"Não há democracia sem Judiciário independente", diz Cármen no TSE

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Sessão de Abertura do ano judicial eleitoral de 2026 no TSE Metrópoles

Durante a sessão extraordinária de abertura do Ano Judiciário Eleitoral de 2026, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite desta segunda-feira (2/2), a ministra Cármen Lúcia discursou em defesa do Judiciário brasileiro. Para a presidente do TSE, “não há democracia sem Judiciário independente e imparcial”.

Na fala que abriu os trabalhos na Justiça Eleitoral deste ano, Cármen Lúcia saiu em defesa de um Judiciário “sem desvios éticos” e com um comportamento mais rigoroso nas condutas e decisões.

“Não se há de permitir que a descrença cívica acometa as instituições judiciais, pelas quais tanto se lutou em defesa da democracia. Não há democracia sem Judiciário independente e imparcial. E democracia impõe ética, transparência e eficiência no atuar do Poder, sempre e estritamente nos termos da legislação vigente”, disse a ministra.

A presidente do TSE saiu em defesa dos profissionais de imprensa que, segundo Cármen, fazem um papel de correção de rumos e aperfeiçoamento institucional.

“Não somos senhores das verdades, cada vez mais difíceis de serem reconhecidas. Mas devemos ser democratas para ouvir igualmente os diferentes, para aprendermos novas possibilidades de compreensão do mundo, para dialogarmos sobre essas visões e práticas diversas que habitam esse mundo”, salientou.

Com a abertura dos trabalhos no TSE, a Corte começa a aquecer os motores para as eleições gerais, que serão realizadas em outubro deste ano. O Brasil elege neste ano o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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