Haddad reage à ofensiva de Flávio Bolsonaro sobre o Banco Master

Arte / Metrópoles
Haddad Flávio Bolsonaro

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), rebateu o senador Flávio Bolsonaro, que afirmou nesta segunda-feira (9/3) que atuará pela inclusão do petista e do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, nas investigações relacionadas à CPI do Banco Master. Na publicação nas redes sociais, o pré-candidato à Presidência pelo PL disse que o escândalo ocorreu “debaixo do nariz” de Haddad e Galípolo.

Em conversa com a coluna, Haddad afirmou que as fraudes cometidas pelo Master foram anteriores à atual gestão do Banco Central e mandou uma indireta a Flávio Bolsonaro.

“Logo saberemos debaixo do nariz de quem as fraudes do Banco Master não apenas ocorreram, como foram promovidas”, disse o ministro da Fazenda à coluna.

Haddad fez alusão a Roberto Campos Neto, que esteve na presidência do Banco Central entre 2019 e 2024, período nos quais ocorreram as negociações e fraudes investigadas pela Polícia Federal. Campos Neto foi indicado para chefiar o BC pelo então presidente, Jair Bolsonaro.

Conduta de ministros

Na publicação em suas redes sociais, Flávio Bolsonaro informou ter assinado o pedido de criação de uma CPI para investigar as supostas relações dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

“Assinei hoje mais uma CPI para investigar as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Antes dessa, já havia assinado o pedido de CPI do Banco Master, além de pedidos de impeachment de outros ministros e vou assinar qualquer outro pedido que vise investigar suspeitas de crimes ou irregularidades”, escreveu o senador.

Informo ainda que vou requerer a ampliação da investigação da CPI para incluir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, pois o escândalo do Banco Master ocorreu debaixo do nariz deles, com fortes suspeitas de atuação para que as fraudes ocorressem. Toda e qualquer suspeita tem que ser investigada, não importa contra quem seja!”, finalizou.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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