Ordem dos alimentos no prato: o segredo para evitar picos de glicose

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Foto colorida de pessoa segurando um prato de comida saudável - Exagerou? Hepatologista conta o que é bom para desintoxicar o fígado - Metrópoles

O controle da glicemia costuma estar associado à restrição de ingredientes, mas a ciência aponta que o sucesso metabólico pode estar, na verdade, na organização do prato. A forma como o organismo processa a energia muda drasticamente dependendo do que chega primeiro ao estômago. Segundo a nutricionista Juliana Andrade, a sequência correta dos alimentos é capaz de modular a velocidade com que o açúcar entra na corrente sanguínea, evitando picos de insulina que geram cansaço e fome precoce.


Entenda a estratégia


A ciência por trás da sequência

A estratégia, conhecida como ordem alimentar, tem ganhado destaque em consultórios e estudos clínicos. O conceito é simples: ao ingerir fibras e proteínas antes dos carboidratos, o esvaziamento gástrico ocorre de forma mais lenta.

“Quando o carboidrato é o primeiro item consumido, ele é quebrado rapidamente em glicose, causando um pico súbito de açúcar no sangue. Já quando ele chega ao estômago que já contém fibras e proteínas, esse processo é diluído”, explica Juliana Andrade, colunista do Metrópoles.

foto colorida de idosos comendo
A hora de fazer a refeição impacta no envelhecimento saudável

O passo a passo no prato

Para colocar a técnica em prática, a recomendação é seguir uma hierarquia básica:

Impacto no apetite e na saúde

Os benefícios dessa mudança vão além dos exames de sangue. Ao evitar picos e quedas bruscas de glicose — o chamado “efeito montanha-russa” — o indivíduo sente menos necessidade de beliscar doces ou carboidratos refinados poucas horas após o almoço ou jantar.

Apesar da eficácia da estratégia, Juliana Andrade reforça que a qualidade do que se come continua sendo o pilar fundamental. Priorizar alimentos integrais e naturais é indispensável. A ordem dos fatores altera, sim, o produto final, mas o equilíbrio nutricional é o que sustenta a saúde a longo prazo.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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