
Juan Freitas, filho do ex-boxeador Popó, tornou pública uma situação delicada envolvendo sua atuação profissional. Em uma nota divulgada nas redes sociais nesta quarta-feira (4/1), o médico relata que, após uma consulta, passou a enfrentar uma conduta obsessiva por parte de um paciente, comportamento que, segundo ele, rompeu completamente os limites éticos da relação médico-paciente.
No texto, Juan comunica que o atendimento foi encerrado de forma definitiva. Ele afirma que a confiança necessária para a continuidade do vínculo profissional foi quebrada e sustenta a decisão com base em justa causa prevista no Código de Ética Médica. O médico deixa claro que não haverá qualquer tipo de contato futuro, seja presencial, virtual, direto ou indireto.
Juan também incentivou que outros profissionais da saúde a se posicionarem diante de episódios de perseguição, intimidação ou pressão indevida: “Protejam-se e não coloquem a vida profissional de vocês em risco”.
Ao final da nota, ele reforça que eventuais tentativas de aproximação, vigilância, monitoramento ou constrangimento serão tratadas como práticas ilegais. Juan afirma que tais atitudes podem caracterizar crimes de ameaça e perseguição (stalking), previstos no Código Penal Brasileiro, e não descarta a adoção de medidas judiciais, como o registro de boletim de ocorrência, solicitação de medidas protetivas e comunicação aos órgãos competentes, incluindo o Conselho Federal de Medicina.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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