
O homem preso acusado de matar o professor João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho atacou o rapaz com socos e chutes e pisoteou o rosto dele. Guilherme Silva Teixeira, 24 anos, deixou João agonizando no local do crime e foi trabalhar em seguida, normalmente. Guilherme foi preso pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) na noite desta segunda-feira (5/1). O vídeo abaixo mostra a chegada dele na delegacia.
Em depoimento, Guilherme declarou que estava na parada de ônibus onde João foi encontrado morto esperando uma carona, quando teria começado a discutir com o professor e, em seguida, o agredido até a morte.
O motivo da discussão ainda é desconhecido, e o caso segue em investigação por parte da 35ª DP. Após matar João Emmanuel, Guilherme seguiu para o local de trabalho, na companhia do patrão dele, que mora próximo ao local. A parada de ônibus onde João foi encontrado morto fica no quilômetro 2 da DF-150, na região do Grande Colorado, em Sobradinho II (DF).
Professor em Sobradinho
João Emmanuel trabalhava como professor do Instituto São José, uma escola particular de Sobradinho. A instituição também lamentou a morte do colaborador.
“Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa Instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, disse a nota.
João Emmanuel será enterrado na casa da avó dele, em Isaías Coelho (PI), em data ainda a ser confirmada. A prefeitura do município decretou três dias de luto.
“Sinônimo de alegria”
João Emmanuel foi descrito por amigos e familiares como uma pessoa “cheia de vida” e com muita “luz”. Além disso, Nuel, como era conhecido, era “sinônimo de alegria”, como relata uma de suas primas, Beatriz Buenos Aires.
“É tão difícil encontrar as palavras certas. Não havia espaço para tristeza em sua vida. Compartilhamos tantos momentos juntos na infância. E agora uma parte da minha infância se tornou cinza e saudosa com sua partida”, desabafou.
A perda é considerada trágica por todos. “Dessas notícias que não esperamos. Descanse em paz, primo. Você tinha muito ainda para viver”, pontuou Graciane Moura, outra prima de João.
Em meio ao luto, as lembranças em vida e o companheirismo do professor são relembrados pelos amigos neste momento de dor e tristeza. “João nos ensinou a viver, como estar presente, inteiro, disponível para o agora. A dor da perda existe porque houve amor, vínculo, verdade. E é justamente isso que permanece”, declarou Ithalo Alves, amigo do docente.
Em nota publicada nas redes sociais, o prefeito da cidade, Waldemar Mauriz Filho, manifestou profundo pesar pela morte do professor. “Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda irreparável”, disse.




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