MG: mulheres mortas em chacina dentro de padaria são sepultadas

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Imagem colorida, MG: três mulheres assassinadas em padaria são sepultadas nesta 6ª- Metrópoles

Um adolescente de 17 anos é suspeito do crime. O menino é ex-namorado da jovem de 16 anos e atirou nas três mulheres. Nathielly e Emanuelly eram funcionárias da padaria e Ione, uma cliente.

Nathielly Kamilly, ex-namorada do adolescente, irmã de Emanuelly e funcionária da padaria na função de caixa, foi a primeira a ser atingida pelos tiros. Ela está sendo velada no Cemitério Porto Seguro, em Ribeirão das Neves. A cerimônia começou às 8h.

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Irmã caçula da família de Nathyelly, Emanuelly Geovanna recebeu socorro dos bombeiros e foi transferida para o Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte. No entanto, ela não resistiu aos ferimentos e faleceu na instituição de saúde.

Emanuelly terá o velório realizado a partir das 12h, na Igreja Pentecostal Restaurando Almas, no Bairro Piratininga, em Venda Nova. O enterro ocorrerá no Cemitério da Paz, às 16h30.

Ataque a tiros na padaria

Na noite dessa quarta-feira (4/2), um adolescente de 17 anos matou a tiros três mulheres na padaria. Nathyelly e Ione morreram no local, Emanuelly chegou a ser transferida para o hospital, mas faleceu no dia seguinte.

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o adolescente, que estava de touca e capacete, se dirigiu à padaria para ver sua ex-namorada de 16 anos, que trabalhava no local. 

No decorrer da conversa, o adolescente iniciou uma discussão motivada por ciúmes que resultou em um bate-boca intenso. Após Ione e Emanuelly tentarem interromper a briga, o jovem ficou irritado, sacou a arma e atirou nas três.

Mostrou a língua

Após atingir as três mulheres com tiros, o adolescente se deparou com outra funcionária, de 19 anos, irmã das duas adolescentes. Ela presenciou os assassinatos e disse para o jovem de 17 anos não matá-la. Após ouvir isso, ele debochou dela, riu e mostrou a língua.

A PMMG localizou a casa do suspeito e apreendeu ele no mesmo dia do crime. Policiais o conduziram a uma delegacia especializada para menores de 18 anos acompanhado da mãe e confiscaram o celular do adolescente. Não consta no boletim de ocorrência que a arma foi encontrada.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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