Justiça manda soltar presidente da UpBus, investigado por elo com PCC

Divulgação/UpBus
Imagem colorida de ônibus do transporte público de SP; veículo é cinza e amarelo e tem "UpBus" escrito no letreiro - Metrópoles

A Justiça autorizou a soltura do presidente afastado da empresa de ônibus UpBus, Ubiratan Antonio da Cunha, e de Alexandre Salles Brito, conhecido como Buiú, sócio da companhia. Eles foram presos na operação que investiga o suposto elo da empresa com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

O advogado Ahmed Hassan Saleh, conhecido como Mude, também foi beneficiado com o alvará de soltura, mas vai continuar detido porque responde a outro processo por ligação com o PCC, após delação de Vinícius Gritzbach, assassinado em novembro de 2024.

Em nota, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) afirmou que vai recorrer da decisão.

Operação Fim da Linha

O Ministério Público de São Paulo deflagrou, em abril de 2024, uma operação contra a UpBus e a Transwolff, empresas de ônibus da capital que seriam ligadas ao PCC.

Seis suspeitos de serem integrantes de uma organização criminosa foram presos por explorar o serviço de transporte público para “legalizar” valores provenientes do tráfico de drogas, roubos e outros crimes.

Em janeiro do ano passado, as duas empresas tiveram o contrato rompido pela Prefeitura de São Paulo. A Transwolff e a Upbus operam, respectivamente, as linhas de ônibus da zona sul e leste da cidade da capital paulista — e transportam, juntas, 700 mil passageiros.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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