
Entenda

Durante o interrogatório clínico, a equipe médica demonstrou incredulidade com a estabilidade do paciente, visto que uma cianose (coloração azulada por falta de oxigenação) daquela magnitude indicaria um estado crítico de saúde.
“Eles não acreditavam que eu estava tão bem diante daquela cor”, relatou Lynch, que é criador de conteúdo digital.
Após o esclarecimento, o britânico deixou a unidade hospitalar para liberar o leito, admitindo o constrangimento pelo mal-entendido. Em entrevista à revista People, ele detalhou que a remoção total do pigmento não foi simples: embora tenha tentado lavar as mãos antes de procurar ajuda, foram necessários sucessivos banhos ao longo de uma semana para que sua pele voltasse ao tom natural.

Lynch agora utiliza o tom bem-humorado de sua experiência para alertar sobre a importância de higienizar tecidos novos antes do uso. “Lavei a roupa de cama assim que voltei para casa e nunca mais fiquei azul”, concluiu.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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