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Diante da situação, policiais civis iniciaram diligências e levaram – imediatamente – a adolescente para exame de corpo de delito. Antes de chegarem ao local, o suspeito fugiu ao ver suas fotos circularem em redes sociais e grupos de WhatsApp, temendo linchamento ou ser morto por represália. No dia seguinte ao relato, porém, os exames periciais não indicaram conjunção carnal.
Imagens de câmeras de segurança de uma residência vizinha foram decisivas. O vídeo mostra a menina em frente a uma casa, olhando dentro do imóvel e, segundos depois, um homem aparecendo na residência ao lado. A adolescente sai, vai a outra casa vizinha, entra e sai rapidamente – sem qualquer sinal de violência.
A Polícia Civil acionou o Conselho Tutelar que também ouviu a garota, que confessou ter inventado a história, sem revelar o motivo. Na delegacia, a idosa e o filho confirmaram ter ouvido a menina pular o muro de sua casa, mas, ao se aproximarem, ela fugiu sem explicar o que queria.
A Polícia Civil apura se a adolescente tentou entrar na residência para cometer algum delito. O inquérito por estupro foi arquivado, e agora a Polícia Civil apura se a menina cometeu crime de ato infracional análogo à denunciação caluniosa.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis
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