
Nathalia da Rosa Pires é acusada de injetar substâncias anticoncepcionais na comida do menino, usando uma seringa. O pai também é investigado por envolvimento.
Ao registrar o boletim de ocorrência, meses após o ocorrido, a mulher apresentou laudos médicos e resultados de exames que apontavam para o “iminente risco de vida” do paciente.
Ela também entregou à polícia um vídeo em que a madrasta aparece injetando uma substância no prato do filho e prints de conversas em que o pai da criança diz que a companheira teria “colocado algo na comida” da vítima. Além disso, fotos dos medicamentos que teriam sido utilizados, como Desogestrel, Etinilestradiol e Inzelm.
Inicialmente, a mãe do menino pretendia registrar o caso como maus tratos. O delegado Denis Fernando Balsamo, no entanto, entendeu que se tratava de tentativa de homicídio e decidiu pedir a prisão temporária da acusada.
“Isso porque a insidiosa e cruel atitude de preparar e elaborar mistura com remédio e depois misturá-la com a comida da criança, não só demonstram frieza e intenção de infligir mal à saúde, mas indicam a assunção do risco de matar a criança, que efetivamente passou mal e foi internada”, disse a autoridade policial.
A reportagem questionou a Secretaria da Segurança Pública sobre o caso e se o pedido de prisão foi deferido pela Justiça. Até o momento, não houve retorno.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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