
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebeu nesta segunda-feira (9/2) parlamentares da oposição na residência oficial da Casa para tratar de pautas de interesse do grupo. Motta prometeu se reunir com os deputados semanalmente, mas não fez nenhuma promessa aos oposicionistas.
Uma das demandas do grupo, que tem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como mentor, é pôr fim a uma prática adotada durante o seu governo: a imposição de sigilo sobre decisões do Executivo, como despesas de gabinete.
“A Câmara tem tudo aberto. Se vocês colocarem no Google aí, colocar meu nome, vai aparecer tudo o que eu faço, de forma clara e objetiva. Diferentemente dos outros Poderes, em especial do Poder Executivo. A gente precisa tornar público tudo o que acontece. O setor público tem que ser tratado dessa forma”, declarou o líder da oposição, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), depois da reunião com Motta.
Os parlamentares também querem insistir na derrubada do veto ao Projeto de Lei (PL) da dosimetria, chancelado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 8 de janeiro, data em que os ataques as sedes dos Três Poderes completou tres anos.
A oposição pressiona por uma sessão conjunta para derrubar o ato, que poderia reduzir a pena de 27 anos e 3 meses de Bolsonaro. A votação, no entanto, depende do aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A expectativa é que seja realizada após o Carnaval.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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