
Ministro do STF, Gilmar Mendes elogiou, em publicação no X (antigo Twitter), a atuação de Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo Gilmar, a gest ão foi marcada pelo fortalecimento do enfrentamento ao crime organizado e pela centralidade do Estado de Direito na política de segurança pública.
“A atuação do Ministro Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça foi marcada pelo fortalecimento do enfrentamento ao crime organizado, ancorado em planejamento, inteligência policial e cooperação entre instituições”, escreveu o decano do STF.
Na publicação, Gilmar Mendes destacou que, durante a gestão de Lewandowski, a PF conduziu operações de grande relevância contra facções criminosas e esquemas de lavagem de dinheiro, com foco especial no setor de combustíveis.
“Durante sua gestão, a Polícia Federal conduziu operações de grande relevância contra facções criminosas e esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes no setor de combustíveis, como as operações Tank, Quasar e Carbono Oculto”, afirmou.
Segundo o ministro, as ações tiveram como objetivo atingir diretamente as estruturas financeiras que sustentam organizações criminosas. “Atingindo diretamente as engrenagens econômicas que sustentam o crime organizado.”
No plano institucional, Gilmar também citou iniciativas legislativas apresentadas durante a passagem de Lewandowski pelo comando da pasta, como a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção.
“No plano institucional, sua passagem pelo Ministério será lembrada pela apresentação da PEC da Segurança Pública e do projeto de lei antifacção, iniciativas voltadas ao fortalecimento da coordenação federativa e ao aprimoramento dos instrumentos de combate ao crime organizado”, escreveu.
Ao final da publicação, Gilmar Mendes registrou reconhecimento pessoal ao ex-ministro. “Registro meu reconhecimento ao Ministro Ricardo Lewandowski pelos relevantes serviços prestados ao país”, afirmou.
Lewandowski foi exonerado do Ministério da Justiça no dia 9 de janeiro de 2026. Ele assumiu o cargo após se aposentar do STF, onde atuou como ministro por mais de 17 anos, e passou a integrar o primeiro escalão do presidente Lula após deixar a Corte.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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