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A ação foi desencadeada pela 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), como parte da Operação Rede Clandestina, voltada à repressão ao furto de energia elétrica associado, em tese, à mineração de criptomoedas.
As investigações tiveram início a partir de informações técnicas, encaminhadas pela Neoenergia Brasília, as quais indicaram padrões compatíveis com possível desvio de energia no local.
Durante as diligências foi identificado e desarticulado um endereço com indícios de irregularidades no fornecimento e alta demanda elétrica.
Os equipamentos utilizados no crime são avaliados em, aproximadamente, R$ 850 mil, e o prejuízo estimado pela Neoenergia pode alcançar cerca de R$ 800 mil por mês em energia furtada.
O Instituto de Criminalística da PCDF acompanhou a ação, realizando perícia de engenharia e de informática, com a finalidade de documentar tecnicamente as irregularidades constatadas e subsidiar as medidas investigativas.
As circunstâncias apuradas serão formalizadas em procedimento próprio, com análise pericial e demais diligências para identificação de responsáveis.
A PCDF reforça que o furto de energia é prática que, além do prejuízo econômico, pode colocar em risco a coletividade, com possibilidade de sobrecarga da rede, incêndios e interrupções no fornecimento.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis
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