Flávio Bolsonaro comemora captura de Maduro pelos EUA

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Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemorou a captura de Nicolás Maduro, realizada por agentes dos EUA durante os bombardeios na capital Caracas, na madrugada deste sábado (3).

Em uma postagem na rede social X (antigo Twitter), Flávio Bolsonaro afirmou que a Venezuela vive um dos momentos mais graves já registrados sob um regime autoritário, após anos de governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. O senador ressaltou que o país sofreu com a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa e a repressão à oposição, além da perda da independência do Judiciário.

Segundo ele, o resultado desse cenário foi o colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa e o desabastecimento de alimentos e medicamentos, além do êxodo de mais de 7 milhões de venezuelanos. O senador também citou a situação crítica de hospitais, o aumento da violência e a pobreza extrema. Flávio afirmou que “o comunismo nunca levou um povo à prosperidade”, conduzindo nações apenas ao medo e à fome.

O pré-candidato apontou que essas consequências são fruto de um projeto autoritário que transformou a Venezuela, antes uma das nações mais ricas da América Latina, em um símbolo de sofrimento.

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Leia na íntegra a postagem de Flávio Bolsonaro:

“A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países.

O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver. Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.

Nada disso foi acaso. É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança.

Mesmo diante desse cenário devastador, o povo venezuelano resiste. Resiste com fé, dignidade e coragem. Nenhuma ditadura é eterna. A liberdade sempre encontra seu caminho.

O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade.

Que Deus fortaleça cada família venezuelana, conforte os que sofrem e proteja todos aqueles que lutam pela liberdade. A Venezuela voltará a ser livre!”

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