Haverá uma 4ª guerra mundial?
Se houver, segundo Albert Einstein, a mesma dar-se-ia a base de paus e pedras.
Albert Einstein, mundialmente reconhecido como um dos mais importantes físicos, se não o mais importante, e em toda a nossa história, morreu no dia 8 de abril de 1955 e ao ser questionado sob uma hipotética 3ª guerra mundial, assim respondeu: não sei como terminaria, só sei que uma 4ª guerra se daria a base de paus e pedras.
Quem de fato, construiu a primeira bomba atômica foi J. Robert Oppenheimer, um físico estadunidense, embora Albert Einstein tenha participado de uma série de eventos que levaram a sua construção. Mas por sê-lo um pacifista ele só veio aconselhar o presidente Franklin Delano Roosevelt a se apressar em construí-la por temer que aos nazistas viesse se antecipar. Ainda assim ele veio a se arrepender do papel que exerceu, ainda que indiretamente, no desenvolvimento da bomba atômica. Também é dele a seguinte declaração: foi o maior erro da minha vida.
Presentemente, e se vivo fosse, o que Alberto Einstein estaria dizendo quando uma dezena de países já se encontra atomicamente armados, entre eles a Rússia, ora comandada pelo tirano Vladimir Putin e a Coréia do Norte, sob o comando do imprevisível, porém perigosíssimo, Kim Jong-Un?
Não fosse o seu confortável estoque de armas atômicas jamais Vladimir Putin estaria fazendo o que vem fazendo com a Ucrânia, desta feita, contrariando toda a Europa e os próprios EUA, e nem o presidente Donald Trump teria feito o que já fez na Venezuela e no Irã, a despeito dos inaceitáveis e condenáveis comportamentos políticos do ex-presidente Nicolás Maduro e dos aiatolás iranianos.
A 2ª guerra mundial só chegou a fim, e com sucesso, quando estadistas do naipe: Winston Churchill, da Inglaterra, Franklin Delano Roosevelt, dos EUA e Charles de Gaulle, da França, e pasmem Josef Stalin da Rússia uniram-se para enfrentar e derrotar Adolf Hitler.
As ‘‘bombinhas’ daquele tempo e estou me reportando àquelas que foram lançadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki sequer poderão ser comparadas com as que se encontram estocadas nos arsenais atômicos de alguns países, em particular, da Rússia e dos EUA.
No presente e tomando-se como exemplos as guerras Rússia/Ucrânia e EUA/Irão já não mais acontecem os deslocamentos de seus soldados, posto que, são as chuvas de artefatos de guerra que predominam. Lamentavelmente, e como se diz na gíria, armados até os dentes, os presidentes das duas maiores potências atômicas do mundo, a citá-los: Donald Trump e Vladimir Putin fazem-se presente e quando não, estimulam as nossas atuais guerras e esquecem-se do que disse o saudoso Benjamin Franklin: nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas


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