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Defesa Civil confirma famílias desalojadas, bairros atingidos e prepara estrutura para receber desabrigados
A elevação do nível do Rio Acre segue ocorrendo de forma gradual ao longo do dia e já ultrapassou a marca dos 15 metros, ficando acima da cota de transbordamento e configurando um cenário de atenção contínua para as áreas ribeirinhas da capital.
As medições sucessivas confirmam uma tendência de subida lenta, porém constante, impulsionada pelas chuvas registradas em Rio Branco e pela contribuição dos afluentes que deságuam no manancial.
A Defesa Civil informou que segue monitorando a situação de forma permanente e mantém o alerta para possíveis novos impactos, especialmente em bairros mais vulneráveis. Equipes continuam mobilizadas para orientar moradores e adotar medidas preventivas caso o nível do rio continue avançando nas próximas horas.
Até o momento, 35 famílias foram desalojadas e cerca de 20 bairros já foram afetados pela cheia do Rio Acre.
De acordo com dados da Agência Nacional de Águas (ANA), neste domingo (28), as réguas de monitoramento instaladas na Aldeia dos Patos, acima do município de Assis Brasil, registraram aproximadamente 3 metros, com tendência de baixa. Em Brasiléia, o nível do rio foi registrado em pouco mais de 7,40 metros, também apresentando tendência de recuo nas próximas horas.
A previsão é que o efeito da vazante nessas regiões só chegue à capital dentro de dois a três dias.
O Governo do Estado, por meio de suas secretarias, juntamente com a Prefeitura, Defesa Civil e forças de apoio, já atua em regime de prontidão com a execução do Plano de Contingência para atender as famílias atingidas.
O Parque de Exposições de Rio Branco já está sendo preparado para receber desabrigados.


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Pela primeira vez desde o início do monitoramento hidrológico, o Rio Acre transbordou ainda no mês de dezembro, configurando uma cheia histórica no estado. Diante do cenário atípico, o governo do Acre intensificou, neste domingo, 28, as ações do Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil, com foco no monitoramento dos rios, retirada preventiva de famílias e apoio humanitário às populações atingidas.
Na capital, Rio Branco, na última medição das 12h deste domingo, o Rio Acre chegou a marca de 15,04m. O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, aproveitou para visitar pontos de alagação e acompanhou o funcionamento de abrigos públicos, incluindo uma unidade administrada pelo Estado na Escola Estadual Leôncio de Carvalho, destinada exclusivamente ao acolhimento de indígenas do contexto urbano. Atualmente, quatro escolas estão sendo utilizadas como abrigo na capital.
Ao todo, 47 indígenas residentes em seis bairros da capital, especialmente na região do Bairro da Base, às margens do Rio Acre, foram retirados preventivamente e acolhidos no abrigo administrado pela Secretaria de Estado de Povos Indígenas (SEPI), onde recebem acompanhamento social e apoio humanitário.
Segundo o coronel Carlos Batista, o nível do Rio Acre ultrapassou a cota de transbordamento de forma incomum para o período. “Historicamente as grandes cheias costumam ocorrer entre fevereiro e março. O fenômeno é atribuído ao volume intenso de chuvas registrado nos últimos dias em todo o estado e também nas áreas de cabeceira do rio”, afirmou.
Coordenador da Defesa Civil Estadual, Carlos Batista, destacou a ação do Estado para mitigar os danos causados pela cheia. Foto: Jean Lopes/Secom
Até a manhã deste domingo, mais de 50 famílias haviam sido retiradas de áreas alagadas em Rio Branco, principalmente de regiões afetadas pelas enxurradas dos igarapés Dias Martins, Batista e São Francisco. Atualmente, 34 famílias, totalizando 115 pessoas, estão acolhidas em abrigos municipais.
A secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara, destacou que o Estado vem se preparando de forma antecipada para enfrentar eventos climáticos extremos e garantir suporte às comunidades indígenas afetadas pela enchente.
“Nós estamos tranquilos aqui, recebendo alimentação, água e apoio. O governo está dando esse suporte para nós, e isso deixa nossas famílias mais seguras enquanto o rio não baixa”, relatou.
Além da atuação do poder público, a cheia também mobilizou ações solidárias da sociedade civil. No bairro Hélio Melo, famílias atingidas pela elevação dos igarapés receberam apoio de voluntários da igreja Comunidade Batista Vida (CB Vida).
O voluntário Miqueias Gonçalves explicou que a igreja atua diretamente no auxílio às famílias afetadas, levando itens essenciais e apoio emocional neste momento difícil.
“A nossa igreja CB Vida sempre foi pautada para ajudar quem precisa. Diante da situação do bairro Hélio Melo, causada pela força da natureza, estamos aqui levando um pouco de dignidade, com materiais de limpeza, água e palavras de conforto para as pessoas que estão passando por esse momento de transtorno e tristeza”, destacou.
No interior do estado, a situação segue em alerta. Em Tarauacá, o Rio Tarauacá ultrapassou a cota de transbordamento, resultando na retirada de famílias ribeirinhas. Em outra região, o Rio Purus transbordou em Santa Rosa do Purus, atingindo cerca de 60 famílias. Em Plácido de Castro, a elevação de igarapés também provocou alagamentos e a retirada de moradores de áreas de risco.
As ações do Estado ocorrem de forma integrada entre Defesa Civil Estadual, Corpo de Bombeiros Militar, secretarias estaduais e órgãos parceiros, com foco no monitoramento hidrológico contínuo, ações preventivas e resposta humanitária.
Os dados de chuvas reforçam a gravidade do cenário. Em Rio Branco, o acumulado de dezembro já soma 483 milímetros, quase o dobro da média esperada para o mês. Em Brasileia, o volume chegou a 436,8 milímetros, 82% acima da média histórica.
A Defesa Civil orienta que a população evite áreas alagadas, siga as recomendações das equipes de campo e busque informações apenas pelos canais oficiais. Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193 e a Polícia Militar pelo 190.

A cheia do Rio Acre tem atraído curiosos à região central de Rio Branco, onde muitas pessoas se reúnem para observar o nível elevado do manancial, fazer registros fotográficos e vídeos. No entanto, esse cenário também tem servido de palco para situações de risco, principalmente envolvendo adolescentes. Na tarde deste domingo, 28, a reportagem do […]