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  • Confira os principais jogos da Copinha nesta segunda-feira (5/1)

    Confira os principais jogos da Copinha nesta segunda-feira (5/1)

    Luã Tomasson / @Tomasson.creator
    Brasiliense Copinha 26

    A Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, a Copinha, segue a todo vapor na fase de grupos. Nesta segunda-feira (5/1), 20 clubes entram em campo, com destaque para Palmeiras, Fluminense, Grêmio e Sport, clubes tradicionais do futebol brasileiro, que dão início à 2ª rodada.

    Os jogos começam às 13h, mas os destaques, mais tarde. Às 16h, Galvez-AC x Grêmio se encontram. O Tricolor gaúcho, um dos favoritos ao título, enfrenta o Galvez em Votuporanga. Após estreia contra o Falcon-SE, o Grêmio busca manter o embalo na busca pela classificação no Grupo 2.

    Já às 17h12, o Remo duela contra Batalhão-TO Abertura do Grupo 27 em Barueri, com o Remo representando o Norte do país.

    De noite, 19h15, é a vez do Brasiliense. A partida contra o Sfera-SP abre o dia para o Fluminense no Grupo 25. Também haverá Palmeiras e Monte Roraima-RR. O atual bicampeão paulista de base estreia na competição contra o modesto Monte Roraima, na Arena Barueri. O Verdão, que busca seu terceiro título na Copinha, entra como grande favorito no Grupo 27 e deve apresentar suas jovens promessas sob os olhos de olheiros de todo o Brasil.

    Um pouco maia tarde, 20h45, Forte-ES e Sport se encaram. O Leão pernambucano, sempre forte nas categorias de base, joga contra o Forte-ES no Grupo 4. O Fluminense jogar a às 21h30, contra Água Santa. O Tricolor carioca, pentacampeão da Copinha, faz sua estreia contra o Água Santa. O Flu chega com uma geração talentosa e é um dos candidatos ao título no Grupo 25.

    Outros jogos completam a rodada, como Mirassol x Linense (18h30) e Votuporanguense x Falcon-SE (18h15), mas os holofotes estarão mesmo nas estreias de Palmeiras e Fluminense, além do Grêmio em busca de pontos importantes.


    Calendário

    13h: Meia Noite x Ponte Preta
    15h15: Real x Coritiba
    16h: Galvez-AC x Grêmio
    17h15: Remo x Batalhão-TO
    18h15: Votuporanguense x Falcon-SE
    18h30: Mirassol x Linense
    19h15: Sfera-SP x Brasiliense
    19h30: Palmeiras x Monte Roraima-RR
    20h45: Forte-ES x Sport
    21h30: Fluminense x Água Santa


     

  • Descartada por Trump, María Corina Machado tem apoio na Venezuela?

    Descartada por Trump, María Corina Machado tem apoio na Venezuela?

    Rune Hellestad/Getty Images
    Imagem colorida mostra María Corina Machado - Metrópoles

    Principal rival do chavismo e uma das vozes mais conhecidas da oposição venezuelana, María Corina Machado voltou ao centro do debate político após a captura de Nicolás Maduro pelas forças dos Estados Unidos. O episódio chegou a alimentar a expectativa de que a líder opositora pudesse reassumir protagonismo e, eventualmente, retornar aos holofotes do poder em um cenário de transição política no país.

    A possibilidade, no entanto, foi rapidamente descartada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que, em entrevista coletiva concedida em Mar-a-Lago, na Flórida, minimizou publicamente o peso político de Corina Machado.

    Questionado sobre a chance de Corina liderar a Venezuela, o republicano afirmou achar que “seria muito difícil ser a líder porque ela não tem o apoio ou o respeito de todo o país; ela é uma mulher muito simpática, mas ela não tem respeito”.

    Engenheira de formação e ex-deputada, María Corina Machado consolidou-se ao longo da última década como a mais combativa adversária do chavismo, defendendo sanções internacionais e o isolamento diplomático do regime de Maduro.

    Em 2025, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz, reconhecimento que, segundo o comitê, se deu “por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos para o povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.

    Apesar do prestígio internacional, Corina Machado foi impedida pelo Judiciário venezuelano de disputar a eleição presidencial de 2024. O pleito, realizado no fim de julho, foi marcado por falta de transparência e teve a reeleição de Maduro amplamente contestada fora do país.

    Naquele processo, o candidato da oposição foi Edmundo González, derrotado oficialmente pelo então presidente. Diversos países, dentre eles o Brasil, evitaram reconhecer o resultado, colocando em dúvida a legitimidade da vitória chavista. Desde então, Corina Machado passou a viver escondida, sob alegação de risco à própria segurança.

    Após a ofensiva dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro e da esposa, Cilia Flores, a líder opositora se pronunciou celebrando a ação.

    Em mensagens publicadas nas redes sociais, afirmou que chegou a “hora da liberdade” na Venezuela e convocou a população a “ficar pronta” para colocar em prática um plano que, segundo ela, será anunciado em breve.

    Corina também pediu mobilização dos venezuelanos que vivem no exterior, convocando-os para uma “grande operação de construção da nova Venezuela”.

    “Chegou a hora de que a Soberania Popular e a Soberania Nacional governem nosso país. Vamos colocar ordem, libertar os presos políticos, construir um país excepcional e trazer nossos filhos de volta para casa. Lutamos por anos, entregamos tudo, e valeu a pena. O que tinha que acontecer está acontecendo”, escreveu.

    As declarações de Trump, no entanto, adicionaram novas incertezas ao cenário. Além de minimizar o papel de Corina Machado, o presidente afirmou que os Estados Unidos pretendem “administrar” a Venezuela até que haja uma transição política, sem detalhar como isso ocorreria. A fala abriu questionamentos sobre quem Washington reconheceria como autoridade legítima no país durante esse período.

    O Brasil, por exemplo, já reconheceu Delcy Rodríguez, vice de Maduro, como líder da Venezuela, a quem a Suprema Corte da Venezuela determinou que assumisse o comando do país após a queda do presidente. Ainda assim, permanece a dúvida sobre a estratégia norte-americana.

    Ataque na Venezuela

    Os Estados Unidos atacaram, no último sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela e o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou Nicolás Maduro e Cilia Flores. O casal foi levado para Nova York, onde o venezuelano será julgado por narcoterrorismo.

    Horas depois da captura, Trump chegou a publicar uma foto do líder chavista com os olhos vendados, algemado, e usando abafadores nos ouvidos. Na publicação, também é possível ver que ele está segurando uma garrafa de água. De acordo com o presidente norte-americano, a fotografia foi registrada a bordo do USS Iwo Jima, navio que transportou Maduro para os EUA.

    Depois, em declaração pública na Flórida, Trump disse que a ofensiva contra a Venezuela foi por causa do petróleo na região e que, depois da captura de Maduro, os Estados Unidos irão administrar o país até haver uma transição de poder.

    Com a saída de Maduro, quem assumiu o comendo da Venezuela foi a vice-presidente, Delcy Rodriguez. Durante uma reunião do Conselho de Defesa do País no sábado (3), ela afirmou que a Venezuela não irá se render aos EUA.

  • Wagner Moura apresenta prêmio no Critics Choice e fala arranca risadas

    Wagner Moura apresenta prêmio no Critics Choice e fala arranca risadas

    Kevin Winter/Getty Images
    31st Annual Critics Choice Awards – Show

    Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho subiram ao palco do Critics Choice Awards neste domingo (4/1) para apresentar a principal categoria da noite, Melhor Filme, vencida por Uma Batalha Após a Outra. Durante a apresentação, o ator brasileiro arrancou risadas da plateia com um comentário irônico.

    O ator e diretor brasileiros, que colaboraram no longa O Agente Secreto, vencedor de Melhor Filme Internacional, foram responsáveis por anunciar o último prêmio da cerimônia. Uma Batalha Após a Outra, do cineasta Paul Thomas Anderson, superou outros nove concorrentes, entre eles Frankenstein, Pecadores e Wicked: For Good.

    Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura apresentando a categoria de Melhor Filme no #CriticsChoice@kmendoncafilho#CriticsChoiceAwardspic.twitter.com/BX2dOYhjH2

    — Tiago Pereira (@Tiagupereira2) January 5, 2026

    Kleber Mendonça Filho foi o primeiro a falar no palco, saudou os indicados ao maior prêmio da noite e agradeceu a vitória de O Agente Secreto, dirigido por ele. Antes de concluir apresentar os nomes dos concorrentes, foi interrompido por Wagner Moura com um comentário que tirou risadas do público.

    “Agora é uma honra apresentar a categoria de Melhor Filme”, começou Mendonça Filho. “Ou, como chamamos no Brasil, Melhor Filme Internacional”, ironizou Moura.

    A comparação entre as categorias de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional, feita pelo ator em tom descontraído, ocorreu minutos após a primeira vitória do Brasil na categoria para produções estrangeiras. Nas redes sociais, a fala foi replicada pelo próprio diretor e rendeu elogios de internautas.

    Ou como falamos no Brasil, Melhor Filme ♥️🍷 https://t.co/HmWwEyzbTw

    — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) January 5, 2026

    Ele é o divo mesmo, queremos mais alfinetadas amo

    — Anny 🤍 (@momentsgregorio) January 5, 2026

    simplesmente o wagner moura apresentando a maior categoria da noite que é melhor filme e falando: “mas como gostamos de chamar no brasil… melhor filme internacional” O CARA É UMA LENDA, BRASILLLL 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 #CriticsChoiceAwardspic.twitter.com/LQq6BM09SX

    — Edu Valenthim (@eduvalenthim) January 5, 2026

    Brasil no Critics Choice Awards

    O Brasil teve três indicações e encerrou a noite com uma vitória na 31ª edição do Critics Choice Awards, considerada um dos termômetros do Oscar e responsável por abrir a temporada anual de premiações do cinema.

    Além da vitória de O Agente Secreto como Melhor Filme Internacional, o longa também concorreu na categoria de Melhor Ator, com Wagner Moura. O brasileiro perdeu o prêmio para Timothée Chalamet, por Marty Supreme.

    O artista também disputou como Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para Televisão pela participação em Ladrões de Drogas, produção da Apple TV+. O troféu ficou com Owen Cooper, do elenco de Adolescência, da Netflix.

    Outro destaque da noite foi Adolpho Veloso, diretor brasileiro vencedor na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho no filme estadunidense Sonhos de Trem.

  • Após operação militar na Venezuela, Trump ameaça atacar a Colômbia

    Após operação militar na Venezuela, Trump ameaça atacar a Colômbia

    Joe Raedle/Getty Images
    Donald Trump em entrevista a bordo do Air Force One

    Em entrevista a bordo do avião presidencial Air Force One, na noite desse domingo (4/1), o presidente dos EUA disse que a Colômbia está “muito doente” e comentou sobre possibilidades de operações militares no México e em Cuba.

    “A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos, e ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse Trump.

    Após isso, jornalistas questionaram o republicano se a resposta significava que uma operação militar poderia ser realizada contra a Colômbia. Trump respondeu: “Para mim, parece ótimo”.

    O presidente colombiano, Gustavo Petro, é um dos principais alvos de Trump no continente. O republicano já chegou a afirmar que o líder da Colômbia é um “traficante produtor de cocaína” e que deveria ser preso.

    Questionado sobre o México, Trump disse que o país vizinho, comandado pela presidente Claudia Sheinbaum, “precisa se organizar”.

    “O México precisa se organizar, porque eles estão inundando o México com drogas, e nós teremos que fazer alguma coisa”, disse. Trump afirmou que já ofereceu “repetidamente” a ajuda de tropas norte-americanas para atuar no México, mas que Sheinbaum “está um pouco receosa”.

    Sobre Cuba, Trump disse que os Estados Unidos não precisarão tomar uma ação sobre a ilha comunista. “Acho que simplesmente vai desabar. Não acho que precisemos fazer nada”, disse.

    Ameaça de novos ataques contra  Venezuela

    Na madrugada do último sábado (3/1), militares dos Estados Unidos realizaram um ataque contra Caracas, que resultou na captura do então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da esposa dele, Cilia Flores. Os dois foram levados para Nova York, onde estão presos e aguardam julgamento por crimes como narcoterrorismo.

    Nesta segunda-feira (5/1), Maduro será apresentado oficialmente a um juiz federal em Nova York.

    Em meio às incertezas sobre o futuro da Venezuela, Donald Trump ameaçou, nesse domingo, a atual comandante do país, Delcy Rodríguez, e afirmou que a vice de Nicolás Maduro poderá pagar um “preço alto” se não colaborar com os planos dos Estados Unidos.

     

    “Se ela não fizer o que é certo, pagará um preço muito alto, provavelmente maior do que Maduro”, declarou o presidente dos EUA entrevista ao jornal The Atlantic.

    No sábado (3/1), Trump sinalizou que as forças dos EUA, estacionadas na América Latina e Caribe, estão prontas para uma possível segunda onda de ataques contra a Venezuela, “caso seja necessário”.

    Os planos dos Estados Unidos para o país ainda não estão claros. Trump, no entanto, já afirmou que Washington pretende governar a Venezuela durante um período de transição e intervir diretamente no setor petrolífero.

    Ação militar na Venezuela

    Segundo o presidente dos Estados Unidos a operação militar teve como alvo a estrutura do regime chavista e resultou na captura de Nicolás Maduro. Ele classificou a ação como uma “operação brilhante” e afirmou que a capacidade militar da Venezuela foi neutralizada.

    De acordo apuração do jornal norte-americano The New York Times, o número de mortos durante os ataques à Venezuela dobrou em 24h e chegou a 80. A contagem anterior, divulgada pelo próprio veículo, apontava 40 vítimas entre militares e civis após os bombardeios.

    O dado atualizado foi repassado por um alto funcionário venezuelano, sob condição de anonimato. A fonte afirmou, ainda, que o total de mortos pode aumentar nas próximas horas à medida que novas informações forem confirmadas.

    Mais cedo, o ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino, afirmou que grande parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro foi morta nos ataques.

  • AM: avião cai no Rio Negro e banhistas ajudam a salvar sobreviventes. Vídeo

    AM: avião cai no Rio Negro e banhistas ajudam a salvar sobreviventes. Vídeo

    Reprodução/ Redes sociais
    Foto colorida de banhistas resgatando vítimas de queda de avião no Rio Negro - Metrópoles

    Um avião de pequeno porte caiu nas águas do Rio Negro, em Iranduba, na região metropolitana de Manaus (AM), na manhã deste domingo (4/1). O acidente foi registrado em vídeo e mobilizou banhistas e frequentadores da região da Vila de Paricatuba, que ajudaram no resgate dos passageiros da aeronave. Confira:

    @metropolesoficial ✈️🚨⚠️ Um vídeo impactante registrou o exato momento em que um avião de pequeno porte caiu nas águas do Rio Negro, em Iranduba (AM), na manhã deste domingo (4). A aeronave sobrevoava a região da Vila de Paricatuba em baixa altitude e, ao tentar uma manobra de curva para aterrissagem, acabou atingindo a água. O arquiteto Fernando Araújo, que passeava de jet ski no local, filmou o acidente e foi o primeiro a prestar socorro. De acordo com o relato da testemunha, a aeronave já havia realizado dois “pousos” rápidos na água durante o voo, antes de perder o controle na tentativa final. A bordo estavam dois homens — o piloto e um passageiro. Apesar dos ferimentos, ambos foram resgatados com vida por pessoas que estavam na área, antes mesmo da chegada do Corpo de Bombeiros. #tiktoknotícias♬ som original – Metrópoles Oficial

    As imagens, divulgadas nas redes sociais, mostram banhistas com barcos próximos aos destroços do avião.

    Segundo relatos de testemunhas, a aeronave já havia tocado a superfície do rio duas vezes durante o voo, como se tentasse pousar, antes de perder o controle na manobra final.

    A bordo estavam dois homens: o piloto e um passageiro. Ambos sofreram ferimentos pelo corpo, mas foram resgatados com vida por pessoas que estavam na área, antes da chegada do Corpo de Bombeiros. Eles receberam os primeiros atendimentos ainda no local.

    Até a última atualização, as identidades das vítimas não haviam sido divulgadas oficialmente.

  • Wagner Moura perde Critics Choice Award de Melhor Ator

    Wagner Moura perde Critics Choice Award de Melhor Ator

    Divulgação
    "O Agente Secreto" (2025)

    Wagner Moura perdeu a categoria de Melhor Ator no Critics Choice Awards para Timothée Chalamet, protagonista de  Marty Supreme. O ator brasileiro concorria pela atuação no filme O Agente Secreto, que venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Considerada um dos termômetros do Oscar, a cerimônia ocorreu na noite deste domingo (4/1).

    Wagner Moura concorria com outros nomes de peso, como Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Michael B. Jordan (Pecadores), Joel Edgerton (Sonhos de Trem) e Ethan Hawke (Blue Moon). No longa ambientado em 1977, ele interpreta Marcelo, um especialista em tecnologia que decide deixar São Paulo e se mudar para Recife em busca de um recomeço.

    Dirigido por Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto se tornou a primeira produção nacional a vencer a categoria de Melhor Filme na premiação. Em 2024, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, foi derrotado por Emilia Pérez, de Jacques Audiard.

    Nesta edição do Critics Choice Awards, o Brasil somou uma vitória e duas derrotas. Wagner Moura ainda concorreu a Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para Televisão pelo trabalho em Ladrões de Drogas, produção da Apple TV+. O prêmio ficou com Owen Cooper, do elenco de Adolescência, da Netflix.

    O diretor brasileiro Adolpho Veloso venceu na categoria Melhor Fotografia pelo trabalho na produção estadunidense Sonhos de Trem.

    Critics Choice Awards

    O Critics Choice Awards abre oficialmente a temporada anual de premiações do cinema. Em 2026, a cerimônia aconteceu em Santa Mônica, na Califórnia, e foi apresentada pela comediante Chelsea Handler. A premiação é reconhecida como um dos termômetros do Oscar.

    Ao longo dos anos, o Critics Choice tem apresentado alta taxa de coincidência com os vencedores do Oscar, especialmente na categoria de Melhor Filme, que teve o mesmo vencedor nas duas premiações nos últimos nove anos.

    A última divergência ocorreu em 2016, quando o Oscar premiou Alejandro Iñárritu por O Regresso, enquanto o Critics escolheu George Miller por Mad Max: Estrada da Fúria. Os vencedores são definidos pela Critics Choice Association (CCA), entidade que reúne 530 membros responsáveis por avaliar filmes para diferentes veículos de comunicação.

  • Agências do trabalhador retornam oferecendo 387 vagas no DF

    Agências do trabalhador retornam oferecendo 387 vagas no DF

    Marcello Casal Jr/Agência Brasil
    Carteira de Trabalho

    As agências do trabalhador retornam, nesta segunda-feira (5/1), disponibilizando 387 vagas de emprego para quem busca ingressar no mercado de trabalho. O maior salário oferecido é R$ 2 mil.

    A oportunidade com a maior remuneração é a de padeiro, em Águas Claras. O interessado precisa ter o ensino fundamental completo. Na faixa de R$ 1,8 mil de salário, há quatro vagas para forneiro de padaria, em Taguatinga Norte, que exigem ensino médio completo.

    Samambaia Norte concentra um alto número de vagas: 30 como atendente de padaria; 30 para repositor de mercadorias; 30 na função de fiscal de prevenção de perdas; e outras 30 como operador de caixa. Todas oferecem salário de R$ 1,7 mil.

    Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.

    Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br.

  • Diretor brasileiro ganha Critics Choice Award de Melhor Fotografia

    Diretor brasileiro ganha Critics Choice Award de Melhor Fotografia

    Amy Sussman/Getty Images
    31st Annual Critics Choice Awards – Press Room

    O diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso venceu o Critics Choice Award de Melhor Fotografia pelo trabalho no filme Sonhos de Trem, produção da Netflix. A conquista amplia a presença do Brasil na premiação, que também consagrou O Agente Secreto como Melhor Filme Internacional.

    Na disputa, Veloso concorreu com Claudio Miranda (F1), Dan Laustsen (Frankenstein), Łukasz Żal (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet), Michael Bauman (Uma Batalha Após a Outra) e Autumn Durald Arkapaw (Pecadores). A vitória destaca o trabalho do brasileiro em uma produção estadunidense de grande repercussão.

     

    O trabalho em Sonhos de Trem também foi pré-selecionado na categoria de Melhor Direção de Fotografia no Oscar 2026. As indicações finais ao principal prêmio do cinema mundial serão anunciadas em 22 de janeiro. A 98ª edição da cerimônia acontece em 15 de março de 2026.

    Aos 37 anos, Adolpho Veloso acumula trabalhos em diferentes formatos. Ele já assinou a fotografia de clipes de artistas como Pabllo Vittar e Gloria Groove, além de produções para a televisão, como a série Becoming Elizabeth, lançada em 2022. Ele será o responsável pela direção de fotografia de Remain, próximo filme de M. Night Shyamalan, diretor de O Sexto Sentido e A Vila.

    Brasil no Critics Choice Awards

    Além do prêmio conquistado por Veloso, o Brasil teve outras três indicações e encerrou a noite com uma vitória. O Agente Secreto foi a primeira produção nacional a vencer como Melhor Filme Internacional, enquanto Wagner Moura, protagonista do longa, perdeu o prêmio de Melhor Ator para Timothée Chalamet, por Marty Supreme.

    Wagner Moura também concorreu a Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Filme para Televisão por Ladrões de Drogas, produção da Apple TV+. O troféu ficou com Owen Cooper, do elenco de Adolescência.

  • Após vazante, rio Acre volta a subir em Rio Branco, diz Defesa Civil Municipal

    Após vazante, rio Acre volta a subir em Rio Branco, diz Defesa Civil Municipal

    O nível do rio Acre em Rio Branco apresentou uma mudança de comportamento na noite deste domingo (4) e voltou a subir após um dia inteiro de vazante, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. De acordo com as medições oficiais, o rio iniciou o dia em 11,02 metros às 5h18 e seguiu em queda […]

  • Presidente interina da Venezuela baixa o tom e fala em "colaboração" com EUA

    Presidente interina da Venezuela baixa o tom e fala em "colaboração" com EUA

    Carlos Becerra/Getty Images e Joe Raedle/Getty Images
    Delcy Rodriguez e Donald Trump

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, adotou um tom conciliador ao defender diálogo e cooperação com os Estados Unidos. Em declaração divulgada neste domingo (4/1), ela afirmou que o país “reafirma sua vocação de paz” e que busca um relacionamento internacional “equilibrado e respeitoso”, baseado na igualdade soberana e na não ingerência.

    A fala ocorre um dia após os EUA atacarem o país latino americano e capturarem Nicolás Maduro. Anteriormente, Rodríguez havia adotado um discurso firme contra as intervenções norte-americanas no país, chegando a afirmar que a Venezuela não se renderia e que estava pronta para defender sua soberania e recursos naturais.

    Segundo Rodríguez, a prioridade do governo é avançar para uma convivência pacífica com os EUA e com os países da região, em um ambiente de respeito e cooperação internacional. “Acreditamos que a paz global se constrói garantindo primeiro a paz de cada nação”, afirmou.

    No texto, a presidente interina estendeu um convite formal ao governo norte-americano para a construção de uma agenda conjunta voltada ao desenvolvimento compartilhado, “no marco da legalidade internacional”, com foco em uma convivência duradoura entre os povos.

    Em recado direto ao presidente Donald Trump, Rodríguez disse que a região “merece paz e diálogo, não guerra”. Ela ressaltou que esse sempre foi o posicionamento do presidente Nicolás Maduro e que permanece sendo o da Venezuela “neste momento”.

    Ela ainda destacou o direito do país à soberania, ao desenvolvimento e a um futuro estável. “A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à sua soberania e ao futuro”, afirmou, ao reforçar que acredita em uma Venezuela capaz de reunir seus cidadãos em torno de um projeto comum.

    Leia o comunicado na íntegra:

    “A Venezuela reafirma sua vocação de paz e de convivência pacífica. Nosso país aspira viver sem ameaças externas, em um ambiente de respeito e cooperação internacional. Acreditamos que a paz global se constrói garantindo primeiro a paz de cada nação.

    Consideramos prioritário avançar para um relacionamento internacional equilibrado e respeitoso entre os EUA e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da Região, baseado na igualdade soberana e na não ingerência. Esses princípios orientam nossa diplomacia com o restante dos países do mundo.

    Estendemos o convite ao governo dos EUA para trabalharmos conjuntamente em uma agenda de cooperação, voltada ao desenvolvimento compartilhado, no marco da legalidade internacional e que fortaleça uma convivência comunitária duradoura.

    Presidente Donald Trump: nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Esse sempre foi o predicamento do Presidente Nicolás Maduro e é o de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida. Meu sonho é que a Venezuela seja uma grande potência onde todos os venezuelanos e venezuelanas de bem possamos nos encontrar.

    A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à sua soberania e ao futuro.

    Delcy Rodríguez, Presidenta em exercício da República Bolivariana da Venezuela”.

    Ameaça de Trump

    Em meio às incertezas sobre o futuro da Venezuela, Donald Trump ameaçou, neste domingo, a atual comandante do país, Delcy Rodríguez, e afirmou que a vice de Nicolás Maduro poderá pagar um “preço alto” se não colaborar com os planos dos Estados Unidos.

    “Se ela não fizer o que é certo, pagará um preço muito alto, provavelmente maior do que Maduro”, declarou o presidente dos EUA entrevista ao jornal The Atlantic.

    Nesse sábado (3/1), o líder republicano sinalizou que as forças dos EUA estacionadas na América Latina e Caribe estão prontas para uma possível segunda onda de ataques contra a Venezuela, “caso seja necessário”.

    Os planos norte-americanos para a Venezuela ainda não são claros. Trump, porém, já afirmou que os EUA vão governar o país latino-americano durante um período de transição. Ele também afirmou que Washington irá intervir ativamente no setor petrolífero venezuelano.