
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que ao menos dois policiais militares permaneçam na porta do quarto do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado no hospital DF Star.
A medida foi adotada porque Bolsonaro está na condição de preso, apesar de estar temporariamente hospitalizado.
Moraes, em decisão proferida na manhã desta sexta-feira (13/3), estabeleceu que a equipe policial permaneça no local por 24 horas, além de proibir a entrada de celulares ou outros aparelhos eletrônicos.
“Está vedado o ingresso na unidade de terapia intensiva ou no quarto hospitalar de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos, salvo obviamente os equipamentos médicos, devendo a Polícia assegurar o cumprimento da restrição.
Apesar disso, Bolsonaro poderá receber a visita de Michelle e dos filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura, além da sobrinha Letícia Firmo.
Entretanto, Moraes suspendeu todas as visitas que estavam agendadas a Bolsonaro na Papudinha durante o período de internação.
O ex-presidente utilizava as visitas para discutir os próximos passos do Partido Liberal (PL) nas eleições deste ano.
Vômitos e calafrios
Bolsonaro, segundo mostrou o Metrópoles, foi levado ao hospital após passar mal na manhã desta sexta-feira. De acordo com o filho do ex-chefe do Planalto e senador Flávio Bolsonaro (PL), ele teria acordado com calafrios e crises de vômito.
Segundo informações preliminares — já que ainda não foi divulgado boletim médico —, Bolsonaro teria apresentado queda na saturação de oxigênio.
O mal-estar teria se iniciado ainda na madrugada, e uma equipe médica de plantão, sob supervisão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, optou por transferi-lo ao hospital. A transferência foi feita pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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