A Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, afirmou neste sábado (3) que Nicolás Maduro enfrentará em breve a “ira total” da justiça…
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Maduro enfrentará “toda a fúria” da justiça americana, afirma Procuradora
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Onda de golpes militares que mudaram a África cresceu em 2025
Horas após militares anunciaram a derrubada do presidente do Benim, Patrice Talon, forças leais ao governo frustraram o que seria o terceiro golpe de Estado no continente africano em 2025. Diferentemente do que aconteceu em nações vizinhas, o caso contou com uma resposta rápida não só internamente, como também de aliados internacionais do país localizado na África Ocidental.
Além de militares leais a Talon, a resposta aos golpistas também por meio da Nigéria e da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que decidiram enviar tropas para conter a tentativa de rebelião no Benim.
Mesmo com a situação controlada, o caso acendeu um alerta na CEDEAO. Dias após a tentativa de golpe no Benim, o presidente do bloco de nações africanas, Omar Touray, decretou estado regional. Para justificar a decisão, o diplomata da Gâmbia citou os recentes golpes, assim como tentativas de militares derrubarem governos em países da África Ocidental, como fatores que impulsionaram o retrocesso democrático na região.
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Nove golpes desde 2020
Mali, Chade, Guiné, Sudão, Burkina-Faso, Níger, Gabão, Madagascar e Guiné-Bissau. Além de integrarem o continente africano, as nove nações possuem uma semelhança em suas histórias recentes: todas foram alvos de golpes militares bem sucedidos desde 2020.
O mais recente deles aconteceu em Guiné-Bissau, no fim de novembro, quando uma junta militar suspendeu o processo eleitoral em curso. O momento coincidiu com uma disputa interna entre os dois principais candidatos presidenciáveis do país: o então presidente Umaro Sissoco Embaló, e o líder da oposição, Fernando Dias da Costa. Mesmo sem a divulgação oficial dos resultados, ambos alegaram serem os vencedores da eleição.
Ao anunciarem o golpe, o Alto Comando para Restauração da Segurança Nacional e Ordem Pública afirmaram que buscava impedir um “plano em curso para desestabilizar o país”, assim como defender a democracia no país. Com isso, o então presidente do país foi deposto do cargo e se exilou em Senegal.
Mesmo com a deposição de Embaló, e a formação de um governo de transição pelo período de um ano, analistas apontam para um possível um golpe orquestrado. Isso porque grande parte dos nomes apontados para administrar o país durante nesta fase são figuras ligadas ao ex-presidente.
As ameaças citadas por militares em Guinè-Bissau contra a estabilidade do país, e a democracia, já foi utilizada em outros países, como nos golpes militares na Guiné em 2021, e no Gabão em 2023.
Em outros casos recentes, porém, temas como questões de segurança e economia também foram motivos para a derrubada de governos.
“A maioria desses golpes ocorreram naquele período imediato pós-Covid, e sabemos que a pandemia no continente africano, além dos danos populacionais como mortes, provocou danos econômicos”, explica Anselmo Otavio, professor e coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “A economia desses países já eram frágeis, e algumas entraram em colapso após o Covid-19. Então, isso levou a população a exigir soluções, e quando o governo não atende essas soluções, você entra em um caminho marcado, por exemplo, por golpes militares”.
Virando as costas para o Ocidente
Dos nove golpes militares em sucedidos no continente desde 2020, cinco deles se concentraram em países da África Ocidental: Mali, Guiné, Burkina-Faso, Níger e Guiné-Bissau. E, em três deles um movimento em comum: mudanças não só internas, como também uma reformulação de alianças internacionais.
A medida em que governos antes aliados com o ocidente caíram, Burkina Faso, Mali e Níger decidiram virar às costas para a antiga colônia, a França. Ao mesmo tempo em que aumentaram o sentimento anti-francês, os três países também reformularam suas políticas externas, e buscaram a Rússia de Vladimir Putin como um contraponto as antigas alianças.
Neste sentido, Moscou passou a ser uma alternativa para diversos problemas locais, assim a crise provocada do terrorismo na região, impulsionado pela migração de grupos jihadistas do Oriente Médio para a África.
Enquanto buscavam novos aliados no setor de Defesa, tropas francesas também foram expulsas de diversos países da África Ocidental — e de outras nações do continente.

Outro marco significativo da mudança regional, impulsionada principalmente por Burkina Faso, Mali e Níger, foi a criação da Aliança dos Estados do Sahel (AES). Firmado em setembro de 2023, o pacto de baseia em um acordo de defesa mútua entre as três nações do Sahel.
Ele surgiu como uma resposta direta a ameaça de países da CEDEAO, alinhados com o Ocidente, de intervir militarmente no Níger em 2023, após militares derrubarem o então presidente Mohamed Bazoum.
“Esses países alvos de golpes militares foram isolados da União Africana, mas de certo modo eles não se importaram muito com isso. Eles, inclusive, formaram a Aliança dos Estados do Sahel, que tem um objetivo e é uma afronta à própria CEDEAO, e representa também um desafio para a região como um todo “, explica Anselmo Otavio.
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Verão intensifica a perda de colágeno e exige mais cuidados com a pele
O verão é a estação em que a pele enfrenta o maior número de agressões externas. A combinação entre exposição solar intensa, altas temperaturas, suor frequente, vento, cloro da piscina e sal do mar cria um ambiente propício para a degradação do colágeno, proteína essencial para a firmeza e a sustentação da pele. Como resultado, tornam-se mais evidentes o ressecamento, a flacidez, as manchas e os sinais de envelhecimento precoce.
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De acordo com a médica Gina Matzenbacher, especialista em dermatologia estética, o impacto do calor sobre a saúde da pele ainda é subestimado. “No verão, o colágeno sofre muito mais porque a radiação UV rompe as fibras e o calor aumenta a ação de enzimas que degradam a estrutura da pele”, explica.
Exposição ao sol, calor intenso e rotina de praia aumentam a quebra de colágeno e exigem cuidados extrasClique aqui para seguir o canal do Metrópoles Vida&Estilo no WhatsApp
Além da exposição direta ao sol, o calor prolongado favorece processos inflamatórios, deixando a pele mais vulnerável. “Em pessoas com pele clara ou sensível, esse desgaste tende a ser ainda mais perceptível ao longo da estação”, ressalta a especialista.
Nesse cenário, os bioestimuladores de colágeno surgem como aliados importantes no cuidado com a pele. Segundo Gina, diferentemente dos hidratantes de uso diário, que atuam apenas na superfície, esses tratamentos estimulam a produção natural de colágeno em camadas mais profundas da pele, promovendo resultados progressivos. “O efeito não é imediato, mas contínuo. Não é milagre, é fisiologia”, afirma.
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O colágeno é uma proteína essencial no corpo humano
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A proteína é fundamental para a estrutura, firmeza e elasticidade de tecidos como a pele, os ossos e as cartilagens
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Uma das formas de estimular a síntese de colágeno é por meio da alimentação
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Com o envelhecimento, a produção de colágeno diminui, o que pode levar ao aparecimento de rugas e flacidez
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O colágeno desempenha um papel crucial na formação e sustentação de tecidos conjuntivos, pele, músculos, cartilagens, tendões, ligamentos, ossos e articulações
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A suplementação oral de colágeno pode ser uma das alternativas
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A especialista destaca que iniciar ou manter esse tipo de tratamento durante o verão pode ajudar a preservar a firmeza, a textura e a elasticidade da pele. “Se o verão acelera a perda de colágeno, nós aceleramos a reposição natural dele”, resume.
Apesar dos benefícios, a médica reforça que os bioestimuladores não substituem os cuidados básicos. O uso regular de protetor solar, a hidratação constante e a exposição moderada ao sol continuam sendo fundamentais. “Os bioestimuladores são seguros quando bem indicados, mas dependem de avaliação individual”, alerta.
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Apresentador celebra alta de audiência após tragédia e revolta a web
O apresentador Guilherme Rivaroli, à frente do Balanço Geral Curitiba, se envolveu em uma polêmica após fazer uma série de comentários sobre o desaparecimento de um jovem que sumiu durante uma trilha.
O caso ocupou cerca de 70 minutos da atração, com entradas repetidas ao longo do telejornal. Até o momento, o desaparecimento segue sem desfecho, e as buscas continuam em andamento.
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Guilherme Rivaroli comanda o Balanço Geral Curitiba
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Guilherme Rivaroli comanda o Balanço Geral Curitiba
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Logo do Balanço Geral Curitiba
Reprodução/RIC Record
Ao final do programa, acreditando que o áudio já estivesse fora do ar, Rivaroli comemorou os índices de audiência alcançados com a repercussão da tragédia.
“No final, a gente passou de novo eles, com a mesma história. Acho que deu 4,3… Até o momento em que a gente estava junto, 4,3 a 3,3 de média pra nós. Podia ter um desaparecido por dia”, afirmou o apresentador, ao comparar o desempenho da emissora com o de concorrentes.
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Até a publicação desta matéria, nem Guilherme Rivaroli nem a Record se manifestaram oficialmente sobre o episódio.
Rivaroli assumiu o comando do Balanço Geral Curitiba há menos de um mês e, segundo informações de bastidores, vinha enfrentando dificuldades para elevar os índices de audiência do jornalístico, que em algumas ocasiões foi superado por emissoras concorrentes locais.
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Integrantes do Roupa Nova opinam sobre BBB e falam de DVD em alto-mar
O Roupa Nova está celebrando mais um ano de carreira em alto-mar e, durante o cruzeiro, os integrantes bateram um papo exclusivo com a coluna Fábia Oliveira. Durante a conversa, eles falaram sobre a gravação do DVD do grupo, que acontecerá no domingo (4/1), opinaram sobre sobre o BBB e ainda revelaram se participariam do reality da TV Globo, que estreia no próximo dia 12.
O assunto sobre o programa da emissora dos Marinho surgiu quando esta jornalista que vos escreve recordou a ausência de Serginho Herval no navio do ano passado, quando sofreu um acidente doméstico. Na ocasião, foi especulado que o músico estaria confinado.
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Questionado sobre o caso e se aceitaria um convite, Serginho de divertiu: “Nem me pagando muito”, definiu ele. Em seguida, Nando disparou: “Com todo respeito ao programa, que eu acho uma merda”, afirmou. Já Feghali assumiu: “Eu assisto, eu gosto”.
Fãs passados entre gerações
Logo depois, esta colunista quis saber sobre o público que acompanha o Roupa Nova e as apresentações que eles fazem. Um deles, inclusive, definiu com se sentem no palco:
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Roupa Nova canta durante o navio
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O Roupa Nova está em alto-mar neste fim de semana
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Roupa Nova é clicado no palco do SBT
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Roupa Nova celebram o sucesso do grupo
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Integrantes do Roupa Nova opinam sobre BBB e falam de DVD em alto-mar
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Roupa Nova posam para fotos de divulgação
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“Subir no palco é sempre uma emoção, como se fosse a primeira vez. É muito legal, eu amo subir no palco, receber o carinho das pessoas. Não tem dinheiro que pague”, disse.
Questionado sobre terem fãs de todas as idades, ele contou: “A gente fez uma pesquisa: hoje em dia, 70% do nosso público tem entre 24 e 35 anos. Claro que a gente não perdeu a galera que sempre acompanhou a gente. Um artisa com 45 anos de carreira, que teria que ter um público todo de cabecinha branca, aí só fica a gente de cabecinha branca”, brincou.
EP e músicas novas
Ainda durante a entrevista, Nando falou do EP Nossas canções e reafirmou o compromisso de continuarem lançando novidades: “Cada um de nós criou e pilotou uma canção. Isso é muito legal porque mostra o que cada um de nós tá vivendo hoje, a verdade de hoje de cada um”, declarou, antes de completar:
“E acaba que o resultado final é muito harmônico, as coisas têm a ver uma com a outra, não ficou uma coisa disparatada. E acho que a grande ideia é mostrar para as pessoas que a gente não está deitado em louro. Uma banda que tem 53 hits nacionais e mais de 30 músicas em novelas, talvez não precisasse mais lançar nada novo, mas a gente não é assim”, garantiu.
E seguiu relatando: “E a gente tá criando, eu faço uma música por semana, o pessoal também. Então, eu acho que mostrar pro público, apontar pro fato que a gente continua pensando neles e criando coisa nova, o público percebe”, determinou.
DVD e continuidade do cruzeiro
O Roupa Nova vai gravar um DVD a bordo do navio no domingo (4/1), que começará às 17h para registrar o pôr do sol. Ainda na conversa, eles deram mais detalhes: “Vão ser as músicas de sucesso. Porém o show com um novo formato, o Simplesmente Roupa Nova. É uma coisa inédita, bacana, bonita. Intimista, porém totalmente pra frente, grande”, contou.
Depois de os artistas afirmarem que não sabiam se em 2027 teria o cruzeiro novamente, já que “não dependia deles”, o dono da PromoAção, Eduardo Cristófaro, em cima do palco, confirmou a nova edição: “Enquanto houver PromoAção, vai haver o navio do Roupa Nova”, concluiu.
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Diretor da PF diz que Venezuela fechou fronteira; Brasil mantém aberta
A Polícia Federal (PF) acompanha de perto a escalada de tensão na Venezuela após a confirmação, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de uma operação militar que teria resultado na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Em conversa com a coluna, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a fronteira entre Brasil e Venezuela foi fechada do lado venezuelano, enquanto o Brasil mantém seus postos abertos.
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Segundo ele, a PF já atua em articulação direta com o Itamaraty para monitorar possíveis desdobramentos do conflito.
“Nosso adido policial e adido adjunto estão na Embaixada do Brasil em Caracas, colhendo informações diariamente para assessorar a embaixadora e tentar antever movimentos. Por enquanto, todos estão em segurança. A Venezuela fechou a fronteira. O Brasil, não”, afirmou Rodrigues.
A declaração ocorre após Trump anunciar, na rede Truth Social, que forças norte-americanas realizaram um ataque de grande escala contra alvos na Venezuela, incluindo a capital Caracas.
EUA x Venezuela
- A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
- Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
- Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
- No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
- Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
- A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
- Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.
Segundo o presidente dos EUA, Maduro teria sido capturado e retirado do país junto com a mulher, Cilia Flores. Trump afirmou ainda que uma coletiva de imprensa seria realizada para detalhar a operação.
O governo venezuelano reagiu duramente às declarações. Em comunicado oficial, Maduro — que não reconhece a captura — decretou estado de emergência nacional e acusou os Estados Unidos de promover uma “agressão militar imperialista” contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
O regime convocou a mobilização das forças armadas e de grupos civis aliados.
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Sem chuvas, Rio Acre cai quase 1 metro em 24 horas e segue abaixo da cota de alerta
0O Rio Acre registrou nova queda e marcou 11,94 metros na medição da manhã deste sabado (3), em Rio Branco, mantendo-se abaixo da cota de alerta, segundo boletim da Defesa Civil Municipal.
De acordo com o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, o nível foi aferido às 05h17, confirmando a tendência de vazante observada nas últimas 24 horas. No mesmo horário do dia anterior o rio estava em 12,91 metros, o que representa uma redução de 0,97 metro no período.
Ao longo da sexta-feira, as medições indicaram queda contínua: 12,62 m ao meio-dia, 12,54 m às 15h, 12,38 m às 18h, 12,30 m às 21h e 12,17 m à meia-noite. A atualização das 09h não foi registrada devido a dificuldades de comunicação durante missão na zona rural.
A Defesa Civil informou ainda que não houve registro de chuva nas últimas 24 horas, fator que contribuiu para a redução do nível do manancial. A cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros.
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Artilheiro do Brasileirão: veja os gols de Gabigol pelo Santos em 2018
Ele está de volta. O Santos anunciou neste sábado (3/1) o retorno do atacante Gabigol ao Peixe. Revelado pelo clube em 2013, o jogador chega do Cruzeiro para a terceira passagem no Alvinegro Paulista.
A última aconteceu em 2018, quando terminou o ano como artilheiro do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. Veja os gols de Gabigol:
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A volta de Gabigol ao Santos em 2018 foi por empréstimo e não se estendeu ao próximo ano, já que o jogador decidiu se mudar para o Rio de Janeiro para jogar no Flamengo, inicialmente também por empréstimo, e se tornou ídolo.
Ao todo, o atacante, que chegou à base do Peixe aos oito anos de idade, tem 210 jogos, 84 gols e 13 assistências pelo Alvinegro. Além disso, foi campeão paulista de 2015 e 2016.
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Cunhados e campeões: Neymar e Gabigol voltam a jogar juntos no Santos
Gabigol foi anunciado pelo Santos neste sábado (3/1) e vai reeditar a parceria com Neymar. Dentro e fora de campo, os atacantes são próximos: foram campeões das Olimpíadas Rio 2016, então medalha de ouro inédita, e são cunhados.
O início da história dos craques aconteceu no dia 26 de maio de 2013, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. No empate por 0 x 0 entre Santos x Flamengo, Neymar se despedia da torcida brasileira, após transferência para o Barcelona, e Gabigol estreava profissionalmente. Eles estiveram juntos em campo por 21 minutos.
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Ivan Storti/Santos FC
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Gabigol deixa o Cruzeiro
Marco Buenavista/Sports Press Photo/Getty Images
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Três anos depois, os atacantes brilharam nas Olimpíadas Rio 2016 ao garantir, naquele momento, a medalha de ouro inédita ao vencer a Alemanha nos pênaltis. A dupla foi titular em todos os jogos. Ao todo, eles balançaram as redes em seis oportunidades, quatro de Ney e dois de Gabriel Barbosa.
Na Seleção Brasileira principal, eles também dividiram minutos em campo sob o comando de Tite, entre 2019 e 2021. Os atacantes foram convocados para disputar a Copa América de 2021 e as eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar.
Juntos no ataque, seja na Amarelinha, seja no Santos, eles disputaram 14 jogos juntos e contribuíram com 11 gols. Neymar lidera na estatística, com sete bolas na rede, enquanto Gabigol tem quatro.
Fora dos gramados, os atletas ainda contam com certa proximidade. Gabriel Barbosa, entre idas e vindas, namora Rafaella Santos, irmã de Neymar. Os rumores de um affair se iniciaram em 2015, mas só foi assumido em 2017. Desde então, eles terminaram e reataram em diversas oportunidades.
A união se firmou no início de 2025 e segue até os dias de hoje.
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Preso cego que sumiu com tornozeleira: MPDFT pede investigação
A Ouvidoria do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) encaminhou uma notícia de fato à promotora do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri) sobre o caso do detento cego, gago e com deficiência intelectual que foi liberado sem que parentes ou a defesa fossem avisados.
O caso foi revelado pela coluna Na Mira, do Metrópoles.
De acordo com o documento, assinado pelo ouvidor-geral do MPDFT, Flávio Milhomem, a situação apresentou “falta de comunicação e apoio adequado a pessoas com deficiência no sistema prisional”. A Ouvidoria pediu que a Nupri adote as medidas necessárias sobre o caso.
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Desembargador sobre detento cego: “Estado o deixou desamparado”
O custodiado em questão é Ernesto Floriano Damasceno Vilanova (foto em destaque). Preso em 28 de novembro após brigar e ameaçar a cunhada com quem morava, ele foi liberado quase um mês depois, na semana passada, após um alvará de soltura ser expedido em seu favor.
No dia 27 de dezembro, um sábado, ele deixou o Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), com tornozeleira eletrônica.
Porém, segundo a advogada, Polyana Peixoto da Cruz, ela e a família não foram informados sobre a liberação, e ele saiu sozinho do CPP.
Durante o período em que ficou desaparecido, a tornozeleira eletrônica descarregou e Ernesto perdeu o carregador do equipamento. A família chegou a registrar um boletim de ocorrência do desaparecimento de Ernesto. Ele foi localizado dias depois.
Entenda o caso:
- Ernesto sumiu após soltura com tornozeleira eletrônica sem aviso à família, no Distrito Federal, no sábado (27/12). Após ser localizado, acabou preso preventivamente.
- Cego de um olho, com deficiência intelectual e gago, Ernesto foi preso em 28 de novembro por briga e ameaça contra a cunhada, com quem morava junto ao irmão.
- Um mês depois, na sexta-feira (26/12), um alvará foi emitido para a liberação dele no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA).
- Em tese, o detento cumpriria prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica. Além da soltura sem aviso à família, o aparelho de fiscalização perdeu sinal, e ele foi dado como desaparecido.
- Cartazes foram espalhados pela cidade à procura do homem. Ernesto foi localizado no BRT de Santa Maria nessa segunda (29/12), quando uma cobradora de ônibus o reconheceu após reportagem publicada pelo Metrópoles.
- A família conseguiu, então, recarregar a tornozeleira. No entanto, a Justiça decretou a volta da prisão preventiva.
Em 1° de janeiro de 2026, o desembargador Roberval Casemiro Belinati do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu prisão domiciliar a Ernesto.
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