18/03/2026 00:30, atualizado 18/03/2026 00:52
A presença feminina no comando de grandes organizações vem ganhando espaço de forma consistente no Brasil e no mundo. Empresas com maior diversidade de gênero na liderança têm até 25% mais probabilidade de apresentar desempenho financeiro acima da média do mercado.
Mesmo assim, setores ligados à infraestrutura, saúde operacional e serviços críticos ainda são historicamente dominados por lideranças masculinas, o que torna mais relevante a presença de mulheres em posições de decisão nesse ambiente de alta complexidade operacional.
É nesse cenário que se destaca a trajetória de Bruna Reis, CEO de uma multinacional brasileira de saúde especializada em operações de urgência, emergência e atendimento pré-hospitalar. A companhia reúne mais de 8 mil profissionais distribuídos entre o Brasil e a Europa, e opera estruturas críticas em aeroportos, rodovias e grandes operações logísticas.
No país, a empresa mantém presença em 54 aeroportos e 14 rodovias, atuando em serviços que exigem protocolos rigorosos, resposta rápida e alto nível de coordenação técnica.
“Conduzir uma operação de emergência em larga escala exige disciplina, preparo e confiança nas equipes. Nosso foco sempre foi formar profissionais capazes de atuar com segurança em ambientes de alta pressão”, afirma Bruna Reis.
O crescimento acelerado da organização nos últimos anos acompanha a ampliação da demanda por soluções integradas de saúde e segurança em ambientes de grande circulação de pessoas.
O avanço da presença feminina em posições de comando também reflete mudanças mais amplas na forma como empresas estruturam as lideranças.
Em ambientes de alta complexidade operacional, como saúde e serviços emergenciais, equipes diversas têm sido associadas a decisões mais equilibradas e maior capacidade de adaptação a cenários críticos. Organizações com diversidade de gênero na liderança apresentam ganhos relevantes em eficiência, engajamento de equipes e estabilidade organizacional, fatores considerados estratégicos para operações que exigem coordenação constante e resposta rápida.
Além da expansão operacional, a companhia tem estruturado uma política interna voltada à formação de lideranças e ao fortalecimento da cultura organizacional. A estratégia inclui programas de desenvolvimento profissional, integração de equipes multidisciplinares e investimento em tecnologia para suporte às operações de emergência.
Para a executiva, o crescimento sustentável da organização depende da capacidade de formar líderes preparados para ambientes de alta pressão. “Empresas que trabalham com urgência e emergência precisam de pessoas que saibam decidir rápido, manter equilíbrio e conduzir equipes em cenários críticos. Construir essa liderança é parte central da nossa estratégia”, ressalta Bruna Reis.
Grupo Med+
Maior empresa de emergências aeroportuárias da América Latina, com R$ 1,8 bilhão em contratos, está presente em 49 aeroportos e 12 rodovias do Brasil.
Possui aproximadamente 6 mil colaboradores em todo o Brasil que atendem mais de 56 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, que trabalham ou transitam nos segmentos de aeroportos, estradas e grandes empresas.
Em 2024, a companhia apresentou um crescimento de 150% em relação ao ano anterior, consolidando-se como a empresa Benchmark do segmento.
Atualmente, a companhia está entre as 2 melhores empresas para se trabalhar na área da saúde de acordo com o Great Place to Work (GPTW) no Brasil.
Agora, o Grupo Med+ entrou no mercado de educação e atua junto a 5,3 mil escolas e 3,5 milhões de alunos do estado de São Paulo, com a psicologia voltada à prevenção de bullying nas salas de aula.
O Grupo Med+ possui dentro da própria cultura o capitalismo consciente que, na prática, usa a força das empresas para servir ao desenvolvimento da humanidade, com o propósito de construir um mundo mais justo e pessoas em local de trabalho mais felizes, porém, sem perder de vista o lucro para os acionistas.
Além disso, o Grupo Med acredita que as mulheres são grandes gestoras de pessoas. Atualmente, 56% dos cargos de liderança da companhia são ocupados por mulheres.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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