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  • Trump diz que Maduro e esposa estão a bordo em navio rumo a Nova Iorque

    Trump diz que Maduro e esposa estão a bordo em navio rumo a Nova Iorque

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3) ao The New York Times e à Fox News que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro…

  • Governo Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela

    Governo Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela

    O governo federal realizará, no fim da tarde deste sábado (3/1), uma nova reunião para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela e da captura do presidente Nicolás Maduro. O encontro será coordenado pelo Itamaraty, por videoconferência, e deve reunir novamente ministros e assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “O ministro das Relações Exteriores informou ainda que está em permanente contato com a Embaixada do Brasil na Venezuela para o acompanhamento da situação interna. Nova reunião está prevista para o final da tarde de hoje para a atualização da situação. A reunião será aqui no Itamaraty, por videoconferência, como foi esta agora de dia”, disse a embaixadora e ministra substituta das Relações Exteriores Maria Laura da Rocha.

    Mais cedo, o Palácio do Itamaraty sediou uma reunião de emergência convocada após o anúncio do ataque norte-americano. Participaram o ministro da Defesa, José Múcio; a ministra interina das Relações Exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha; a ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior; além de diplomatas do Itamaraty e da Presidência da República.

    Os titulares do Itamaraty, Mauro Vieira, e da Casa Civil, Rui Costa, estão afastados do cargo por férias.

    Lula acompanhou a reunião de forma remota. O presidente está na Restinga de Marambaia, base da Marinha no Rio de Janeiro, onde uma sala foi preparada para que ele pudesse monitorar as discussões. O petista avaliava manter o recesso até segunda-feira (6/1), mas “aguarda a evolução dos fatos” para decidir se retorna antes a Brasília.

    Lula condena ataque

    Em publicação nas redes sociais, Lula condenou o ataque dos Estados Unidos. Para o presidente, a ação “ultrapassa uma linha inaceitável”.

    “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou. Ele acrescentou que “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade”.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora da Venezuela, junto com a esposa, Cília Flores. Segundo ele, a operação incluiu um ataque à capital Caracas.

    Governo Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela - destaque galeria10 imagensEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaGoverno Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela - imagem 5Governo Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela - imagem 6Fechar modal.MetrópolesGoverno Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela - imagem 11 de 10

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

    enezuela. (Photo by Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty ImagesGoverno Lula fará nova reunião sobre ataque dos EUA à Venezuela - imagem 55 de 10

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    Vinícius Schmidt/MetrópolesNicolás Maduro8 de 10

    Nicolás Maduro

    Igo Estrela/MetrópolesO ditador Nicolás Maduro e Lula9 de 10

    O ditador Nicolás Maduro e Lula

    Igo Estrela/MetrópolesLula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos10 de 10

    Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

    Hugo Barreto/Metrópoles

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, disse Trump na rede Truth Social. Ele informou ainda que dará uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília.

    A procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, declarou que Maduro foi indiciado e será julgado por uma Corte em Nova York por “narcoterrorismo”.

    Reação do governo venezuelano

    O governo venezuelano afirmou rejeitar o que chamou de “grave agressão militar” dos Estados Unidos nas regiões de Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Em comunicado, Maduro declarou emergência nacional.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, diz o texto. O governo também convocou “todas as forças sociais e políticas” a ativarem planos de mobilização. Segundo a nota, o povo venezuelano e a Força Armada Nacional Bolivariana estariam “mobilizados para garantir a soberania e a paz”.

  • Ataque EUA à Venezuela: preço do petróleo pode cair? Entenda

    Ataque EUA à Venezuela: preço do petróleo pode cair? Entenda

    Pode parecer um contrassenso, mas o preço do petróleo tende a cair, apesar das incertezas provocadas pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela, anunciado neste sábado (3/1), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    A avaliação de uma eventual – até possível – queda do valor internacional da commodity foi feita pelo economista Adriano Pires, especialista no setor de energia e infraestrutura.

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    Ele observa que a Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo, mas, hoje, está fora do mercado por causa das sanções aplicadas contra o país por Washington. “Caso um governo venezuelano pró-americano chegue ao poder, as empresas de petróleo voltarão a fazer investimentos. Consequentemente, a oferta cresce e o preço cai”, diz o especialista.

    Pressão crescente

    Essas sanções contra o setor petrolífero venezuelano vinham sendo aplicadas em cascata. Em 31/12, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos tentou aumentar ainda mais a pressão no segmento, aplicando penalidades a mais quatro empresas petrolíferas e designando quatro navios petroleiros como “propriedade bloqueada”.

    Dois dos quatro navios petroleiros bloqueados tinham a bandeira de Hong Kong, enquanto os outros dois estavam com bandeiras da Guiné e do Panamá. Para o Departamento do Tesouro dos EUA, os petroleiros financiam o regime do líder venezuelano Nicolás Maduro, capturado durante o ataque americano ao país.

  • Bittar e Bocalom celebram prisão de Maduro e ataque dos EUA à Venezuela

    Bittar e Bocalom celebram prisão de Maduro e ataque dos EUA à Venezuela

    Publicações feitas na manhã deste sábado (3) pelo senador Márcio Bittar (PL) e pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), nas redes sociais, repercutiram a notícia de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, teria sido preso durante uma operação militar dos Estados Unidos em solo venezuelano. Em tom de celebração e forte conteúdo […]

  • Trump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV”

    Trump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV”

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3/1) que acompanhou em tempo real a operação que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores. Trump assistiu à ação de uma sala em seu clube privado Mar-a-Lago, cercado por generais do Exército, e descreveu a missão como um espetáculo de precisão e velocidade.

    Trump detalhou que a operação envolveu arrombamento de portas de aço e movimentação rápida das forças armadas norte-americanas. “Bem, nós assistimos a tudo de uma sala. Estávamos cercados por muitas pessoas, incluindo generais, e eles sabiam de tudo o que estava acontecendo. E era muito complexo, extremamente complexo”, afirmou à Fox News por telefone.

    “Na verdade, eles simplesmente invadiram, invadiram lugares onde não era permitido, arrombaram portas de aço que foram instaladas justamente para isso, e foram eliminados em questão de segundos. Nunca vi nada parecido”, completou.

    Trump também destacou o apoio aéreo à missão, afirmando que os Estados Unidos tinham um “número enorme” de aeronaves à disposição, incluindo helicópteros e caças. “Disseram-me militares de verdade que não existe nenhum outro país no mundo capaz de realizar uma manobra como essa. Se vocês tivessem visto o que aconteceu, eu vi literalmente, como se estivesse assistindo a um programa de televisão”, declarou.

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    Trump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV” - destaque galeria6 imagensDonald TrumpTrump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV” - imagem 3Vice-secretário dos EUA diz que Maduro será julgado no país
Maduro pede que os EUA deixem a Venezuela em pazNicolás Maduro foi capturado e será julgado nos EUAFechar modal.MetrópolesTrump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV” - imagem 11 de 6

    Joe Raedle/Getty ImagesDonald Trump2 de 6

    Donald Trump

    Kevin Dietsch/Getty ImagesTrump diz que assistiu captura de Maduro ao vivo como “programa de TV” - imagem 33 de 6

    Tasos Katopodis/Getty ImagesVice-secretário dos EUA diz que Maduro será julgado no país
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    Vice-secretário dos EUA diz que Maduro será julgado no país

    Jesus Vargas/Getty ImagesMaduro pede que os EUA deixem a Venezuela em paz5 de 6

    Maduro pede que os EUA deixem a Venezuela em paz

    Assessoria de Imprensa da República Bolivariana da Venezuela / Divulgação/Anadolu via Getty ImagesNicolás Maduro foi capturado e será julgado nos EUA6 de 6

    Nicolás Maduro foi capturado e será julgado nos EUA

    Jesus Vargas/Getty Images

    Maduro e Flores a caminho de Nova York

    O republicano confirmou que Maduro e sua esposa estão a bordo do navio USS Iwo Jima, a caminho de Nova York. “Eles vão para Nova York. Os helicópteros os levaram de lá, e eles fizeram um voo agradável de helicóptero — tenho certeza de que adoraram. Mas eles mataram muita gente, lembrem-se disso”, declarou.

    Questionado sobre as alternativas oferecidas a Maduro antes da captura, Trump afirmou: “Basicamente, eu disse que ele precisava desistir. Tinha de se render.” 

    Sobre os próximos passos na Venezuela, Trump afirmou que sua administração ainda está decidindo como conduzir a governança do país. “Estamos tomando essa decisão agora. Não podemos correr o risco de deixar outra pessoa assumir o comando e simplesmente dar continuidade ao que ele deixou. Estaremos muito envolvidos nisso. E queremos promover a liberdade para o povo”, disse.

    O líder norte-americano ressaltou ainda que os venezuelanos estariam felizes com a captura de Maduro, apontando que o país sob o regime chavista era uma ditadura. “Eles estão muito felizes com isso porque amam os Estados Unidos. O país sob o regime de Maduro era uma ditadura”.

  • Veja as cinco melhores comemorações de Lionel Messi no Inter Miami

    Veja as cinco melhores comemorações de Lionel Messi no Inter Miami

    Lionel Messi se confirmou como um ídolo do Inter Miami após o título da Major League Soccer (MLS) em 2025. Esta foi a primeira vez que o clube rosa conquistou a liga nacional. Para exaltar o argentino, o time publicou um vídeo com as cinco melhores comemorações dele.

    Nas posições, está um soco no ar com raiva, tacada de golfe e uso de arco e flecha e uma comemoração com a torcida. Confira o vídeo:

     

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    Um post compartilhado por Inter Miami CF (@intermiamicf)

    Após o título com o Inter Miami, Lionel Messi foi indicado ao prêmio de Rei da América. Entretanto, o argentino foi superado por Giorgian de Arrascaeta, que foi campeão da Libertadores da América e do Brasileirão com o Flamengo.

    Inter Miami, de Messi e Suárez, anuncia turnê na América do Sul

    O Inter Miami anunciou que fará uma turnê de pré-temporada na América do Sul. A equipe, que conta com astros como Lionel Messi e Luis Suárez, passará por Peru, Colômbia e Equador.

    No Peru, o Inter Miami jogará contra o Alianza Lima no dia 24 de janeiro. Após a passagem pelo território peruano, será a vez de visitar a Colômbia, para encarar o Atlético Nacional, em 31 do mesmo mês.

    A turnê chegará ao fim em 7 de fevereiro, no Equador, quando a equipe comandada pelo técnico Javier Mascherano duela contra o Barcelona de Guayaquil.

    A estreia oficial da equipe na temporada regular da MLS será em 21 de fevereiro, contra o LAFC, de Son Heung-min e Hugo Lloris.

  • Criança de 10 anos é resgatada em estado grave após se afogar com tio

    Criança de 10 anos é resgatada em estado grave após se afogar com tio

    Uma criança de 10 anos sobreviveu após ser resgatada em estado grave de um afogamento nessa sexta-feira (2/1), no bairro Paquetá, em Praia Grande, litoral sul de São Paulo.

    Segundo o GBMar, a criança estava com o tio, um jovem de 20 anos, quando os dois se afogaram. A equipe de resgate foi acionada e não visualizou os dois em afogamento ativo, porém banhistas relataram o desaparecimento das duas vítimas no mar. Diante desse cenário, as equipes iniciaram buscas aquáticas com apoio aéreo.

    Durante a buscas, a criança foi localizada e retirada da água em “grau elevado de afogamento”. Ela precisou receber manobras de recuperação e reanimação cardiopulmonar, que tiveram êxito na reversão do quadro clínico. Posteriormente, a vítima foi encaminhada e permaneceu sob cuidados médicos em unidade hospitalar.

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    Já o tio da criança foi encontrado após cerca de 1h30 de buscas. Após a retirada da água, foi constatada a morte do jovem ainda no local, sendo o corpo encaminhado ao necrotério da UPA Samambaia para os procedimentos legais.

    Ao todo, a ocorrência mobilizou 10 profissionais, envolvendo duas viaturas terrestres, três embarcações e apoio aéreo.

  • Ataque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião

    Ataque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detalha, na manhã deste sábado (3/1), os temas tratados na reunião de emergência convocada após o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro. Acompanhe:

     

    O encontro, que reuniu ministros e assessores do petista, aconteceu no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

    Estavam presentes o ministro da Defesa, José Múcio; as ministras interinas do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior; e diplomatas do Itamaraty e da Presidência da República. Os titulares do MRE (Mauro Vieira) e da Casa Civil (Rui Costa) estão de férias e afastados do cargo.

    Lula participou de forma remota. O titular do Planalto está de férias na Restinga de Marambaia, base da Marinha no Rio de Janeiro. Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, uma sala no local foi preparada para o presidente acompanhar as discussões.

    Até então, o petista pretendia manter o recesso até a segunda-feira (6/1), retornando ao trabalho no dia seguinte. Ele, porém, aguarda informações sobre o desenrolar dos fatos para decidir se retornará antes para Brasília.

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    Mais cedo, Lula condenou o ataque norte-americano, dizendo que a ação “ultrapassa uma linha inaceitável”.

    “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, disse o presidente em publicação no X.

    Ele acrescentou ainda que, “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

    “A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, destacou Lula.

    O presidente brasileiro pediu ainda para que a comunicada internacional, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), responda “de forma vigorosa a esse episódio”.

    Ataque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião - destaque galeria10 imagensEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaAtaque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião - imagem 5Ataque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião - imagem 6Fechar modal.MetrópolesAtaque à Venezuela: governo brasileiro se posiciona após reunião - imagem 11 de 10

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    O ditador Nicolás Maduro e Lula

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    Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

    Hugo Barreto/Metrópoles

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou, por meio da rede Truth Social, os ataques ao território venezuelano e a captura do presidente Maduro e da esposa, Cilia Flores.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou o líder norte-americano.

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu uma prova de vida do presidente Maduro. Segundo Delcy Rodríguez, ele está desaparecido.

    Depois da captura, a procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi, informou que o venezuelano foi indiciado e será julgado por uma Corte em Nova York por “narcoterrorismo”.

    Além disso, o líder chavista é acusado de outros crimes, como tráfico de cocaína e posse de armas “contra os Estados Unidos”, informou Bondi. A esposa de Maduro também foi indiciada.

  • Nas redes, Prefeitura do RJ interage sobre grandes shows e cita Beyoncé e Rihanna

    Nas redes, Prefeitura do RJ interage sobre grandes shows e cita Beyoncé e Rihanna

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    2026 começou. E, como já é tradição, os rumores de grandes shows internacionais durante o ano na praia de Copacabana já passaram a movimentar a web. Ainda mais depois de a Prefeitura do Rio de Janeiro interagir, com bom humor, sobre o tema nas redes sociais. Ariana Grande, Rihanna e Beyoncé são as mais pedidas pelo público.

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    Nas redes, a administração respondeu de forma descontraída às sugestões. Sobre Ariana, a prefeitura brincou dizendo que “A Glinda está ocupada fazendo filme, poxa!”, em referência ao filme Wicked, que ocupa a cantora atualmente. Ariana, aliás, vive fase de destaque, cotada para o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e já indicada ao Globo de Ouro 2026.

    Rihanna também foi muito pedida pelos internautas, que citaram a artista como nome perfeito para marcar história na praia carioca. A prefeitura respondeu em tom leve, imaginando um evento com show, cosméticos, pijamas e até crianças para cuidar, citando a rotina familiar da cantora, afastada dos palcos há quase dez anos e dedicada aos negócios e à maternidade.

    Beyoncé entrou na lista com os fãs cogitando sua turnê country em solo brasileiro. A resposta oficial manteve o mistério, afirmando apenas que “A Queen B não é de quase certezas”.

    Calma fãs

    De qualquer forma, o histórico dos últimos anos mostra que anúncios oficiais acontecem perto do evento, assim como aconteceu com Lady Gaga e Madonna nos anos anteriores. Os shows fortaleceram o projeto Todo Mundo no Rio e consolidando Copacabana no mundo da música.

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  • Capital da Venezuela amanhece comemorando prisão de Maduro; vídeo

    Capital da Venezuela amanhece comemorando prisão de Maduro; vídeo

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    Após acordar com o barulho de bombas dos Estados Unidos, a capital venezuelana Caracas amanheceu, neste sábado (3), comemorando a captura e prisão do presidente Nicolás Maduro. Das janelas de apartamentos, moradores da cidade filmaram as manifestações e compartilharam nas redes sociais.

    Na madrugada, os Estados Unidos bombardearam a Venezuela. De acordo com o próprio presidente norte-americano, Donald Trump, o ataque foi de “larga escala” e terminou com a prisão do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

    Eles serão julgados em um tribunal de Nova York pelos crimes de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras. A informação foi confirmada pela procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.

    Ataque pontual dos EUA

    Após a captura e prisão de Maduro e da primeira-dama, os EUA devem interromper os ataques em solo venezuelano. A afirmação foi feita pelo senador norte-americano Mike Lee, que teria ligado para o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e afirmou que “não prevê mais ações na Venezuela agora que Maduro está sob custódia dos Estados Unidos”.

    Nas primeiras horas de sábado, bombardeios e aviões voando baixo não estão sendo registrados na Venezuela, dando a entender que a operação foi feita justamente para capturar Maduro.

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