Menino autista é brutalmente assassinado e corpo é achado em matagal

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menino sorrndo

Um adolescente de 14 anos foi encontrado morto, no município de Jequié, no sudoeste da Bahia. O corpo de Pedro Jorge Senhorinho da Silva, conhecido como Pedrinho, estava em avançado estado de decomposição e foi localizado em uma área de matagal na região conhecida como Brejo, nas proximidades do bairro Mandacaru.

O jovem estava desaparecido desde o dia 20 deste mês, o que mobilizou familiares, amigos e moradores da cidade em uma intensa busca por informações sobre seu paradeiro. A confirmação da identidade ocorreu após exames realizados no Instituto Médico Legal (IML) de Jequié.

De acordo com informações iniciais, o corpo foi localizado por moradores da zona rural, que acionaram imediatamente as autoridades. Equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e do Departamento de Polícia Técnica estiveram no local para realizar a perícia.

Rosto esquelético

Devido ao avançado estado de decomposição, a identificação foi dificultada — o rosto da vítima já se encontrava em estado esquelético. No momento da localização, o adolescente vestia uma bermuda preta e uma camisa marrom.

Após os primeiros procedimentos periciais, o corpo foi encaminhado ao IML para necropsia. Durante os seis dias em que esteve desaparecido, familiares e moradores de Jequié se mobilizaram em buscas e na tentativa de obter informações que levassem ao paradeiro de Pedro.

Conhecido carinhosamente como Pedrinho, o adolescente era descrito por vizinhos como um jovem tranquilo e querido por todos. Ele tinha diagnóstico de autismo e costumava vender doces na região central da cidade, onde era bastante conhecido. A notícia de sua morte gerou forte comoção entre os moradores, que lamentaram o desfecho trágico do caso.

Caso é visto como homicídio

A Polícia Civil da Bahia, por meio do setor de homicídios, assumiu as investigações. Segundo informações preliminares divulgadas pela imprensa local, o caso está sendo tratado como homicídio.

As autoridades buscam agora esclarecer as circunstâncias da morte, identificar possíveis suspeitos e entender o que aconteceu durante o período em que o adolescente esteve desaparecido.

 

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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