Menor golfinho do mundo vive em parque marinho brasileiro

Cécile Gabillon – Wildlife Photographer of the Year – People’s Choice Award 2026
Um grande grupo de golfinhos se movimenta de forma coordenada no oceano durante uma caça, em uma cena registrada perto da Costa Rica

No extremo sul do Rio Grande do Sul, mais precisamente no pequeno município de Santa Vitória do Palmar, passaram a existir duas novas unidades de conservação, o Parque Nacional Marinho do Albardão e a Área de Proteção Ambiental do Albardão. Uma das espécies que vive na região é a toninha, o menor golfinho do mundo e o mamífero marinho mais ameaçado de extinção no Atlântico Sul Ocidental. A proteção das espécies foi o que motivou a criação das unidades de conservação.

Na fronteira com o Uruguai, os espaços criados oficialmente pelo Governo Federal no mês de março somam, juntos, mais de 16 bilhões de metros quadrados. Só o Parque Nacional Marinho do Albardão, ultrapassa 10 bilhões de metros quadrados, fazendo dele o maior parque marinho do Brasil. Para ter uma ideia, isso corresponde a quase sete vezes o tamanho do território da cidade de São Paulo.

A criação das unidades de conservação

Esse pedacinho, ou melhor, pedação, do litoral do Rio Grande do Sul é fonte de pesquisa de cientistas há mais de 30 anos. Eles monitoram um trecho que vai desde o Farol de Albardão até a Praia do Hermenegildo, a mais conhecida de Santa Vitória do Palmar, para entender o comportamento dos animais da região. Tartarugas marinhas, tubarões, raias, aves marinhas migratórias e vários mamíferos se alimentam, se reproduzem e crescem nessa área.

 

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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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