
Belo Horizonte — O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou, nesta quarta-feira (11/3), que os R$ 5,8 milhões arrecadados por meio de uma mobilização solidária na plataforma Vakinha já foram transferidos integralmente para a conta da Cruz Vermelha Brasileira – unidade de Minas Gerais.
Os recursos serão utilizados para auxiliar famílias atingidas pelas fortes chuvas que atingiram cidades da Zona da Mata mineira nas últimas semanas.
Segundo a Cruz Vermelha, a ajuda será repassada diretamente às famílias por meio do Cartão Humanitário da instituição. O mecanismo permite que os beneficiários utilizem o valor para adquirir itens essenciais, como alimentos, produtos de higiene e materiais de limpeza, em supermercados credenciados.
A distribuição dos cartões deve começar na próxima terça-feira (17). A Cruz Vermelha criou um ponto de apoio para atender moradores afetados em 12 municípios da região:
Cadastro
O Cartão Humanitário é destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social ou diretamente afetadas por desastres naturais. A seleção dos beneficiários será feita em parceria com os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) de cada município e com as prefeituras.
Para receber o benefício, as famílias devem realizar cadastro no Cras da cidade ou já estar registradas no sistema municipal de assistência social.
De acordo com a Cruz Vermelha, a iniciativa busca garantir que os recursos arrecadados cheguem de forma rápida, direta e transparente às famílias que perderam bens e enfrentam dificuldades após os impactos das chuvas na região.
Ausência em votação
Apesar do empenho para arrecadar os recursos, Nikolas Ferreira não participou da votação de um projeto de lei que prevê auxílio emergencial para vítimas das enchentes em Minas, seu reduto eleitoral.
A deliberação ocorreu na quinta-feira (5/3) de forma semipresencial e simbólica, modelo em que não há registro individual dos votos dos parlamentares. Sem o nome no painel de presença, o deputado acabou sendo criticado nas redes sociais.
Em resposta, Nikolas afirmou que estava em missão oficial e “sem internet” no voo.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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