antes de mostrar a crítica, aparentemente enviada por um menor de idade.
Na mensagem, a pessoa questiona as restrições impostas pela nova legislação: “Ô querido, a lei que criou essa merda aí que menor de 16 não vai poder mexer em nenhum aplicativo… como que eu vou falar com a minha mãe? Você está achando o quê? Como que eu vou mandar mensagem para minha família? E se eu morrer, quem vai falar por mim se eu não tiver 16 anos?”.
No X (Twitter), diversos usuários também criticaram o influenciador. “Que inferno, agora tudo tem que confirmar idade, te odeio Felca!”, escreveu uma pessoa. Outro comentou: “Acho que sou um dos únicos caras de esquerda que acha essa Lei Felca extremamente mal feita”. Já um terceiro publicou: “Petição para buscar o Felca e espancar ele”.
Sobre a Lei Felca
A Lei nº 15.211 de 2025, conhecida como Lei Felca ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, entrou em vigor nesta terça-feira (17/3). A norma estabelece regras e diretrizes para proteger menores de 18 anos no ambiente digital.
Na prática, a legislação amplia para a internet as garantias previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado em 1990. Entre as mudanças, estão regras mais rígidas de verificação de idade, maior supervisão parental e mecanismos para facilitar a remoção de conteúdos inadequados.
O texto foi aprovado na Câmara em agosto de 2025 e teve tramitação acelerada no Congresso, em meio ao debate público sobre exploração de crianças nas redes sociais. A vigência da norma também foi antecipada em seis meses.
O tema ganhou grande repercussão após denúncias feitas pelo influenciador. Em um vídeo, ele abordou o que chamou de “adultização”, mostrando casos em que crianças e adolescentes foram expostos na internet para obtenção de benefícios, muitas vezes pela própria família.
Entre os criadores de conteúdo citados por ele, estava Hytalo Santos, posteriormente condenado em primeira instância a 11 anos de prisão por produção de conteúdo sexual envolvendo adolescentes.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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