Kremlin reage a especulações sobre Epstein como “espião russo”

Arte/Metrópoles
imagem colorida de jeffrey epstein

A Rússia minimizou, nesta quinta-feira (5/2), especulações de que o criminoso sexual Jeffrey Epstein teria atuado como agente da inteligência russa.  O Kremlin classificou as alegações como infundadas e disse que não dará atenção ao que chamou de versões especulativas.

Na terça-feira (3/2), o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, declarou que o país abriria uma investigação sobre possíveis ligações entre Epstein e os serviços de inteligência da Rússia, além de eventuais impactos para o país. O premiê polonês, no entanto, não apresentou evidências que sustentem as afirmações.

Questionado sobre as declarações de Tusk, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, minimizou o tema: “Eu até gostaria de brincar sobre essas versões, mas não vamos perder nosso tempo”, afirmou.

Epstein como espião russo?

Nos últimos dias, foram levantados questionamentos sobre a possibilidade de Epstein ter atuado como agente russo, reunindo material comprometedor sobre pessoas ricas e influentes.

Autoridades russas afirmam que esse tipo de narrativa busca desviar a atenção de um escândalo que, segundo Moscou, expôs a hipocrisia de homens poderosos nos Estados Unidos e na Europa.

Documentos relacionados ao caso Epstein, divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, mencionam a Rússia milhares de vezes, mas não apresentam provas de vínculos diretos entre o financista e serviços de inteligência do país.

Os arquivos também indicam que algumas das jovens com quem Epstein manteve contato eram russas, incluindo uma mulher de 26 anos que ele teria tentado apresentar a Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, do Reino Unido.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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